CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Quarta-feira, 13 de Setembro de 2006
Madeirices

 

          Esta é uma réplica da nau quinhentista Santa Maria de Colombo. Foi construída para a Expo 98, em cujo cais esteve atracada, mesmo junto à fragata Dom Fernando e Glória. Lembram-se?

          E, sempre que o tempo permite, faz umas curtas viagens nas imediações do Funchal, a abarrotar de de turistas. O que lhes proporciona uma oportunidade única de fazerem uma pequena ideia do que eram as viagens marítimas no tempo glorioso dos descobrimentos portugueses.

          Mas esta nau encerra em si um grande mistério: consegue navegar a todo o pano com as velas recolhidas...



publicado por Fernando Vouga às 17:43
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6 comentários:
De tron a 13 de Setembro de 2006 às 18:14
a gasolina faz milagres, mas esse país precisa dum solvente a bsae de petróleo para limpar uma certa nódoa e par acbar com muita nojice feita em Portugal


De António Viriato a 14 de Setembro de 2006 às 00:45
Caro Amigo,

Renovo as minhas anteriores saudações. Também gostei de visitar a D. Fernando e Glória, mas infelizmente não pude entrar na bonita réplica da Nau de Colombo.
Quanto à navegação a todo o pano com as velas recolhidas... Enfim, talvez à custa de um qualquer Diesel !

Um abraço.





De Fernando Vouga a 14 de Setembro de 2006 às 22:52
Obrigado, António Viriato, Pelos seus amáveis comentários. Estive a ver, melhor dizendo, a admirar o seu magnífico blog. Os assuntos são actuais, interessantes e muito bem tratados. Pouco espaço deixa para comentários...
Os meus parabéns e pode contar com muitas visitas minhas. Foi um prazer.


De Lord of Erewhon a 14 de Setembro de 2006 às 14:11
Bonito.


De António Viriato a 15 de Setembro de 2006 às 00:26
Caro Amigo,

Retribuo-lhe a gentileza do comentário que me deixou lá no Alma Lusíada, tribuna livre em que exponho e defendo pontos de vista pessoais sobre assuntos da actualidade política e cultural, com algumas incursões pela economia e pela energia, sem pretensões nem presunções de espécie nenhuma, apenas movido pelo desejo, de certo modo socrático (do grego, claro), de discutir temas que me são caros, porventura de esclarecer os meus compatriotas e deles também ser esclarecido.

Quero crer que o País tem solução, apesar da enorme descrença, da falta de confiança que se observa por todo o lado.

Cada um deve procurar contribuir para essa solução, na sua esfera de influência, na sua medida, de acordo com a sua possibilidade e com a sua disponibilidade.

Abrir tribunas na Internet pode ser uma das formas de intervir civicamente. Foi o que me ocorreu, há pouco mais de dois anos. Já fiz por aqui alguns amigos. É preciso expandir esta rede de pensamento patriótico, para despertar nas consciências dos nossos concidadãos a preocupação com destinos do País.

De contrário, ele definhará cada vez mais. Sem optimismo, não achamos forças para ultrapassar dificuldades. Mas é preciso haver consciência dos problemas. Sem diagnóstico correcto, não se chega à terapêutica adequada e, entretanto, o doente pode morrer.

Ânimo, pois. Acreditemos que melhores dias virão.

Nulla dies sine linea - Nenhum dia sem uma linha, i.e., todos os dias fazer alguma coisa útil, por pequena que seja, em favor desta velha Nação, que já foi valente.

Perdõe-me o tom aparentemente dramático.

Um abraço,

António Viriato


De Luís Alves de Fraga a 15 de Setembro de 2006 às 08:11
Num país de faz de conta estranho era que assim não acontecesse.
Felizmente que no século xv ainda não estava completamente instalada a mentalidade do faz de conta, do parece, do mais importante é o que os outros pensam, julgam ou dizem de nós. Todavia, no século XVI, já há notícias, dadas por estrangeiros, da alteração de mentalidades... Foram os fumos da Índia!
Portugal sempre se perdeu quanto mais terras descobriu. Se (lá vem o maldito se) tivéssemos ficado quietos, se não tivéssemos ido a Ceuta, hoje éramos um povo diferente, muito diferente!
Malhas que o império teceu!
Também um dia os nossos filhos ou netos verão, nos EUA, um gerador de energia eólica a trabalhar num dia sem vento! Malhas que o império vai tecer!


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