CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
O Homem do Pífaro

Imagem retirada da NET

 

          Vou tentar resumir uma anedota com barbas. Não tem grande piada, mas vem mesmo a propósito do percurso do jardinismo que, de vitória em vitória, se aproxima a passos largos da derrota final.

 

          Num hotel de vinte andares, decorria no piso térreo um concorrido baile. Às duas por três, declara-se um incêndio no último andar. Gera-se o pânico, as senhoras gritam, mas ao microfone aparece um cavalheiro que declara com ar solene:

          — Mantenham-se serenos e continuem o baile. Nada vos vai acontecer. Eu sou o homem do pífaro!

          E o baile prosseguiu. No entanto, à medida que o incêndio se propagava aos andares de baixo, repetia-se a cena do pânico e dos gritos. Porém, aparecia sempre o mesmo cavalheiro ao microfone a acalmar os ânimos, repetindo que era o homem do pífaro.

          O resultado final foi o de todos os presentes morrerem queimados.

          Moral da história: o tal cavalheiro NÃO ERA o homem do pífaro!



publicado por Fernando Vouga às 16:37
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12 comentários:
De António Trancoso a 23 de Dezembro de 2011 às 00:45
Caro Monteiro Vouga
Perdoar-me-á, mas nem todos morreram. O suposto Homem do Pífaro, baldou-se a tempo ( ao alvorecer do dia  25 de Abril de 1974) e continua a empurrar, "prà frente... sempre", o baile das camacheiras...
Só que, para disfarçar, em vez do pífaro, usa charuto...
P:S: - Dentro de 48 horas "alguém" ficará devedor de um café...É a vida !...
Um abraço.


De Fernando Vouga a 23 de Dezembro de 2011 às 14:18
Caríssimo António Trancoso

Parece-me evidente que o homem do pífaro da estória se baldou a tempo. Só não quis referir o pormenor para não alongar o texto. Mas a sua fuga era quase implícita.
Quanto ao café, por cruel ironia do destino, rezo aos deuses do olimpo e de outros paraísos, para que eu perca a aposta...
E esta?


De António Trancoso a 26 de Dezembro de 2011 às 00:04
Meu Caro e Bom Amigo
Qual Egas Moniz, aqui me apresento, para que determine a data de cumprimento da justa "punição". Tanto os seus como os meus Deuses, não quiseram atender às preces destes dois esperançosos "pecadores"...
Com os votos de continuação de uma agradável Festa da Família, queira aceitar o meu fraterno abraço.


De Fernando Vouga a 26 de Dezembro de 2011 às 10:52
Caro António Trancoso

Ainda bem que me tratou por "caro e bom amigo". Caso contrário, teria de pagar o café no hotel Reid's Palace (passe a publicidade), onde a bica não fica nada barata...
Mas o pior, e é isso que importa, é que a criatura não deixa o poleiro. O que se entende. Não sabe fazer mais nada e ninguém o quer. Por outro lado, com tantos processos pendentes em tribunal, teria de sentar o rabinho no mocho, porque perderia as imunidades. Assim sendo, só lhe resta  esperar pela "solução biológica". Pessoalmente, desejo-lhe uma longa vida que é para ter tempo para meditar nas burrices que fez e nos disparates que disse. Isto na esperança (minha) de ser capaz de se arrepender.


De Nénén a 23 de Dezembro de 2011 às 14:52

A aposta do “cafésinho” tem de facto a sua laracha, mas só que lhe falta o sentido...um café, um sorrir e uma opinião; é curto.


Os tradutores du futuro, interpretes da actualidade ou profetas do “a vir” nunca falam do comboio que chega à hora exacta – só falam do comboio que chegou atrasado.



De Fernando Vouga a 23 de Dezembro de 2011 às 17:02
Caro senhor Nénén
 
Não estou a entender. Porventura sabe qual é a aposta?


De Nénen a 28 de Dezembro de 2011 às 21:28
Teremos susceptibilidades diferentes e eu já vi.

O sentido da "laracha" perde-se com o evoluir da cultura dos tempos e isso eu também o noto.

É bem claro que entre bons amigos se apostam cafés, pois não vamos queimar amizades com apostas...e eu também assim o faço.

