CONTRA OS ABUSOS DO PODER
VENHAM DONDE VIEREM
Domingo, 20 de Maio de 2012
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De António Trancoso a 21 de Maio de 2012 às 01:05
O avô, ao recontar a "estória", começou assim:
- Bom, vendo bem, antes desses dois "artistas", havia um outro, chamado Silva, que chegou longe, muito longe...Tão longe que ninguém se deu ao trabalho de o agarrar...
Também, na ilhota da costa de África, houve um outro, que ensandeceu, e tiveram - aqueles a quem encheu a mula - de tirar-lhe o poleiro onde se alapou por mais de 36 anos.
Enfim, tudo gente "fina"...
De jorge figueira a 21 de Maio de 2012 às 11:18
É normal estas historietas começarem por: era uma vez. Esta não é excepção. Então aí vai, era uma vez um pai tirano, mas com objectivos (não vem ao caso saber se correctos ou não) de futuro para a família que lhe impôs uma prolongada guerra. Cansada de guerra a família rebelou-se. Umas histriónicas criaturas, durante trinta e tal anos, trataram da sua vidinha e de uns (poucos) apaniguados. Sem objectivos que galvanizassem os diversos membros da família navegaram à vista para fugir aos escolhos que foram semeando pelo caminho. Deixaram, por isso, uma péssima ideia daquilo é (deveria ser) um verdadeiro: HOMEM PÚBLICO. O resultado é, sem dúvida, voltarmos às cavernas. Não pode ser outro
Caros amigos António Trancoso e Jorge Figueira
Estamos perante uma anedota bem triste e que não me fez sequer sorrir. Mas que não deixa de ser eloquente e reveladora.
Quem nos levou a este estado de coisas, esses sim, estão-se a rir. Porque os nossos governantes estão ao seu serviço, para que o nosso rico dinheirinho lhes entre no bolso.
Lembro o caso do BPN em que se evaporaram milhões e milhões. Alguém os roubou, mas a factura está a ser paga por nós.
Razão têm os gregos que deram um nó cego nas eleições. Não querem pagar por aquilo de que não se sentem culpados. E colocaram o mundo do dinheiro em sentido. Desde Obama a Jardim, está tudo à rasca, como sói dizer-se.
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