CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007
Vamos jogar golfe?

 

1ª Parte: Os mitos

 

Campo de Golfe do Santo da Serra - Ilha da Madeira

 

            É voz corrente que o Golfe é um desporto para velhos ricos. Talvez assim fosse no passado. Hoje em dia, está a ter uma enorme adesão das camadas mais jovens e, por outro lado, a tornar-se acessível a estratos sociais com menor poder de compra. Há porém certos mitos associados a tão agradável e salutar desporto que convém desmontar.
            Nesses termos, parece-me oportuno dar alguns esclarecimentos sobre tão interessante modalidade desportiva, de forma a convencer os leitores deste blogue a começarem a praticá-la.
            Em primeiro lugar, o golfe não é um desporto caro. Exige um investimento inicial relativamente dispendioso mas que pode ser minimizado com um pouco de bom senso. O erro mais frequente é pensar-se que se está num ambiente muito exclusivo, no qual toda a gente “olha” para os novatos e dá demasiada atenção à maneira como vestem, ao que comem no restaurante e ao preço do material que levam para o campo. Nada mais errado. Posso até dizer que aqueles de quem mais se esperaria ostentação e o distanciamento, são os mais moderados, prestáveis, amáveis e discretos. Quanto ao vestir, para lá de ser obrigatório usar sapatos apropriados para a modalidade, a única limitação é a proibição de usar “Jeans”, “T-shirts e calções de banho.
            Outra ideia é pensar que o golfe é um desporto ligeiro. Também não é verdade. Um jogo de golfe completo, ou seja, “fazendo” dezoito buracos, implica uma caminhada a pé da ordem de dez quilómetros, para lá do esforço das cerca de cem pancadas que se dão na bola (sem contar as que não acertam…). E, além do mais, um jogo demora cerca de quatro a cindo horas.
Resumindo esta primeira nota, o golfe é um desporto exigente que desperta grande interesse e animação e os efeitos na saúde são importantes. Nunca vi ninguém arrependido de o praticar. Há até quem diga que é o melhor prazer que se pode ter… com as calças vestidas.
          Pelos benefícios em termos de estado geral de saúde que tenho sentido, acho mesmo que as despesas que fatalmente há que fazer, deveriam ser objecto de comparticipação estatal…


publicado por Fernando Vouga às 20:41
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2 comentários:
De A. João Soares a 7 de Setembro de 2007 às 19:34
Qualquer desporto praticado ao ar livre, em contacto com a natureza, é aconselhável para saúde. O Golf tem a virtude de exigir a avaliação da distância, o cálculo da força a aplicar na pancada, enfim actividade intelectual. Quanto ao esforço físico, não é violento, mas continuado, o que não força o coração em aumento exagerado da pulsação. Não pratico, mas considero uma boa solução para uma actividade de manutenção das capacidades físicas.
Um braço


De Fernando Vouga a 7 de Setembro de 2007 às 21:51
Obrigado pelo seu comentário, caro amigo João Soares. Tenho pena que não pratique tão interessante desporto.
No que me diz respeito, depois de mais um mês impedido de jogar por motivos de saúde (problemas de coluna), fui hoje "fazer" os 18 buracos do "Palheiro Golfe", nos arredores do Funchal. Não joguei lá muito bem, mas apesar da fadiga, o esqueleto não se ressentiu.
Devolvo-lhe, não o "braço", mas o abraço hehehehe )...


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