Nem me interesso em saber qual o teor da aposta, apenas quis dizer que nunca se aposta sobre "os comboios que chegam na hora exacta" e por isso é fácil ganhar.

O bom apostador aposta sobre a eventualidade "do comboio que chega fora de horas"...
Simples metáfora e nada de grave; creia que não !


De Fernando Vouga a 30 de Dezembro de 2011 às 00:54

Caro Nénen

Não há aqui qualquer susceptibilidade. Simplesmente não o entendi. O que talvez resulte da minha dificuldade em matérias metafóricas...
Mas agora já percebi onde quer chegar, Pelo que agradeço a sua explicação.

Quanto à aposta, não tem nada de especial. O meu amigo Trancoso apostou comigo um café, afirmando qua Jardim daria o fora antes do natal. E perdeu a aposta, com grande pena minha, como deve imaginar.


De Nénén a 30 de Dezembro de 2011 às 20:45
AJJ só dará o fora quando a célula a que ele pertence assim o decidir.

Vejamos qual é o "jogo" que está em cima da mesa e qual o montante das apostas/interesses neste momento na Ilha da Madeira...?

Quem são os trutas ?

AJJ assegura ainda fortes interesses ESTRANGEIROS, AJJ dá a cara e só sairá quando "os irmãos" o decidirem e por isso ele brinca, joga, faz macaquices e, digo mais, AJJ até será capaz de tocar pífaro de joelhos e diante de toda a gente se se assim as "altas entidades" lho exigirem... AJJ não passa de um (mau) actor pago para desempenhar um certo papel..e .aqui está o tal governo da sombra, aquele que de forma mordaz nos oferece a traição, essa traição que violenta as nossas ideias e que destroi as democracias.

O que conviria denunciar é quem são esses mestres que só actuam em célula e sempre de cara tapada; quem são (?), como são (?) e quantos são ?


Dizermos que AJJ é um palhaço...todos o sabemos, só que AJJ ri sozinho...o público jão não ri.

Mas, porque é que AJJ ainda ri ?


De Fernando Vouga a 31 de Dezembro de 2011 às 14:24
Caro senhor

Com todo o respeito pela sua opinião, penso que AJJ não está filiado em qualquer sociedade secreta ou afim. Pela simples razão de que ninguém o quer. Isto porque ninguém está para o aturar. Além do mais, a maioria dessas sociedades têm um grande cuidado na selecção dos seus membros que, na maioria, são pessoas de alta craveira intelectual e bem colocados na vida. Essas sociedades são secretas mas não são parvas.
Apenas suportam o Dr. Jardim aqueles que lhe estão subordinados e na mira de mamar na sua teta.
Jardim subiu ao poder pela mão do bispo Santana, amedrontado com os avanços do PCP e o seu famigerado PREC. Para tal, escolheu-o para testa de ferro, dada a sua truculência e passado salazarista. Claro que agora, a Igreja Católica está a roer os ossos do erro que cometeu. Os bispos não passam de mandaretes do sistema e dependentes dos subsídios do poder jardinista.

 


De jorge figueira a 30 de Dezembro de 2011 às 17:44
O meu comboio chegou atrasado mas espero que me permitam a colherada tardia.
A prova de resiliência iniciada em 1978 está a deixar o piloto à rasca. O homem vê passaram-lhe pela frente pneus em correria desenfreada e já não sabe como,e ,com  quem, controlar a situação. Longe vão os tempos de uma outra metáfora onde se dizia que: quem quer ter uma prostituta fina paga. É o mal da profissão. A idade retira dotes.
Revendo-se em Pinochet o nosso homem não vê com bons olhos passar pelos Tribunais para se responsabilizar por aquilo que disse e fez. É uma questão de coragem à moda da casa.  


De Fernando Vouga a 30 de Dezembro de 2011 às 21:08
Caro Jorge

Com efeito, estamos no mundo da anedota, embora de péssimo gosto. O que aqui se passa faz lembrar a Coreia do Norte, em que os governantes vivem no mundo da fantasia e da ilusão e o povo, especialmente o superior de lá, faz de conta que acredita...
Penso mesmo que se o nosso Grande Timoneiro, falecesse (algo que francamente não lhe desejo), haveria um novo 20 de Fevereiro.
Embora de crocodilo, as lágrimas seriam tantas que não caberiam nas ribeiras.


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