Imagem retirada na NET
Está arreigada na nossa cultura a ideia de que, se muita gente desejar algo, esse desejo se concretiza. Assim, nas épocas festivas, nos aniversários, por tudo e por nada, as pessoas desejam aos seus amigos e conhecidos isto, aquilo e aqueloutro. É o “bom fim-de-semana”, é o “bom dia” é o “boas festas, é o “feliz aniversário”, expressões vulgarizadas que, bem vistas as coisas, não resultam em absolutamente nada.
Voltando à vaca fria da minha nota anterior, lembro que há dias, o senhor Fernando Ulrich proferiu afirmações, quiçá bem intencionadas, mas que na conjuntura actual considero infelizes, inoportunas e desnessárias. Muito provavelmente, causaram em milhares e milhares de portugueses a mais viva indignação. Tremo só de imaginar o que essas pessoas todas desejam agora a tão ilustre senhor. Não será decerto o que de melhor haverá por esse mundo fora.
De qualquer forma, deste insólito incidente resultou algo de aproveitável: é que ficou provado por A+B e de uma vez por todas que, por melhores ou piores que sejam os desejos, mesmo que formulados por multidões, nada acontece. Caso contrário, o senhor Ulrich...
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