Quanto menos subsídios, menos dependênca;
Quanto menos dependência, menos fidelidade;
Quanto menos fidelidade, menos votos.
Não assisti ao discurso de Passos Coelho no encerramento do último congresso do seu partido. Quanto a discursos, sou da opinião do meu falecido sogro, pessoa amiga que sempre estimei muito e que me disse uma vez: "Entre um discurso e um p..., prefiro o p... . Este também cheira mal, mas dura menos tempo."
Adiante.
O que me despertou os sentidos para a televisão não foi a política mas o insólito da imagem. Foi o erro grosseiro de ortografia do "profissional" que inseriu a nota de rodapé. E não me venham cá com a desculpa esfarrapada da distracção. Quem dá erros destes é porque não está habituado a escrever corectamente.
Enfim, mais uma lástima!
A avaliar pela qualidade da língua de Shakespeare, a casa à venda, em pleno Eastcote, Middlesex, UK, é propriedade de um antigo PM de Portugal, cujo nome não me vem à memória de momento...
Vitor Gaspar poderá passar à História, não como ministro das Finanças de Portugal, mas como o Nostradamus do Séc. XXI. Acabei de ouvir no noticiário da RTP que profetizou o regresso do nosso país aos mercados financeiros internacionais no dia 23 de Setembro de 2013. Nem mais nem menos!
Estou certo de que a profecia só não se concretizará se se verificar uma das seguintes situações:
Nota: não acredito que o Mundo acabe tão cedo...
Imagem retirada do DN - Madeira de 11 de Março de 2012
A acreditar no senhor ministro, no tocante a cortes salariais, não há excepções na CGD e na TAP. O que há são empregos "em concorrência", blá-blá-blá.
Enfim, arranja-se um eufemismo e está tudo explicado. Só nos falta saber é se os detentores de cargos políticos também estão na cetegoria dos tais "em concorrência"...
O autor de "O PROCESSO 95385", o doutor Rui Verde, foi vice-reitor da extinta Universidade Independente, a tal que diplomou como engenheiro o cidadão Pinto de Sousa. Esta obra perturbante, que se recomenda, revela-nos com toda a crueza de que massa é feita a maioria dos homens que se servem dos corredores do poder para subir na vida.
Nos factos aqui apresentados, ninguém "fica bem na fotografia", como se costuma dizer. Mas há uma curiosa exepção...
Pelos vistos, reacendeu-se a polémica sobre a "Presidenta" da Assembleia da República. Só nos faltava mais esta, no meio de tanta desgraça!
Como convém nestas situações, uns são a favor e outros são contra. Pessoalmente, sinto calafrios ao ouvir semelhante disparate. A vingar, teremos que dizer "residenta", "estudanta", "ouvinta", "comercianta" e por aí fora. Mas, como procuro sempre ser democrático, no rigoroso respeito pelas opiniões dos outros mesmo quando me parecem idiotas, proponho o seguinte:
Usar as três formas possíveis, ou seja "presidenta" para o sexo feminino, "presidento" para o sexo masculino e "presidente" para o terceiro sexo. Vou dar um exemplo:
"O pedinto recebeu a esmola das mãos da lenta da universidade mas um (uma) residente, disse que gostou muito de ver esse gesto de caridade."
Lindo... e esclarecedor!
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