Chão da Lagoa, 29 de Julho de 2007
Foto retirada do DN da Madeira
A carreira política desta criatura, desde que conseguiu ser eleito presidente de um partido, tem-se sagrado por uma sucessão de desaires grotescos. Tendo no entanto o direito de não perceber que não é minimemente dotado para a política (será dotado para mais alguma coisa?), conseguiu vislumbrar que, após a catástrofe sofrida nas recentes eleições para a Câmara de Lisboa, era de bom tom abrir ao seu partido à hipótese de ser substituído. Decisão louvável.
Porém, esta sua perspicácia não chegou para entender que essa substituição só será minimamente séria, decente e frutífera se não se recandidatar. E já todos percebemos que ninguém, com um mínimo de dignidade, se vai baixar ao ponto de competir com tão anedótica figura. Ou seja: este senhor vai obter mais uma vitória.
Para mal dos nossos pecados.
Isto dos "tadinhos" está a ficar na moda. A acreditar no que Sua Excelência disse hoje na Assembleia da República, as vaias a que ultimamente tem sido sujeito, foram todas montadas pelo PCP. E até reconheceu as pessoas que estavam a vaiar. Tudo militantes desse partido. Que golpe de vista! Que memória!
Afinal o povo está apaixonado por este Governo.
Só não se percebe bem como foi possível aquela vaia monumental no Estádio do Benfica, na presença das delegações estrangeiras, aquando da atribuição dos prémios das "maravilhas". Será que o PCP tem assim tantos militantes?
Pelos vistos, no Ministério da senhora da figura, o mais importante é a preservação da imagem e bom nome do seu idolatrado chefe. Se alguém fala da trapalhada do diploma mais polémico do mundo e arredores, vai de castigo. E glorificam-se os delatores.
Porém, fazer asneiras nos pontos de exame não tem nada de mal. Se as perguntas estão erradas, paciência. Prejudicar milhares de estudantes é uma minúscula gota no oceano... da grandiosidade do senhor José.
Barra de São Miguel - Alagoas - Brasil
Abril de 2007
Gelo "em escama"... Não está mal pensado, não senhor!
Note-se a cabine telefónica, o "orelhão" como lá se diz, com a sugestiva forma de casca de amêijoa. Ou não estivesse à beira-mar. Só falta o azeite, os alhos e os coentros...
Kruger Park - África do Sul - Outubro de 1997
Passar uns dias neste parque é uma aventura inesquecível. Pelas paisagens e pelos animais selvagens que se podem observar. A maioria, no seu habitat naturail. O que não impede de ver um elefante no asfalto...
Porém, nem tudo são rosas. Quem, como eu, já percorreu milhares de quilómetros pelos sertões selvagens de Moçambique Guiné e Angola, fica um tanto desiludido. Aqui, neste parque, já se sente demasiado a proximidade da civilização. O que se ganha em comodidade, perde-se em autenticidade.
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