CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Todos de castigo

 

          José Manuel Coelho, com os seus 39,01 % dos votos na Madeira,  pôs de castigo, tanto o Governo Regional, como toda a oposição.

 

          Por um lado, provou que o Jardinismo (com uns escassos 44,01%)  é derrotável e que o "povo superior" não está assim tão controlado como se julgava; por outro, provou que as oposições madeirenses estão demasiado acomodadas para representarem qualquer perigo para a actual maioria. 

          A partir de agora, o jogo partidário nunca mais será o  mesmo. Coelho passou a ser uma figura incontornável na política regional.

 



publicado por Fernando Vouga às 14:20
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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
E esta?



publicado por Fernando Vouga às 19:21
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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011
Luz ao fundo do túnel

 

 

          Será o princípio do fim da crise em Portugal?

 

          É que, pelos vistos, nem tudo está a cair. O peito desta senhora (de muito bom fundo, diga-se em abono da verdade), a taróloga Maya, está prestes a subir!

          Não restam dúvidas de que esta grande notícia é um óptimo começo para o ano de 2011!

 

PS (não confundisr com o partido político):

Não sei bem o que é isso de ser taróloga mas, pela imagem, deve ser muito bom.



publicado por Fernando Vouga às 13:00
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Sábado, 8 de Janeiro de 2011
Nem Cavaco nem Alegre

 

          Quem não fizer partes das suas formações apoiantes não precisa de escavar muito fundo para concluir que Cavaco Silva continuará a não estar à altura dos desafios que vamos ter de enfrentar nos tempos que se vão seguir. E esta triste e desprestigiante campanha eleitoral confirmam as perspectivas mais pessimistas. O Presidente recandidato, para lá de não apresentar nada de inovador e convincente, perante os ataques pessoais de que está a ser alvo, tem-se comportado como um Tartufo digno das mais sarcásticas peças de Moliere.

          Quanto a Manuel Alegre, apesar das fraquezas do seu principal opositor, enveredou pela estratégia errada (embora a mais fácil e habitual). Tendo telhados de vidro, optou por atirar pedras ao adversário. Ao optar pela agressividade e atacar Cavaco em vez de apresentar ideias, deu um inequívoco sinal de fraqueza e acabou por dar demasiada importância ao seu opositor.

          Mas não me parece que esta situação se revista de grande gravidade. Afinal, os poderes do Presidente da República são muito reduzidos e acabam por não resolver quase nada. A menos que apareça alguém suficientemente inteligente e corajoso para “dar a volta ao texto”, como se costuma dizer.

 



publicado por Fernando Vouga às 23:23
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