Caminhos Perdidos na Madrugada é um romance cuja acção decorre em Moçambique no termo da Guerra Colonial. Na plantação de “Chá Molungo” os acontecimentos precipitam-se à medida que no Portugal metropolitano o processo de descolonização se começa a desenhar. Os colonos sentem-se traídos e temem ser abandonados. Começa-se a sentir por todo o lado a influência crescente dos movimentos de libertação, com especial incidência da Frelimo. A acção muda-se para outros cenários: a Academia Militar na Amadora, um cemitério em Castelo Branco, as matas perigosas da região dos Dembos em Angola, a Guiné no tempo de Spínola, a guerrilha maconde no planalto de Mueda. O desfecho são dois nascimentos: de uma criança e de uma Nação.
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Hoje, nas comemorações do 10 de Junho, foi condecorada cerca de meia centena de pessoas . Decerto porque se distinguiram pelas suas obras meritórias. O que, à primeira vista, nos dá a sensação de que estamos a trilhar o caminho do progreso e do bem-estar. Porém, essas obras, aparentemente, não serviram para grande coisa. O país encontra-se à beira do abismo e já ninguém acredira que haja uma saída minimamente digna e decente.
Mais do que condecorar pessoas, dever-se-ia condecorar feitos, dos quais todos nós nos pudéssemos orgulhar. Mas não terá sido esse o caso.
Afinal, condecorou-se o quê?
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