CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
O sentido das conveniências...

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      "Deus não existe. Mas não digam ao meu criado, não vá ele matar-me durante a noite."

Voltaire



publicado por Fernando Vouga às 09:54
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
Sabia que

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 Imagem recolhida na NET

 

      Na política nacional, os vínculos mais fortes não são os ideológicos, ou sequer partidários. São os familiares. No governo, Parlamento e na alta administração pública, estamos cheios de casados, primos e cunhados.
      Os exemplos são inúmeros. O ministro Eduardo Cabrita é casado com Ana Paula Vitorino, que também integra o governo. Já Vieira da Silva, ministro da segurança social, é pai da secretária de estado adjunta, Mariana Vieira da Silva.
      Ainda no actual executivo, o secretário de estado Waldemar de Oliveira Martins é filho de Guilherme Oliveira Martins, ex-Presidente do Tribunal de Contas, actual presidente do Conselho Fiscal da Caixa; este é cunhado de Margarida Salema, que preside à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos e é irmã da deputada Helena Roseta, casada com o ex-ministro Pedro Roseta, que é cunhado do também ex-ministro António Capucho.
      No Parlamento, os exemplos de consanguinidade são às dezenas: Luís Meneses, filho de Luís Filipe Meneses, Nuno Encarnação, filho do ex ministro Carlos Encarnação e os deputados Candal, pai Carlos e filho Afonso, ambos do PS. A que se juntam Paulo Mota Pinto filho do anterior primeiro-ministro Mota Pinto e da provedora da Santa Casa da Misericórdia, Fernanda Mota Pinto. Clara Marques Mendes, deputada, é filha e irmã de dois outros Marques Mendes, António e Luís. António foi eurodeputado, Luís ministro e líder parlamentar. O exemplo familiar mais exótico nos dias de hoje é constituído pelas gémeas Mariana e Joana Mortágua.
      Paulo Portas, ex ministro e líder do CDS, primo do todo-poderoso socialista Jorge Coelho, é filho do ex secretário de Estado Nuno Portas e enteado de Manuela de Melo, ex-deputada do PS. A socialista Elisa Ferreira, administradora do Banco de Portugal, é casada com Freire de Sousa que preside à Comissão de Coordenação do Norte. O ex-Secretário de Estado de Passos Coelho João Taborda da Gama é filho do socialista Jaime Gama, antigo presidente do Parlamento.
      O ex ministro das Finanças Vitor Gaspar é primo de Francisco Louçã, líder histórico do Bloco de Esquerda. Este é cunhado de Correia de Campos, ex ministro da saúde do PS. António Campos, ex-ministro, é pai de Paulo Campos, deputado...
      Esta é uma lista interminável. No acesso ao poder, o que emerge, em primeiríssimo lugar, são os laços de sangue.

 

Autor desconhecido



publicado por Fernando Vouga às 19:50
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Sábado, 26 de Novembro de 2016
Para quem não sabe, tudo é fácil

 

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 Imagem recolhida na NET

      A criatura, durante a campanha eleitoral, berrava que ia fazer isto e aquilo, tudo e mais alguma coisa. Porém, à medida que vai contactando com as realidades, vai metendo a viola no saco e dá o dito pelo não dito.

      Será que vamos ter mais do mesmo?



publicado por Fernando Vouga às 21:12
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016
Os "ismos" de Sampaio

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 Imagem retirada do "ZAP NOTÍCIAS aeiou"

 

Título de um artigo apresentado hoje nas “NOTÍCIAS ZAP aeiou”

 

O ex-Presidente Jorge Sampaio lançou um apelo para travar a “corrida para o abismo” potenciada pelo Brexit e pela vitória de Donald Trump nas presidenciais norte-americanas, alertando que não haverá paz duradoura se a desconfiança persistir.

 

      Com efeito, parece-me que desta vez o nosso ex-presidente atingiu, finalmente, a total maturidade política. Com esta tirada será de dizer: descobriu a pólvora, ninguém tinha pensado nisso!...

      Porque dantes as coisas fiavam mais fino. Se não vejamos:

      A sua permanência em Belém, duma forma geral, caracterizou-se pelo estevismo. Ele, de facto, esteve PR.

