
Imagem de arquivo
Jardim (quem diria...) acabou de espetar uma facada nas costas do seu colega de partido, o mal amado José Relvas. Afirmou, em tom jocoso que, dado o seu extensíssimo currículo, vai pedir uma catrefa de equivalências, para depois requerer outra catrefa de licenciaturas.
Convenhamos que, desta vez, o Presidente do Governo Regional da Madeira acertou em cheio.
Dia 16 de Julho de 2012 - Aditamento:
Muito a propósito, acrescento aqui uma imagem que pode ajudar muitíssimo os candidatos a doutores de aviário. Note-se o avental do utente e as instruções na lombada à esquerda. Para melhor esclarecimento, junta-se uma transcrição das ditas.

PREPARAÇÃO
É essencial o uso de um aventalzinho da Maçonaria e ter amigos influentes.
Prometer favores e lugares bons no futuro.
Adicionar alguns sorrisos e euros na proporção certa.
Tentar esconder tudo dos jornais e exigir sempre ser tratado por Sr. Doutor.
Agradecer e nunca se esquecer de pagar em favores.
De Anónimo a 16 de Julho de 2012 às 15:00
Aqui estä uma das melhores päginas deste seu Blog – bem haja.
Esta é de facto a formula não sö da licenciatura instantânea como também a “de muitas mais licenciaturas” (...), porém, faltam sö – quanto a mim – dois elementos neste cozinhado instantâneo:
– uma pequena colher de “sacanagem” e uma concha bem servida de “filha-da-putice” !
Caro anónimo
Obrigado pelo elogio. Mas não é necessário exagerar!
De Anónimo a 16 de Julho de 2012 às 15:39
Serä que hä um Dono a mais na Satrapïa e que é lançado à cova dos chacais ?
Caro anónimo
Este sátrapa, penso que se refere a Relvas, está a incomodar muita gente. Uns porque, sendo ministro, desprestigia o governo, outros porque temem que lhes ponham também a careca à mostra.
Se a coisa pega...
De jorge figueira a 20 de Julho de 2012 às 21:03
Os Portugueses estão bem retratados na música da novela Gabriela (inspirada no livro do Jorge Amado) que dizia: eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim... Gabriieeella! As juventudes partidárias, e, os adultos seus mentores, fizeram desaparecer a universidade independente com Sócrates. A procissão ainda vai no adro mas este caso revela bons indícios para atingir o mesmo porto.. Há, porém, um aspecto que me apraz salientar, a melhor nota (18) que o nosso dr Relvas teve foi numa cadeira chamada: Pensamento Contemporâneo. Tem tudo para o sucesso com aquela brilhante classificação. O Mundo é do nosso Relvas.
Falando sério. O clientelismo vem da monarquia liberal, mas faz pena que ainda estejamos nisto
Caro Jorge
Nestas desgraças há sempre algo de positivo. Foi uma óptima oportunidade para Jardim brilhar.
À falta de melhor...
De Anónimo a 22 de Julho de 2012 às 15:52
Concordo, porém eu diria sö que "HÄ FALTA DE MELHOR ... " é que não me consigo conformar com "Ä falta de melhor ..."
Muito boa tarde caro F. Vouga,
penso que se terá enganado no nome; José Relvas?
Cumprimentos
Caro Sr. Mário Relvas
Agradeço-lhe a observação.
Para lhe ser franco, até achei piada ao lapso. Sem querer, acabei por, de certa forma, mostrar o desprezo que sinto por tão execrável figura. Mas não foi de propósito, confesso.
E é nesses termos que vou deixar o erro. Mas vou ter o cuidado de, daqui para a frente, nunca lhe chamar Mário (lagarto, lagarto, lagarto).
Promessa de "não político" (que a de político a gente sabe no que dá...).
Um abraço
De Mário Relvas a 5 de Agosto de 2012 às 18:01
Exmo Sr. F. Vouga,
Acabei por não perceber qual a figura execrável a que se refere na postagem... Presumo que os dois... Sobre o chamar-lhe Mário ou não vomecê é que saberá o que quer dizer e o que pretende...
Cumprimentos
MÁRIO RELVAS
Caro Sr. Mário Relvas
Acertou. São, na verdade, ambos execráveis.
De tanto pensar no José Sócrates, e talvez pela semelhança das tropelias académicas desses dois figurões, acabei decerto por trocar os nomes próprios.
Como são farinha do mesmo saco, nem me dou ao trabalho de emendar o meu humilíssimo texto, a menos que o meu amigo me informe de outros motivos que, de momento, não estou a ver.
Em suma: o que interessa é não deixar cair no esquecimento os expedientes rascas de certos governantes que, sendo quase todos maus, ainda deixam espaço para alguns do piorio.
Quanto à sua referência ao Mário, que é o seu nome próprio, no comentário anterior parece que ficou bem claro que terei, no mínimo, o cuidado de evitar misturas com a sua pessoa, já que não tenho motivos para lhe faltar ao respeito.
Os meus cumprimentos
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