CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Segunda-feira, 22 de Abril de 2013
Uma questão de respeito

 Imagem retirada do DN-Madeira de 22 de Abril de 2013

 

     O chefe máximo de uma Igreja tem direito à sua opinião. Mas não me parece muito elegante adjectivar de forma negativa as pessoas que não pensam como ele.



publicado por Fernando Vouga às 21:26
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5 comentários:
De jorge figueira a 22 de Abril de 2013 às 22:27
Desculpar-me-á Fernando, mas Chefe é Chefe e, para mais, falando em nome de Deus. Terá direito a estas liberdades.


De Anónimo a 23 de Abril de 2013 às 07:22
Parece-me mais uma metäfora do que um adjectivo.
Google-Metáfora: é a palavra ou expressão que produz sentidos figurados por meio de comparações implícitas.


De Fernando Vouga a 23 de Abril de 2013 às 17:48
Caros amigos


Suspiro pelo dia em que os mais altos responsáveis pelas mais variadas organizações ligadas aos poderes (político, religioso, etc.) se limitem a expor e defender os seus pontos de vista. Isto de catalogar os outros, mesmo com palavras brandas, tem de acabar. É feio.


De anónimo a 7 de Maio de 2013 às 00:32
Em minha opinião, parece-me que o Papa Francisco, só está a querer dizer que se alguém pretende uma igreja à sua medida, esse alguém enganou-se na porta ! Não é a igreja, da qual o Papa Francisco é o chefe que serve as pretensões desse alguém. O Papa, em vez de andar às voltas e a engonhar de forma politicamente correcta, vai logo directo ao assunto para que não haja dúvidas. Ele, Papa, está também a dizer que não quer na sua igreja ninguém enganado. Esse alguém terá de procurar outra igreja que satisfaça as suas pretensões e eventualmente se não encontrar, fundar a sua própria !...Os políticos em funções de governação, governam todos os cidadãos de um país, quer tenham votado nos governantes ou não. O Papa só dá orientações a quem voluntariamente quer seguir a religião da qual ele é o líder. Quem não concordar, limita-se simplesmente a não cumprir. O mal serão batatas !...  No caso dos governos, frequentemente os cidadãos são obrigados a acatar as medidas tomadas pelo governo e até mesmo muitos daqueles que votaram nele mas que por vezes estão frontalmente contra determinadas decisões. Assim, também  não me parece adequado colocar "organizações ligadas aos poderes" em pé de igualdade como o foram no comentário acima o poder político e o religioso.


De Fernando Vouga a 7 de Maio de 2013 às 09:13
Caro senhor


O seu comentário, para lá de estar muito bem escrito e articulado, tem toda a lógica. O que me obriga a concordar plenamente consigo.
De facto, há uma grande diferença entre uma Igreja e um Estado. E quem não quiser seguir o caminho que o Papa aponta, faz como o Martinho Lutero.


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