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A situação na Líbia está a levar os nossos governantes à beira de um ataque de nervos. Parece que temos o caldo entornado! Mas será bom lembrar que em política, como na vida comum, fazer alianças com o diabo nunca deu bons resultados.

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De acordo com a Wikipédia, o antigo ministro Armando Vara é um político português e administrador bancário. Estudou Filosofia na Universidade Nova de Lisboa, tendo abandonado a universidade sem obter o diploma de licenciatura. Em 2004, antes de ter qualquer licenciatura, obteve um diploma de Pós-Graduação em Gestão Empresarial no ISCTE. Mais tarde obteve o diploma de licenciatura no Curso de Relações Internacionais na agora defunta Universidade Independente, três dias antes da sua nomeação para a Administração da Caixa geral de Depósitos, cargo que deixou de exercer para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Português.
Um mês e meio depois de ter abandonado a Caixa Geral de Depósitos para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Português, foi promovido no banco público ao escalão máximo de vencimento, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma.
Na passada quinta-feira, dia 17 de Fevereiro, este senhor deixou indignados os utentes de um centro de saúde em Lisboa quando passou à frente de todos os doentes e deu ordens a uma médica para lhe passar um atestado, alegando estar com pressa para apanhar um avião.
Convenhamos que a criatura vai longe. Por este andar, ainda chega a PM.
Claro que isto não tem nada a ver com o descrédito total em que caiu a classe política portuguesa…
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A acreditar nas suas últimas declarações na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, um seu director geral desobedeceu às ordens recebidas e, por causa disso, provocou aquela estrondosa barraca nas eleições presidenciais. E milhares de eleitores não conseguiram exercer o seu direito de voto.
Ora explique lá como é que só descobriu a falta depois do mal ter sido feito? Que raio de ministério é o seu em que havia um alto funcionário que se dava ao luxo de ignorar olimpicamente as ordens da sua Secretária de Estado? Como é que ainda tem a distinta lata de não assumir as suas próprias responsabilidades?
O cidadão Pinto de Sousa está de parabéns. Decidiu acabar com o actual "Programa contra a obesidade". É que não faz qualquer sentido, porque as "Medidas de austeridade" há muito que estão a tomar conta do caso. E com que eficácia!
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