CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006
Madeirices

 

Bem haja, senhor Deputado
 
          Hoje de manhã — há manhãs felizes — fiquei pasmado ao ler o DN – Madeira. Então não é que um deputado do BE Madeirense teve uma ideia luminosa? Propor um referendo na Madeira sobre as transferências financeiras para as regiões Autónomas? Com ela, o Ministro das Finanças vai ter que meter a viola no saco e cumprir as decisões dos madeirenses. Se eles acharem que recebem pouco, lá terá o dito cujo que abrir os cordões à bolsa. Sem apelo nem agravo. Lei é Lei.
          Convenhamos que é um golpe de mestre que, decerto, vai criar raízes. Doravante, em questões financeiras, será o povo quem mais ordena.
          Proponho já que se faça um referendo, a nível Nacional, para que o povo decida se deve ou não pagar impostos. E na passada, se deve pagar as contas dos supermercados, agências de viagens, hotéis, restaurantes, stands de automóveis e por aí fora.
          Aqui está um deputado que merece bem o dinheiro que ganha na Assembleia Regional da Madeira.


publicado por Fernando Vouga às 16:45
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7 comentários:
De tron a 13 de Dezembro de 2006 às 19:29
mais um aliado para o grande AJJ


De António Viriato a 15 de Dezembro de 2006 às 01:42

Que grande desvario grassa por aí e pelo restante País, meu caro amigo Fernando Vouga.

Com gente desse quilate, lá se vão eternizando os AJJ, os JR e quejandos, quais deles mais perniciosos para a própria ideia de Autonomia ou até mesmo de Democracia Insular ou Continental.

Que pode o Povo fazer, para arredar essa gente do Poder, para além de apelar ao voto em outras personagens, infelizmente igualmente carecidas de credibilidade.

Começa a causar-nos engulhos tanta decepção acumulada...


De tron a 16 de Dezembro de 2006 às 00:47
Mais um aliado para o grande AJJ: o PCP


De antonio.trancoso@netmadeira.com a 16 de Dezembro de 2006 às 13:23
Caro Fernando Vouga
De facto a sugestão de um referendo regional sobre a lei das finanças regionais pareceu-me, também, um tremendo disparate.
Mas...vendo bem, vendo bem...até que não é mal pensado...
Os proponentes não são tão ingénuos ou patetas como se possa, de imediato, julgar.
Sabendo, como toda a gente sabe, que a viloada vota acefalamente, aliando-se, masoquisticamente, aos comensais do orçamento (sotainas, futebóis,sanitários patos bravos, falidos avalizados, assessores, JMs, consultores de coisa nenhuma, descendentes e colaterais, emprego-dependentes e outros lambe-botas indiscriminados) a vitória da contestação, recorrentemente propalada, pelo insubstituível Soba e sua corte, seria esmagadora.
Assim, os vencedores, das duas uma:
Ou reivindicavam a "Independência do Reino" e... viva a continuação da tripa forra sem controlo nem limites; ou, seriam, curialmente, obrigados, mesmo a contra-gosto, a continuar a governar...com o freio e bridão que, desgovernada e revanchisticamente, impuseram... a si próprios e, com escassa defesa, à restante população.
A oposição será tola se lamentar mais uma "derrota" em 2008...
Um abraço.


De Fernando Vouga a 17 de Dezembro de 2006 às 20:08
Meu caro António Trancoso.
A acreditar no DN- Madeira de hoje, os madeirenses não querem ser independentes. Não é de estranhar. Hoje está na moda os filhos ficarem na dependência dos pais até terem bisnetos.
Mas que a independência era bem feito para uns tantos senhores, era. Eu cá sou a favor.


De antonio.trancoso@netmadeira.com a 17 de Dezembro de 2006 às 23:26
Caro Fernando Vouga
Lá que era bem feito, era. Mas os "donos da quinta", já reconsideraram, e, agora, o que pretendem é a "autonomia plena". Isto é, governarem sem qualquer espécie de limitação; nem às Leis Gerais da República nem à "famigerada" Constituição.
Há, porém, uma excepção... No que se refere aos fundos, alto lá pára o baile. Aí, a "plenitude autonómica" é mandada às urtigas, com uma espantosa tranquilidade.
Modernices...que um "cota", fora de moda, tem dificuldade em entender.
É que, noutros tempos, os Pais diziam aos filhos que, enquanto metessem os pés debaixo da sua mesa, havia regras, mínimas, a cumprir; havia, respeitosos, Direitos e Deveres.
Deveres?! O que é isso?!
Dívidas, isso sim.
Pagá-las é outra conversa...
Quem vier depois...que feche a porta.
E, os porteiros, são os muitos e muitos distraídos que por aí andam de arraial em arraial, de inauguração em "inauguramento" (entenda-se, inauguração de um melhoramento), normalmente certificados pelas "divinas e bentas bençãos.
Perdoe, Caro Amigo, este tolo e conservador desabafo.


De A. João Soares a 18 de Dezembro de 2006 às 16:32
Curiosamente, fruto da minha pouca experiência de Internet, só hoje descobri este blogue. É muito regional , mas muito activo e participado. Gostei. Continuem. Acho que vale sempre a pena reflectir sobre estes problemas.
Mau seria que andássemos de olhos fechados e imitásemos a avestruz. Os nosso vindouros não nos perdoariam. Assim, vamos abrindo o caminho para futuras soluções, e se estas ainda não se arpresentam bm definidas, serão esclarecidas «amanhã» quando o fruto estiver maduro pronto a ser colhido. O ditado diz: «Não há mal que sempre dure nem bem que ature»Um abraço e Feliz Natal
A. João Soares
http://joaobarbeita.blogspot.com/


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