CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
Com gente desta...

         

Imagem retirada da NET

 

          De acordo com a Wikipédia, o antigo ministro Armando Vara é um político português e administrador bancário. Estudou Filosofia na Universidade Nova de Lisboa, tendo abandonado a universidade sem obter o diploma de licenciatura. Em 2004, antes de ter qualquer licenciatura, obteve um diploma de Pós-Graduação em Gestão Empresarial no ISCTE. Mais tarde obteve o diploma de licenciatura no Curso de Relações Internacionais na agora defunta Universidade Independente, três dias antes da sua nomeação para a Administração da Caixa geral de Depósitos, cargo que deixou de exercer para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Português.

          Um mês e meio depois de ter abandonado a Caixa Geral de Depósitos para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Português, foi promovido no banco público ao escalão máximo de vencimento, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma.

 

          Na passada quinta-feira, dia 17 de Fevereiro, este senhor deixou indignados os utentes de um centro de saúde em Lisboa quando  passou à frente de todos os doentes e deu ordens a uma médica para lhe passar um atestado, alegando estar com pressa para apanhar um avião.

 

          Convenhamos que a criatura vai longe. Por este andar, ainda chega a PM.

          Claro que isto não tem nada a ver com o descrédito total em que caiu a classe política portuguesa…



publicado por Fernando Vouga às 17:25
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29 comentários:
De António Trancoso a 20 de Fevereiro de 2011 às 11:12
Meu Caro Amigo
Claro que a criatura vai longe...muito longe.
Se outro fosse, este nosso país, o "artista", bem como os seus importantes comparsas, já estariam enclausurados na prisão que estivesse mais perto.


De Fernando Vouga a 20 de Fevereiro de 2011 às 17:09
Caro António Trancoso

Não é necessário ler Maquiavel para se saber que por detrás de um grande homem (para lá de uma eventual grande mulher) há sempre uma boa dose de falta de escrúpulos.
Porém, chamem-lhe (à tal dose) "raisons d'etat" ou "realpolitik", há sempre que acautelar os superiores interesses da Nação. E é isso que distingue um grande estadista, como o foram Rechilieu e Bismark, dos reles xicos-espertos que estão agora (esperemos que por pouco tempo) no poder em Portugal.
E, ainda por cima, são arrogantes e malcriados, como prova este triste episódio de desfaçatez descarada desta criatura.


De Jacaré Tem Dente a 20 de Fevereiro de 2011 às 19:06
Richelieu, “l’éminence grise”.
Aprecio os seus comparativos sempre justos e com forte alcance.
O mundo está cheio de destroços com diplomas, repito : - O MUNDO ESTÁ CHEIO DE DESTROÇOS COM DIPLOMAS.
Palavras do presidente Ford.


De Fernando Vouga a 20 de Fevereiro de 2011 às 21:05
Caro senhor

Se os "destroços com diplomas" já são suficientemente maus, o que dizer dos destroços com diplomas feitos a martelo?


De António Trancoso a 20 de Fevereiro de 2011 às 20:05
Caro Monteiro Vouga
Admiro o seu optimismo!
Os actuais "xicos-espertos", tarde ou cedo, serão substituídos...pelos "esperto-xicos" (há quem lhes chame "matilha esfomeada") que já se posicionam na linha de partida para o assalto ao gamelão...
Entre uns e outros...venha o Diabo e escolha.
Um abraço.


De Fernando Vouga a 20 de Fevereiro de 2011 às 20:36
Caríssimo amigo

Nunca disse o contrário. De qualquer forma, vai ser difícil fazer pior do que se está a acontecer. Ou não?


De António Trancoso a 20 de Fevereiro de 2011 às 23:38
Meu Caro Amigo
Costuma dizer-se que esfolar o rabo do porco ou rapar o fundo ao tacho, são as tarefas mais difíceis.
Bem pior seriam para o suíno e para a panela, se, porventura, fossem seres vivos...
Assim, enquanto houver alguma coisa a rapar ao vulgar Contribuinte ( torturado, mas ainda vivo) o "gémeo" do PS não se poupará a esforços.
Melhor, não será, pelo andar da carruagem...