      De qualquer forma, o seu percurso durante os seus dois mandatos foi evoluindo, tendo-se notado três fases distintas:

  • O mutismo. Sempre que interpelado a sua resposta saía pronta: “eu não me pronuncio sobre essa matéria”.
  • O achismo. Com os tempos (quiçá com a experiência adquirida), passou a dizer: “eu acho que”. O que revela uma evolução considerável.
  • O querismo. Por fim, acabou por mostrar um grande sentido de afirmação pessoal. Quando aparecia nos meios de comunicação social, atrirava-nos com: “eu quero que”.

     Enfim, mais uma vez se confirma o drama dos ex-governantes portugueses: só brilham depois de arrumarem as botas.



publicado por Fernando Vouga às 19:39
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2016
Para onde vais, América?

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 Imagem recolhida da NET

      Personagens como Donald Trump não são nada que os madeirenses não conheçam bem...

      Como todos os candidatos a ditadores (disfarçados, claro),Trump é um egocentrista arrogante e prepotente que entra em conflito com tudo e todos os que não lhe lambam as botas. Vejam-se os notáveis do seu partido que lhe viraram as costas durante a campanha eleitoral.

      Nunca contratará para o seu governo alguém com opinião própria ou que, em termos de inteligência e capacidade, lhe possa fazer sombra.

      E a habilidade para ganhar eleições não significa necessariamente habilidade para governar.

      Não quero ser alarmista, mas temo que se avizinhem tempos muito complicados.



publicado por Fernando Vouga às 18:15
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Sábado, 5 de Novembro de 2016
Quem me avisa...

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 Recebido por correio electrónico



publicado por Fernando Vouga às 16:57
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
Adivinha

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      No blogue tipicamente madeirense que dá pelo nome de "Renovadinhos", apareceu hoje esta graciosa peça, quiçá escrita por quem pode apresentar um passado político irrepreensivel:

      A coisa chegou ao ponto do ''vígaro'' vir a terreiro puxar da arrogância (até para isso falta-lhe categoria) para defender a pouca vergonha.

      Então ele acha bem que se utilizem fundos públicos, para fazer propaganda pura e dura às autarquias e ao governo sem seguir as regras que devem nortear a utilização dos dinheiros dos nossos impostos?

      Ele diz que a vergonha da qual beneficia escandalosamente, a folha onde escreve é uma forma de prestação de contas, seguir estratégias de comunicação e mostrar o que se anda a fazer. Chega a ter o desplante de assumir que tudo isto tem servido a promoção de agentes e projectos políticos 

      Meus senhores da Comissão da Carteira de jornalistas, leiam , leiam que vale a pena esta confissão da promiscuidade que existe na comunicação social da Madeira.

 

 

      O estilo, embora um tanto disfarçado, faz-me lembrar os textos de um conhecido ex-governante. Mas, o meu dedo que adivinha, parece indicar-me que se trata de uma das personagens abaixo mencionadas:

 

Aníbal Cavaco Silva;

Pedro Santana Lopes;

Alberto João Jardim.

 

      O leitor que se deite a adivinhar, porque eu não consigo...



publicado por Fernando Vouga às 10:00
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Sábado, 29 de Outubro de 2016
Pensamento do milénio

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 Recebido por correio electrónico



publicado por Fernando Vouga às 11:25
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Domingo, 23 de Outubro de 2016
A porca da política

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Imagem recebida por correio electrónico

Autor desconhecido 



publicado por Fernando Vouga às 17:16
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Sábado, 22 de Outubro de 2016
Pequeno ensaio sobre a estupidez

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 Imagem recebida por correio electrónico

 

      Não sei o que leva as pessoas a optarem por certos comportamentos como sejam comprar calças já rotas, a espetar no corpo os mais variados e surpreendentes ferros e arames ou, pior ainda, a pagar um balúrdio por um prato cheio de nada.

      Neste caso, trata-se de um "cozido à portuguesa" servido num dos mais prestigiados restaurantes da Capital...

      Pasme-se!



publicado por Fernando Vouga às 16:57
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gse_multipart60608.jpg Tomates.jpg Santana Lamego
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