CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011
Parábola do pai pródigo

         

 

          Neste tempo, para ganhar todas as eleições, Jardim resolveu dar um Rolls Royce aos madeirenses. Mas não tinha dinheiro para o pagar.

          Agora, os madeirenses têm de apertar o cinto para pagar um Rolls Royce, quando um Fiat lhes chegava perfeitamente

 

Palavras da perdição.

 

Amen



publicado por Fernando Vouga às 17:52
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Domingo, 2 de Outubro de 2011
Notícia de última hora

 

 

Imagem recebida por correio electrónico

 

Carvalho da Silva acaba de ser sibstituído na CGTP



publicado por Fernando Vouga às 22:24
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Sócrates já foi castigado...

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          Alberto João Jardim diz ainda que não contem consigo «para pactuar com o que se passa quer na Europa quer em Portugal, mais a mais que Portugal vive no paradoxo de querer resolver os seus problemas num sistema capitalista selvagem mas ao abrigo de uma constituição que é ideologicamente socialista». «Isto é estar a brincar com coisas sérias», alerta.

          «É de facto algo que não se entende, porque podem fazer as contas todas, mas se o Estado não for reformado de alto a baixo Portugal não consegue resolver os seus problemas»; reitera.

 Jornal da Madeira, 2 de Outubro de 2011

 

          Como é que o único governante português que conseguiu ultrapassar Sócrates em incompetência e irresponsabilidade, vem agora perorar sobre a salvação da Pátria?

          Com que lata, um governante de uma pequena ilha perdida no meio do Atlântico, depois dos erros grosseiros que cometeu, de ter mentido descaradamente, de ter comprometido o nosso futuro, se arvora em único sabichão e se permite dar conselhos professorais ao mundo todo?  

          Como é que um homem que não respeita nada nem ninguém, incluindo a Constituição, se preocupa com ela? Que diferença lhe faz que a Lei Fundamental seja socialista ou outra coisa qualquer, se para ele sempre foi letra morta?

 

          Jardim não está louco, como poderá parecer à primeira vista. Ele fala assim, porque sabe que aqueles que estão à sua gamela têm uns antolhos que lhes tapam a realidade, o que já de si não é brilhante. Porém, o pior e o mais grave, é ele saber que o seu discurso disparatado, inconsequente, mas sempre arrogante, cai bem nas cabecinhas do seu tão querido povo superior, quiçá toldadas pelos copos de um jantar à borla. Cabeças estupidificadas ao longo de mais de três décadas, mas que o aplaudem freneticamente, embora sem perceber nada do que lhes é dito e da desgraça que as espera. Mas são votos garantidos e é isso, e só isso, que lhe interessa.

          Enfim, Sócrates já foi castigado. Espero que aqui se faça justiça. Finalmente.



publicado por Fernando Vouga às 13:51
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Sábado, 1 de Outubro de 2011
Jardinismo científico

 

Imagem enviada pelo correio electrónico

 

          São tantas as teorias científicas que o senhor Presidente do GR apresenta para disfarçar o desconforto que sentiu ao ser apanhado em falta, que seria fastidioso enumerá-las todas neste espaço. Para lá da falta de pachorra.

          Vou apenas mencionar duas que, por serem tão bizarras, não passam de anedotas de maui gosto.

          A primeira, uma enorme aberração histórica, é a de que as gerações actuais (do Continente, claro) terem a obrigação de devolver à Madeira tudo o que, em sua douta opinião, daqui foi roubado desde os tempos de Zarco. Ou seja, este buraco não será mais do que um pagamento por conta! Teoria esta que, a ser posta em prática, abre um precedente terrível. Os indios do Brasil, os africanos, os indianos, enfim, todos os povos colonizados pelos portugueses teriam direito à devolução das riquezas que trouxemos das suas terras, desde os tempos de Bartolomeu Dias.

          A segunda teoria é a de que, qual pai estremoso, os dinheiros de que Jardim se serviu e não tinha direito, se destinaram a contribuir para a felicidade dos madeirenses. Gesto bonito e que dá votos...

          Não duvido que esses dinheiros não tenham feito a felicidade de alguns, embora, como mostra a figura, tal lhes esteja a fazer comichões nos sítios mais íntimos. Mas será que um pai tem direito a endividar-se irresponsavelmente e até ao absurdo por tal motívo? Será minimamente sensato fazê-lo sabendo que os filhos vão ter de pagar com juros as dívidas que contraíu?

          Diga-nos lá com seriedade, senhor presidente, qual vai ser a felicidade dos madeirenses a partir de agora?



publicado por Fernando Vouga às 15:38
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