De 100 Estribeiras a 21 de Fevereiro de 2011 às 09:54
...quando se pode fazer "mal feito", porque é que se há-de fazer bem feito ?
A questão é de saber se o "marinheiro" conhece o vento que sopra e a corrente que o leva...
Não há maus barcos, tudo depende do marinheiro.


De Polo Simples a 21 de Fevereiro de 2011 às 18:11
...pois, ele estudou Filosofia, mas a questãoi é de saber se ele está mais próximo de Descartes ou de Spinoza ?


De Fernando Vouga a 21 de Fevereiro de 2011 às 19:04
Caro amigo

Perdoe-me a rudeza, mas está rotundamente enganado. Não me parece que criatura esteja próximo desses dois filósofos racionalistas. Pelo que tenho observado, Vara é um dos mais destacados discípulos da escola estasecagandista. Ou seja, está-se cagando de muito alto para todos nós.


De António Trancoso a 21 de Fevereiro de 2011 às 19:27
Meu Caro Monteiro Vouga
A Escola Filosófica que menciona, pela qual o Centrão se rege, é a dominante neste século XXI , e deriva da observação directa do comportamento dos pombos:
na campanha eleitoral, vêm-nos comer à mão; uma vez nas alturas, borram-nos em cima.
Se calhar é por isso que há tanta gente que se "abstém" de os alimentar...


De António Trancoso a 22 de Fevereiro de 2011 às 14:11
Peço desculpa por ter esquecido mencionar que a piada dos pombos, não é minha. Lia-a em qualquer sítio do qual já não me recordo.


De Fernando Vouga a 22 de Fevereiro de 2011 às 15:14
Obrigado pela informação. Mas diga-se de passagem que a alegoria columbista e os seus "defecalhotos" é de antologia.


De Polo simples a 3 de Março de 2011 às 11:14

Ahhh !


De Polo Simples a 22 de Fevereiro de 2011 às 10:59
Devo confessar que a corrente relativa à filosofia EstáSeCagandista está mesmo bem observado.
Com espírito e alcance, bem do nosso tempo e em plena propagação.


De Fernando Vouga a 22 de Fevereiro de 2011 às 15:14
Caro amigo

Obrigado.


De Jacaré Tem Dente a 22 de Fevereiro de 2011 às 16:42
Caro Senhor Fernando Vouga, este país foi demasiadamente desprezado e acabou por ser DESPREZÍVEL, penso que poucos HOMENS ainda restam e que o que resta ainda para fazer, será difícil.
Estrategicamente, nada é acessível, as dificuldades são de todas as ordens e a Cultura é nula, a grande maioria limita-se a um automóvel, uma existência cheia de dívidas e os Domingos são passados a olhar para o Tejo, as aspirações perderam todo o seu valor e o combate da Vida desgraça-se na euforia do “TuJáMeViste?” de cada dia que passa.
A vestimenta é luxuosa, o parque automóvel é limpíssimo, a mulher portuguesa sonha com um orgasmo decente e o “machão” senta-se à mesa do café lendo o jornal A Bola e abordando o Foot como sendo a causa de todas as infelicidades…
O que se espera de um país que pensa assim ?
Sabe Meu Amigo, penso conhecer a dimensão mental em que o Senhor Fernando Vouga funciona e li algo do que já escreveu, sei quais as suas Causas e as suas Razões, sei também que cumpriu, com a nobreza própria da profissão que exerceu, as missões que o seu país (que nunca mereceu Homens assim) lho exigiu, sei também qual é a sua (possível) frustração de se ver integrado na última carruagem desta Europa – com a qual ninguém sonhou – e cuja integridade se dispersa entre Bruxelas e Estrasburgo.
Os valores humanos desaparecem e sempre vantagem para tudo o que é negativo…eu também o sinto assim e sabe, uma das últimas foi a de uma senhora de idade que esteve em decomposição durante 8 anos no seu aposento e que nenhuma autoridade (???) mexeu uma palha…mas isto é país Senhor Fernando Vouga (?), mas isto é povo que se digne ter um dia feito uma revolução e que se autoriza falar-nos de democracia(?), mas isto é território que possa merecer o nome de Nação ?
Isto, Senhor Fernando Vouga, isto é energúmena macacada, pelintras sequiosos de sucesso e marionetes de “robertos” de rua que nos divertiam no nosso tempo e nada mais meu Amigo.
Fátima consegue leva-los a butes até Santa Iria, a Santa Rita dá-lhes os “rito que desejam” e depois…depois, culpam Satanás…francamente!
Neste momento Jacaré Tem Dente, anda mesmo com muitas dores de dentes…Polo Simples em nada consegue ser complicado e 100 Estribeiras ainda não perdeu as estribeiras todas…de forma que olhe Amigo, como já me diziam no meu tempo: - Enquanto houver um português com fome a revolução continua.
Um abraço.


