CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Quarta-feira, 23 de Março de 2011
Será de vez?

Imagem retirada da Net

 

          Parece que o homem está de partida.

          É que chegámos à situação insólita de ser preferivel uma crise política à manutenção do actual governo.

          Uf, que alívio!



publicado por Fernando Vouga às 22:48
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21 comentários:
De António Trancoso a 24 de Março de 2011 às 13:05
Caro Monteiro Vouga
Sócrates, bem como o seu séquito neo-liberal, foi apeado da azêmola de poder em que, habilidosamente, se pretendia eternizar montado
Parafraseando o dito cujo ...é uma "boa notícia" !
Não tão boa é aquela que, o "78 rotações" Assis, nos transmite, ao garantir que o aldrabão-mor será reeleito Secretário-Geral, no próximo Congresso do Partido, e que, nessas condições, "estão preparados" para disputar e ganhar as previsíveis eleições ! ! !
É um vira-o-disco e toca o mesmo. E o mesmo, ou pior, será, se, daquele acto eleitoral, saltar um Coelho da cartola...
Enquanto o PS não retomar os seus Princípios e Valores, o Centrão nada de novo trará aos sacrificados de sempre.


De 100 Estribeiras a 24 de Março de 2011 às 18:19
Candeeiros bem bonitos, modernos e originais.
Compre-os na Rádio Vitória, não se preocupe mais...

“Para palavras loucas, orelhas moucas”.
“Atrás de mim virá quem melhor de mim fará”.

O CALENDÁRIO FOI INTEIRAMENTE CUMPRIDO e quem pensar que a Grande Orquestra não afinou os violinos antes da serenata, está mesmo enganado.
O Sócrates vai à vidinha dele, tudo parece ser obra de “UMA OBRA”, desenganem-se, o Aníbal em conivência com “os grandes” seguiu só as instruções que lhe deram e que estavam previstas de há muito tempo.
O Aníbal não manda nada e o PM cumpriu à risca o “trabalhinho” que lhe confiaram e nada mais, José Sócrates foi pago para chegar a este resultado e o resto, é teatro!
Os “sumários” estão em dia, está tudo como OS CHEFES do Aníbal já tinham decidido na reunião de Sintra (recordemos), nessa quinta “maçónica”, lembram-se?
Vá, vamos dormir descansadinhos.


De Fernando Vouga a 24 de Março de 2011 às 19:33
Caroa amigos Trancoso e 100 estribeiras

Uma coisa é certa: o futuro continua incerto...


De 100 Estribeiras a 24 de Março de 2011 às 19:42
Acho que não Sr. Fernando Vouga, acho que está tudo a decorrer como foi programado já em meados do século XIX por um tal Albert Pyke…penso até que as marionetes estão a exercer todos os movimentos previstos e já de longa data.
O futuro será diferente, mas não será pior nem melhor…o Futuro será apenas o Futuro e… “a hoje os problemas de hoje”!
Um abraço.


De Pepino, o Breve a 25 de Março de 2011 às 00:10
O que ainda está por esclarecer é a teoria do Pacheco Pereira que, há pouco na Quadratura defende que tudo isto foi propositadamente arquitectado pelo "mentiroso-mor do reino". Até agora não ouvi mais ninguém a concordar com ele.


De Fernando Vouga a 25 de Março de 2011 às 10:53
Caro Pepino

Foi breve mas disse tudo.
Sempre fui de opinião de que esta demissão estava já planeada desde que esse "mentiroso-mor do reino", como diz, perdeu a maioria absoluta. Apenas esteve à espera de uma boa oportunidade para atirar as culpas à oposição. Já tentou a golpada aquando da aprovação do orçamento, em que ameaçava com o dilúvio, e tentou-o de novo agora em que profetiza um dilúvio ainda maior. Com a agravante de ter as medidas já negociadas com os patrões da UE.
Esta criatura é perita em entalar os opositores numa situação em que, façam o que fizerem, ficam sempre a perder.
Convenhamos que é um grande artista!


De isa a 25 de Março de 2011 às 14:20
e o pior de tudo é que esse mentiroso-rei, planeou e conseguiu porque os outros, com a ganância do poder, cairam que nem uns patinhos. Agora é vê-lo sorridente, com discursos de vitimização. Pior vai ser aguentá-lo na campanha eleitoral a espirrar para tudo que é lado.

bfsemana.

isabel


De Fernando Vouga a 25 de Março de 2011 às 18:55
Cara sobrinha

Tens razão embora eu não pense que a oposição tenha caído como uns patinhos, como dizes. Eles não tinham outra saída, dada a provocação e a humilhação a que seriam sujeitos se deixassem passar o PEC. Ou seja, por não o aprovarem, tornam-se culpados pelos males que aí vêm; se aprovassem, teriam que engolir crocodilos vivos. O que lhes acabaria com o pouco prestígio que ainda lhes resta.


De Pedro Vouga a 25 de Março de 2011 às 17:17
Não, não “Será de vez”.

É meramente uma crise no Portugal dos Pequeninos.
Somos um POVO de mistura, de memória muito curta, antigamente analfabeto funcional e hoje em dia analfabeto licenciado, HABITUADO ao sol e ao fado, a dizer mal dos outros, a fingir, a ser pedinte, a ser servil e ordeiro, velhaco encartado, a ser empurrado.
Somos gente “porreira” que “diacho”, se não voltar como primeiro-ministro voltará como presidente.

