Em todo este imbróglio do deve e não deve, resta-nos apenas uma certeza: o Presidente do GR não tem culpa nenhuma. Esta vai direitinha para forças ocultas, tais como maçonarias aleivosas e esquerdas cavilosas. Porque, verdade seja dita, todas se juntaram para acabar com a Madeira. Só lhes falta cobrirem o Pico do Areeiro com umas largas toneladas de chumbo para afundarem ilha nas profundezas do oceano.
Mas há mais, consta que alguém no Governo Regional está a fazer um estudo para calcular o total da dívida do Continente à Madeira desde os tempos de Gonçalves Zarco. E, como se tal não bastasse, tudo leva a crer que o famigerado rectângulo continue a roubar a nossa tão querida ilha. É urgente estancar esta autêntica sangria de capitais.
Assim sendo, e antes que o Dr. Jardim apresente as facturas do passado, Passos Coelho não terá outra solução: em nome da mais elementar decência, deverá liquidar de uma vez por todas os buracos financeiros da Região. Depois, para evitar mais roubalheiras, deverá declarar unilateralmente a independência da Madeira.
Nem mais nem menos.
No passado dia 14 de Julho, estavam em Paris a assistir ao desfile das Forças armadas francesas três generais.: Leónidas, Aníbal e Napoleão.
Ao avistarem os mísseis, disse Leónidas:
— Se eu tivesse "setas" destas, não teria perdido a batalha das Termópilas.
Seguidamente, apareceram os tanques. Aníbal, impressionado, disse:
— Com "elefantes" destes eu teria conquistado Roma.
Perante o silêncio de Napoleão que, em vez de olhar para o desfile, lia o Jornal da Madeira, os outros generais perguntaram-lhe:
— Então Napoleão, não dizes nada?
Ao que o célebre imperador de França respondeu:
— Se eu tivesse na altura um "jornal" destes, ninguém teria sabido da minha derrota em Waterloo!
Resumindo: uma jornalista do "Público", Ana Cristina Pereira, foi convidada pela Câmara de São Vicente para apresentar o seu último trabalho. Uma obra que não tem nada a ver com a política mas com o drama da toxicodependência e do tráfico de droga.
Porém, como o convidado para fazer a apresentação era o director do "Diário de Notícias" da Madeira, periódico não alinhado com o partido da maioria governativa, foi "desconvidada", a menos que encontrasse outro orador.
Claro que tal atitude do autarca da Capital do Norte já não apanha ninguém de surpresa. Aqui na Madeira é mesmo assim: a igualdade dos cidadãos perante a lei não existe, pura e simplesmente, nem para as actividades mais inocentes. Quem não pertencer às hostes laranjas só é gente para pagar os impostos.
De tal forma funciona a "democracia" madeirense que, à primeira vista, parece que nem mereceria a pena contar mais este triste episódio. Mas, se o faço, é apenas para se ver até que ponto chega a mesquinhez abjecta do lambebotismo jardinista.
Imagem retirada da NET
Corre aí pela Internet a notícia de que o Professor Martins Pisco, português de óptima cepa, desenvolveu uma técnica revolucionária de minimizar, dir-se-ia mesmo, curar os problemas da próstata. Algo fácil de aplicar, com poucos efeitos colaterais e que, quando aplicado, confere aos pacientes uma qualidade de vida quase normal.
Mais ainda, a esperança de vida é substancialmente prolongada.
Mas é aqui que reside o cerne do problema: como bem sabemos, não vai tardar muito para que o prolongamento da esperança de vida dos velhos, também conhecidos por "idosos" — vá-se lá saber qual é a diferença — passe a ser considerado crime de sabotagen económica!
O nosso brilhante cientista que se cuide, porque pode acabar os seus dias atrás das grades...
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