CONTRA OS ABUSOS DO PODER
VENHAM DONDE VIEREM
Terça-feira, 21 de Agosto de 2012
Chegou a hora!

Imagem retirada do JM de hoje
Jardim não desiste de maior autonomia política para a Madeira e diz que vai desafiar Estado com o Referendo
(...)
E deixou bem claro que «desafiamos o Estado português para, em caso de dúvidas, ter a coragem de assumir uma decisão democrática e permitir um Referendo na Madeira que, de uma vez por todas, demonstre a vontade do povo madeirense, reforce a coesão nacional e finalmente encerre o “contencioso da Autonomia”».
Final do discurso hoje proferido na CMF nas cerimónias do dia do Concelho do Funchal
Nota do “deprofundis”:
Parece ser da maior justiça ouvir os restantes portugueses, para se saber se querem ou não que a Madeira continue a ser parte de Portugal.

De Anónimo a 22 de Agosto de 2012 às 08:48
Já é tempo desta novela ter fim! Não há pachorra...não há mesmo.
De Anónimo a 25 de Agosto de 2012 às 17:09
... "quem canta seu mal espanta e ... "
Faltou apenas o "engenho e a arte" ...!
A Madeira aceitou durante muitos anos todos os abusos, a Madeira sempre votou com liberdade e deu durante anos consecutivos o "mandato" ao mesmo homem, aos mesmos elementos ... a Madeira usufruiu de vantagens diversas, não o esqueçamos...
"Rom-Rom" de bastidor acaba por ser cansativo e deveremos fazer apenas uma pergunta: - de quem é a culpa ?
Do Eleitor.
Caro senhor
É uma opinião respeitável.
Assim sendo, o que é preciso mudar não é de governo mas de eleitores.
De Anónimo a 25 de Agosto de 2012 às 17:56
Tudo é proporcional e penso que a qualidade de um Governo é sempre proporcional à qualidade do seu eleitor.
A administração Portuguesa, e desde o século XV, sempre pensou que é mais fäcil governar estüpidos do que governar inteligentes e foi assim que as correntes se propagaram pela manipulação polïtica/social ( e se não, olhemos os nossos jornais, a nossa TV e todos os mass media... que nada nos dizem de concreto!), também as correntes religiosas contribuiram e são fortemente responsäveis pelo que se passa na nossa actualidade. Bem evidente é que tudo deverä passar pela Cultura e enquanto assim não for; pois nada conseguiremos Senhor Fernando Vouga.
AJJ, as igrejas, os partidos pilïticos "bidons", imprensa tendenciosa e "o buraco da Madeira" não são mais do que o reflexo de uma EXTREMA MANIPULAçÃO inteligentemente posta sobre o terreno ... não esqueçamos que o Cardial Cerejeira disse um dia que para que um povo seja submisso, tem que sofrer !
Acho que tudo tem mesmo que passar pela Cultura e nada mais.
Caro senhor
Obrigado por este seu esclarecimento que, diga-se em abono da verdade, foi muito útil.
Concordo inteiramente consigo
De jorge figueira a 22 de Agosto de 2012 às 12:55
A linguagem encriptada com que S. Exa. fala quer dizer isto: ando, desde Novembro, a entreter estes tolos que estão ficando cada vez mais (função do apertar do cinto) espertinhos, mandem massaroca e não me chateiem, seus traidores, pois eu sempre ganhei eleições e preciso do dinheiro para continuar a ganhar. Só que o homem é passado e é necessário pensar o futuro que, quer AJJ queira ou não, não conta com ele.
Caros comentdores
O que é mais delirante é que Jardim nesse discurso tem a lata (ou o humor?) de apresentar a solução para a crise (estou mesmo a ver o Obama a tomar notas...). Solução essa em quatro pontos, todos apontados para o exterior (já que ele faz tudo bem feito), como não poderia deixar de ser. E o mais curioso é que no último ponto ele exige mais autonomia ou seja, mais dinheiro para o regabofe e isenção total de prestar contas. É obra!
De Anónimo a 25 de Agosto de 2012 às 23:02
A Verdade e a Mentira são duas irmãs que andam sempre de mão-na-mão ... sempre juntas e parecem-se uma com a outra !
Não sei se por vezes Deus também não dä a mão a um desses pequenos diabretes, sö para chatear e para que as consciências possam assim retomar o seu caminho numa dirëctica lögica, eficaz e evolutiva (?), penso que a Madeira é o espelho de tudo o que se passa no mundo dos nossos dias.
Uma pequena olhada em Mateus 10 de 34 a 39 pode vir a contribuir para a escolha evidente de uma opinião välida.
Comentar post