CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Terça-feira, 27 de Março de 2007
Memórias dos "States"
Eu sei que o prestígio dos Estados Unidos da América está pelas ruas da amargura. Acabada que foi a Guerra-fria, esse grande país vê-se hoje a sós, senhor de um poderio à escala mundial que parece não ser capaz de gerir. E o resultado está à vista. Os erros sucedem-se e as consequências são imprevisíveis. E o pior é que não se vislumbra um fim airoso para os inúmeros becos sem saída em que a Administração Americana se meteu.
Porém, e felizmente há sempre um porém, os EUA nem por isso deixam de ser um grande país, onde se pode encontrar muito do que há de melhor nas Letras, nas Artes, na Ciência e na Tecnologia. O seu território é imenso, quase um continente inteiro, que vai da costa do Pacífico ao Atlântico. Para lá das construções humanas, que as há de enorme interesse, nele podemos admirar as paisagens naturais mais belas e variadas que se podem imaginar.
E são estes dois últimos aspectos que, numa série de notas onde predominará a imagem, me proponho apresentar de seguida. Desta feita, começo pelo
 
Vale dos Monumentos.
 
Situado no Estado do Arizona, esta maravilha natural, sendo um vale, é tão extensa que mais parece uma planície de perder de vista. Espalhados por toda a parte, podemos encontrar enormes “monumentos” de pedra, “talhados” pela erosão da chuva e do vento durante milhões de anos.
Hoje é um parque Nacional onde vivem os, outrora ferozes, índios Navajos. E foi com um casal de desta célebre tribo que, em 1984, tive o privilégio de visitar um local que tem tanto de belo como de insólito. Como sempre, as imagens falam por si.
 
 
A caminho do Vale dos Monumentos passei por este local, único nos EUA. No ponto onde se encontra a criança de azul, cruzam-se as fronteiras de quatro estados: Utah, Colorado, Arizona e Novo México.
 


 
 
 
Campa de Índio Navajo
 
 Nota: todas estas imagens são provenientes de diapositivos com mais de 20 anos, depois de digitalizados e restaurados em computador.


publicado por Fernando Vouga às 18:27
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1 comentário:
De António Viriato a 28 de Março de 2007 às 00:10
Caro Fernando Vouga,

Bom trabalho de restauração e bom apontamento neste seu exercício evocativo.

Para mim, como para muitos outros, os EUA continuarão a ser, frequentemente, uma irritação, mas também, sempre, uma réstea de esperança, apesar de Bush e de outros políticos menos avisados seus semelhantes, republicanos ou democratas.

Talvez resida nisto a grandeza da América.

Um abraço.


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