CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018
Fausto Guedes Teixeira, um poeta lamecense

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AMAR OU ODIAR

 

Amar ou odiar: ou tudo ou nada!

O meio termo é que não pode ser

A alma tem d’estar sobressaltada
P’ra o nosso barro se sentir viver.


Não é uma cruz a que não for pesada,

Metade dum prazer não é um prazer;

E quem quiser a alma sossegada

Fuja do mundo e deixe-se morrer.


Vive-se tanto mais quanto se sente;

Todo o valor está no que sofremos…

Que nenhum homem seja indiferente!


Amemos muito, como odiamos já:

A verdade está sempre nos extremos,

Porque é no sentimento que ela está.



publicado por Fernando Vouga às 20:14
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018
Para quem gosta de ler

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      Aquilo que se escreve nos compêndios de História nem sempre retrata as realidades de antanho. Por vezes há que lhe dar uns retoques...

      E foi assim que António Loja, conhecido escritor e historiador madeirense, deu à estampa uma pequena obra literária — os melhores perfumes guardam-se nos frascos mais pequenos — que nos leva aos tempos do Rei D. Duarte. 

      Numa prosa empolgante e bem humorada, que ombreia os melhores textos de Eça de Queiroz, Loja conta-nos uma bela história de amor que bem se poderia chamar "Duarte e Célia".



publicado por Fernando Vouga às 21:31
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Sábado, 6 de Janeiro de 2018
Nos tempos que já lá vão...

 

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publicado por Fernando Vouga às 16:43
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
Para quem gosta de ler

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    Memórias da Guerra Colonial apresentadas por António Loja, conhecido escritor madeirense que, como miliciano, cumpriu quatro anos de Serviço Militar Obrigatório. Os dois últimos anos foram passados na Guiné onde, como capitão, comandou uma Companhia de Infantaria. 

     A não perder.



publicado por Fernando Vouga às 10:55
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018
Politiquices

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ORA VEJAM LÁ SE É INCORRECTO:

 

Quando um tipo de direita não gosta de armas, não as compra.

Quando um tipo de esquerda não gosta de armas, quer proibi-las.

Quando um tipo de direita é vegetariano, não come carne.

Quando um tipo de esquerda é vegetariano, quer fazer campanha contra os produtos à base de proteínas animais.

Quando um tipo de direita é homossexual, vive tranquilamente a sua vida como tal.

Quando um tipo de esquerda é homossexual, faz um chinfrim para que todos o respeitem.

Quando um tipo de direita é ateu, não vai à igreja, nem à sinagoga, nem à mesquita.

Quando um tipo de esquerda é ateu, quer que nenhuma alusão a Deus ou a uma religião seja feita na esfera pública, excepto para o Islão.

Quando a economia vai mal, o tipo de direita diz-se que é necessário arregaçar as mangas e trabalhar mais.

 Quando a economia vai mal, o tipo de esquerda diz que os sacanas dos patrões são os responsáveis e param o país.

 

NOTA:

O original deste texto é em Francês.

 

Foi traduzido e adaptado para português, para que os de esquerda também o possam perceber ...



publicado por Fernando Vouga às 12:26
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
Tratado de gestão de empresas

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publicado por Fernando Vouga às 17:19
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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
Pensamento do dia

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publicado por Fernando Vouga às 16:57
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Terça-feira, 5 de Setembro de 2017
Dúvidas

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      Há dias atravessei de carro terras de Mação, acabadas de ser consumidas por um enorme incêndio florestal. Ao contrário do que se vê na imagem, em vez de verde, tudo era castanho e negro. 

      Não contei os quilómetros percorridos, mas foram muitos. A sensação com que fiquei, é que o fogo se extinguiu porque nada mais havia para arder. Ou seja, pior era impossível.

      Assim sendo, pergunto: Se os meios aéreos não tivessem actuado haveria alguma diferença? Valeu a pena o esforço dos bombeiros?



publicado por Fernando Vouga às 11:28
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Sábado, 8 de Julho de 2017
Quando fala a ignorância...

at_ae3t_5ey.jpg      A moda de bater no ceguinho, leia-se no Exército, chegou à Madeira. 

      Nos tempos finais da guerra colonial, um Batalhão (cerca de 600 homens) só tinha um médico. Como as Companhias (cerca de 150 homens cada) estavam aquarteladas a dezenas de quilómetros da sede, havia um programa de visitas regulares, que eram complementadas por deslocações do médico, de viatura, avião ou helicóptero, em caso de emergência.

      Note-se que, nessa guerra, as tropas não estavam em "semana de campo" mas em operações reais, com munições reais, granadas reais, etc., numa comissão que durava dois anos. Por outro lado, ao contrário do que acontece aqui na Região, as áreas onde operavam não dispunham, nem longe nem perto, de pessoal civil e de instatalações que superassem a eventual falta de médicos e enfermeiros militares. Ao invés, para lá de servir os militares, o médico do Batalhão prestava assistência às populações locais, pelo que era vulgar, em dia de "S. Médico", formarem-se à frente do posto de socorros longas filas de africanos.

      Poder-se-á dizer que o esquema montado não seria o ideal mas funcionava, já que os casos graves eram alvo de evacuação para o hospital, quase sempre de aeronave.

      Parece assim ridícua e desprestigiante esta notícia veiculada pelo DN-Madeira em primeira página. Os militares participantes nestes exercícios não correram qualquer perigo de lhes faltar assistência médica em tempo oportuno.



publicado por Fernando Vouga às 10:13
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017
Não será com mel que se apanham as moscas...

...mas também não será com vinagre.

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    Depois de mais de 60 anos de relações tensas entre os EUA e Cuba, o Presidente Obama entendeu por bem, finalmente, abrir as portas ao entendimento entre os dois países, com vista a melhorar as condições de vida do povo cubano.

    Não vale a pena historiar aqui as peripécias do diferendo entre os dois países. O importante são os interesses do povo e chegou a atura de acabar de vez com esta situação anómala, talvez mesmo anedótica dada a tremenda desproporção de poderes.

    Está visto que a mal não se consegue convencer as autoridades cubanas a conceder as liberdades fundamentais aos seus cidadãos. Há, portanto, que enveredar por caminhos mais inteligentes...

    Porém, este Trump está decidido a voltar a fechar as portas (não pode construir um muro no mar...), já que fez uma proposta que não passa de uma provocação. Todos sabemos que as medidas referidas na imagem significam a queda do regime castrista, o que nunca será aceite pela administração de Raúl Castro. É como dizer-lhe: eu dou-te uma ajuda, mas só se me deixares dormir com a tua mulher.



publicado por Fernando Vouga às 21:09
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gse_multipart60608.jpg Tomates.jpg Santana Lamego
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