De Fernando Vouga a 22 de Fevereiro de 2011 às 17:20
Caro senhor.
Obrigado pelas suas palavras.
Mas as dificuldades de Portugal até me parecem relativamente simples de identificar. Basta que apareça alguém com aqueles frutos do tomateiro no sítioe que diga: «Portugueses, acabou-se a bagunçada, porque temos uma enorme dívida para pagar. Por isso, vamos todos trabalhar, que é o que faz falta.


De Jacaré Tem Dente a 22 de Fevereiro de 2011 às 19:16
O que faz falta é acordar a malta...assim nos cantava o Zeca.
A horta está poluida e os tomates são de importação, perderam o sabor latino e a côr do Sol.
Não acredito em mais nada e creia que a minha "portugalidade"...pois já a dei, com 37 meses passados nos Trópicos, tempos em que tudo nos vinha do Zaire e...também lá havia jacaré nesse tempo.
Acabou SAenhor Fernando Vouva, isto não revolta, isto só dá para rir e creia que Jacaré Tem Dente, e, jacaré tem nojo.
Há jacarés assim !
Um abraço.


De isabel a 23 de Fevereiro de 2011 às 09:49
Somos cada vez mais comandados por um bando de chulos e oportunistas. Não sei até onde isto vai parar. Sei que o meu descrédito é cada vez pior e só me dá ganas de não poder dar o meu grito da epiranga. Quem lambe botas, safa-se. Quem não as tem, definha. Para não definhar, passo os dias a fingir que não vejo e ouço. Mas há dias que as ganas me moi os fígados, que só tenho um, mas quero dizer, que me tira o sono e uma noite de descanço.


De Jacaré Tem Dente a 23 de Fevereiro de 2011 às 13:42
Perdermos a saúde e as capacidades que nos restam por causa de “gente desta”, gente de baixeza ilustre e de forte repugnância por quem os sustenta, penso que haverá um esforço a fazer no sentido de não lhes oferecermos essa nossa fortuna que é a saúde.
Chulos…(?), penso que não será propriamente o termo porque no Meio da Prostituição o chulo tem uma Ética, há o chamado “código” (le côde du milieu) em que o “cujo” chulo tem uma Deontologia.
Esta gente é afinal parasita, são rapinas que se alimentam de bactéria social e que contaminam o Meio em círculos progressivos, são a doença ela mesmo e com a agravante fétida do mau cheiro que em nada os transtorna.
Mas, não estamos ainda perdidos de forma alguma!
Há só que accionar o nosso bom senso, esperar muito pouco tempo (2 anos, penso) e vermos o que se vai passar porque só a partir dessa altura é que as consciências se mobilizam…até lá, palavras leva-as o vento e deixemos filosofar quem ainda tem palavreado balofo, quem ainda perde tempo a picar-se os miolos ou quem fala só para se ouvir a si próprio.