Aquele abraço
Pedro Vouga


De Hermegildo Capelo a 25 de Março de 2011 às 19:15
Já começo a ficar preocupado ! Parece-me que os outros já andam a falar demais e a atirar nos pés. Independentemente da minha posição em relação, por exemplo à avaliação dos professores , hoje votaram contra. Até aqui eram a favor ! Não se percebe ! Onde está a coerência ? Cambalhota em cima de cambalhota, trapalhada em cima de trapalhada ! Cada vez mais estamos bem entregues !...e a bóia está cada vez mais longe. Resta saber por quanto tempo ainda poderemos flutuar !...


De Fernando Vouga a 25 de Março de 2011 às 20:37
Caro Hermegildo Capelo

Pois é, anda tudo à nora. E nós também

Já agora, Por acaso não viu por aí o Roberto Ivens?



De Hermegildo Capelo a 26 de Março de 2011 às 00:34
O Roberto Ivens está fora. Foi tomar café com o Livingstone e com o Serpa Pinto. O Paiva Couceiro também vai a caminho.


De Pedro Vouga a 26 de Março de 2011 às 18:41
Caro Hermenegildo Capelo,
O povo é mole mas, qualquer dia, vai deixar de ser surdo.

Cpts,
Pedro Vouga


De Jacaré Tem Dente a 25 de Março de 2011 às 19:46
Caro Senhor.
O "Portugal Quinhentista" diz-nos isso mesmo...permita-me o comentário, só porque há historiadores e HISTORIADORES...!

A sua opinião é de uma realidade que me deixa "cada vez mais Jacaré"..."analfabeto licenciado, HABITUADO ao sol e ao fado, a dizer mal dos outros..." , sem sombra de dívida Caro Senhor, sem qualquer ambiguidade, isto é "o portugal dos pequeninos" e creia que é com sinceridade que lhe digo:
- GOSTO DESTA SUA ANÁLISE.
Um forte abraço do Jacaré.


De Jacaré Tem Dente a 25 de Março de 2011 às 22:04
...rectifico "sem sombra de dívida quando pretenderia ter escrito sem sombra de dúvida", porém, o ACASO, se é que ele existe (?) faz bem certas coisas e SEM SOMBRA DE DÍVIDA também tem harmonia com o contexto da ideia...!
Quão rica é afinal a língua Lusa.
E só de pensar que foi assim que o Sócrates lá chegou...!


De Pedro Vouga a 26 de Março de 2011 às 18:42
Meu caro Jacaré Tem Dente,

Cada vez mais actual e “SEM SOMBRA DE DÍVIDA”, que a palavra se enquadra na nossa sociedade

Nunca foi dito que o nosso primeiro-ministro, vulgarmente conhecido por "mentiroso-mor do reino", José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa era mau orador. Até pelo contrário, o dito, com as suas “falinhas mansas”, era capaz de vender este reino ao Muammar Abu Minyar al-Gaddafi e, se não o fez, foi porque achou que isso poderia incomodar o povo.

Cpts,
Pedro Vouga

*** Este texto (NÃO) foi escrito ao abrigo do novo (DES)Acordo Ortográfico ***


De Anónimo a 25 de Março de 2011 às 22:34
É assim que vai Portugal, um Portugal que vê só com um olho mas um Portugal sempre bem viradinho para o céu e que reivindica a sua presença na guerra de 14 e que não esquece as aparições de 17, um Portugal que nos diz que ser colonialista é ser construtivo, edificador, evolutivo, um Portugal sem nada que se lhe possa apontar, um Portugal de homens justos e sobretudo não racistas...um Portugal de brincalhões.
Um Portugal que ainda está a ajustar contas com Saramago e que tenta crucificar Lobo Antunes.
Confesso que tenho vergonha, tenho vergonha destes literatos de meia tigela que nem do Tarrafal nos falam mas que só nos emocionam com a “morte na picada”, que pensam ainda que a guerra de 14” foi um acontecimento extravagante para a república de Portugal, que a África foi de facto um NOBRE acontecimento da nossa História ou que das “madrugadas no capim” se fizeram heróis…!?
- Acordem meus senhores !





De Mestre de Avis a 26 de Março de 2011 às 20:02
Esse Sócrates não percebe que o político tem de colocar-se em constante balanceamento entre a imagem da realidade e o sentimento de que essa imagem já não seja respeitada. O político tem de conciliar forçosamente a imoralidade dos métodos e a virtude dos objectivos, o bem e o mal, o egoísmo e o idealismo. Como diria o outro, elementar meu caro Watson !


De Fernando Vouga a 26 de Março de 2011 às 22:09
Caro amigo

Concordo com o que diz. O político tem de conciliar isso tudo. Mas o politiqueiro não. Elementar, meu caro...


De Anónimo a 26 de Março de 2011 às 22:32
...e...quem fez quem ?
- O Eleitor.


De Mestre de Avis a 26 de Março de 2011 às 22:44
Tem toda a razão ! Não estava a pensar nesses. Não me lembrei que essa gente imoral aldrabona e mentirosa está legalizada !


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