De Fernando Vouga a 23 de Fevereiro de 2011 às 22:02
Caros Isabel e Jacaré Tem Dente

Obrigado pelos vossos comentários.
No que respeita aos dois anos para as coisas mudarem, não estou muito optimista. O mal vem de longe e não é de um dia para o outro que vai mudar. A única coisa que mudou foi a informação. É que antigamente não se sabia das maroscas e das chulices e daí esses tempos nos parecerem melhores.


De Jacaré Ten Dente a 24 de Fevereiro de 2011 às 12:29
Quando penso que dentro de dois anos tudo vai mudar é só porque um Estado dependente tem que agir e se não agir, haverá quem o faça…o Governo da Sombra existe, e os prazos estão-se a vencer, e de resto se assim não for, os “irmãos” da “Loja” mais adequada encarregam-se…já assim foi em 1910 !
Em 2013 Portugal em nada se parecerá com o Portugal de hoje, renasceremos das nossas cinzas porque só quando se bate no fundo é que se volta à superfície e já estamos mesmo a bater no fundo.
Como diz e bem, hoje temos muito mais informação e estas coisas surgem-nos, como nos surge um nariz no meio de uma cara…por esta mesma razão: - Acção = Reacção !
Tudo está na separação do Trigo em relação ao Joio, que só quando a planta é adulta é que se pode separar e penso que Portugal só será adulto em 2013.
Um abraço.


De Jacaré Tem Dente a 3 de Março de 2011 às 19:21
COM GENTE DESTA E NÃO SÓ !

De certeza que não vou perder a oportunidade de mostrar aqui em Deprofundis uma das maiores e melhores fantochadas da “história de portugal” (escrevi portugal com letra pequena e confesso que o fiz de propósito...).
Captei este documnto na Google, no site de um dos nossos Consulados.
A descrição da nossa bandeira nacional não esquece nem Judas... nem os nossos MERCENÁRIOS” descobridores e como de costume a igreja deixa a sua “pitadinha” de sabedoria para melhor convencer o patriota menos advertido.
Começam com a batalha de Ourique em que nenhum historiador (nem dos mais rascas) sabe onde é que esta batalha teve lugar, porém, deu-se o milagre – segundo fontes dessa época - e daí Afonso Henriques saiu-se vitorioso contra os 5 exércitos muçulmanos.
Agora vejam bem a imaginação desta igreja que para conseguir obter o número de 30... temos que não só contar as chagas de Cristo como em seguida deveremos multiplicar por 2 a “quina” do meio... só a do meio (!) e assim chegamos aos 30 Dinheiros de Judas.
Esta franca palhaçada é o cumulo da nossa cultura, é de facto a melhor pobreza de imaginação que eu já vi... é que não tem nem cú nem cabeça !
O vermelho só simboliza o sangue dos portugueses mortos em combate, porém, do sangue daqueles que os portugueses mataram em combates usurpadores... desse sangue nem se fala... e eram portanto combatentes ao mesmo título que os mercenários portugueses dessa épca !
Uma coisa que acho extraordinária é que; como é que no século XV os portugueses conseguiram desenhar a Esfera Armilar ?
Dado que esta esfera representa o movimento dos Planetas vistos a partir do exterior da Terra, como é que n século XV tínhamos meios para este tipo de observação ???


“Significado dos símbolos e cores:
As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique.

Os pontos dentro das quinas representam as 5 chagas de Cristo. Diz-se que na batalha de Ourique, Jesus Cristo crucificado apareceu a D. Afonso Henriques, e disse: "Com este sinal, vencerás!". Contando as chagas e duplicando as chagas da quina do meio, perfaz-se a soma de 30, representando os 30 dinheiros que Judas recebeu por ter traído Cristo.

Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros.

A esfera armilar simboliza o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.

O verde simboliza a esperança.

O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos Portugueses mortos em combate.

Autores da Bandeira Republicana: Columbano, João Chagas, Abel Botelho

Hino Nacional
Heróis do mar Nobre povo Nação valente
E imortal Levantai Hoje de novo O esplendor
De Portugal Entre as brumas Da memória
Ó Pátria sente-se a voz Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te À vitória Às armas! às armas
Sobre a terra Sobre o mar Às armas! às armas
Pela Pátria lutar Contra os canhões Marchar, marchar!

Letra de Henrique Lopes de Mendonça.
Música de Alfredo Keil.”

Viva a fantochada e cordiais saudações.


De Fernando Vouga a 3 de Março de 2011 às 22:42
Caro amigo

Resta-nos porém uma consolação: é que estas aldrabices são muito comuns por esse mundo fora. Os portugueses nem isso inventaram...


De António Trancoso a 4 de Março de 2011 às 15:29
Caro Senhor
Salvo erro, na letra original, o último verso referia os Bretões e não os Canhões.
Actualmente, vai sendo tempo de, nem Bretões, nem Canhões, mas... Contra os Ladrões, marchar,marchar.


De Fernando Vouga a 4 de Março de 2011 às 19:22
Caro António Trancoso

Já ouvi essa dos Bretões, o que faz muito sentido por causa do famigerado ultimato. De qualquer forma, para quem leccionou tácticas militares como eu, essa de marchar contra canhões é de chumbar qualquer aluno, mesmo que seja candidato a bombista suicida.
A expressão "Marchar contra canhões" num hino nacional é, no mínimo, infeliz.


De Jacaré Tem Dente a 8 de Março de 2011 às 15:43
Os franceses em 40 puseram os Senegaleses equipados de arcos e flechas em luta contra os carros de combate dos alemães (informação captada num filme/reportagem censurado em França e que se intitula “Le Chagrin et La Pitié).
Nessa mesma época a cavalaria polaca lançou-se contra uma divisão Panzer.
Quanto à valentia portuguesa, em 1385 (Aljubarrota) os ingleses mostraram aos portugueses novas armas e novas técnicas de combate e mais tarde, nas Linhas de Torres, sec. XIX, uma vez mais o exército de “sua majestade” estava confortando a Velha Aliança… e só Junot se limpou, tendo-lhe (não sei bem a que propósito) Portugal concedido o título de Conde de Abrantes !?
Só no (nosso bem cinzento) colonialismo fomos valentes, mas, sempre com a ajuda dos Jesuítas (…)(!), dos Franciscanos e dos restantes monges meios “homos”, meios lacaios.
Não me admira que ainda possa haver quem marche contra os canhões, sabe que a “estupidez da inteligência” tem sempre com ela a “inteligência própriada estupidez.
Um abraço.


De Jacaré Tem Dente a 4 de Março de 2011 às 20:52
Confesso que não sabia e só por confirmação, “oh…Eureka” o patriotismo subiu-me à cabeça com tanta valentia nesta descoberta do poema (ao que penso) completo...!?
A minha “portugalidade” está mesmo de volta – acreditem - e o Hino de Portugal tem de facto com ele os melhores lugares para as maiores aldrabices…

Nação valente (gosto desta), os jesuítas na frente com a Bíblia na mão esquerda e a espada na mão direita; e o “Céu” sempre nos guiou à vitória de irmos buscar o ouro a Este para combatermos Allah a Oeste.
Penso que não deveremos ter dado novos mundos ao mundo, mas sim o ouro que traziamos (e que o compartilhavamos com o Reino Unido), esse sim, esse foi O NOSSO NOVO MUNDO !

Hinos de Países
Composição: Portugueses

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, e imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir,
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!


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