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Era uma vez..., o senhor Chico-esperto, pessoa que se julgava acima da Lei e não respeitava nada nem ninguém, indo ao volante da sua viatura, viu-se envolvido num aparatoso acidente de viação, do qual resutaram vários mortos e feridos, para lá de avultados danos materiais. Tudo porque, num cruzamento, não respeitou um sinal de paragem obrigatória.
Abordado pela polícia, declarou que não tinha culpa nenhuma, porque não era técnico de automobilismo e nem sequer tinha carta de condução.
E esta?
Texto retirado das "Cartas do leitor" do DN-Madeira de hoje.
Todos sabemos que o desespero é mau conselheiro. Mas daí até se revelar o NIF do Primeiro Ministro, vai uma grande distância.
Inadmissível!
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Não sendo um dogma de fé, está arreigada no mundo católico a convicção de que os Papas são escolhidos por vontade expressa de Deus. Para tal, o colégio cardinalício que o elege, reunido em Conclave, sujeita-se a formalidades e rituais rigorosos, muito específicos e elaborados, de forma a que não restem dúvidas de que a escolha teve mesmo a mão divina. Processo que me parece um tanto exagerado já que, segundo a doutrina, nada se faz contra a vontade do Criador. Mas aceito que se justifique a excepção, dada a suprema importância da eleição da mais alta autoridade da Igreja Católica.
Neste contexto, convém recordar os últimos meses de vida do Papa João Paulo II. Independentemente das crenças, esse pungente episódio da história recente da Igreja de Roma causou na maioria das pessoas uma profunda emoção e respeito. Porque à luz da tradição, o comportamento desse grande Homem, o seu sacrifício, fazia todo o sentido: Deus, que o escolheu no Conclave, se lhe prolongava a vida, era porque necessitava ainda dos seus serviços. E esse Papa, com grande coragem, humildade e resignação, trabalhou abnegadamente enquanto lhe restou um sopro de vida.
Voltando aos nossos dias, à luz deste pressuposto, não se entende bem a recentemente anunciada resignação de Bento XVI uma vez que, uma tradição de seiscentos anos o obrigaria a permanecer até à morte, custe o que custar, à frente dos desígnios da cristandade.
De igual modo, ainda se entende menos que uma Igreja, que tanto aplaudiu o martírio de João Paulo II, aplauda agora a resignação de Bento XVI.
De qualquer forma — dogmatismos à parte —, o actual Pontífice teve a meu ver o mérito de reconhecer que os Papas não perdem a sua condição humana e que a idade faz estragos irreversíveis, mesmo naqueles que se dizem infalíveis (em certos casos) e a quem foi confiada uma missão divina e transcendente.
DN- Madeira de 10 de fevereiro de 2013
E eu diria, citando Lili Caneças, que "Estar vivo é o contrário de estar morto"
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Acabei de receber através do correio electrónico a segunte informação:
Aos poucos, tudo se sabe...
Questão:
Porque é que o PS é a única instituição que ainda não "massacrou" a questão da "Licenciatura" do "Dr" Miguel Relvas?
Resposta:
É que o António José Seguro foi um dos professores (da Universidade Lusófona) que ASSINOU a FALSA Licenciatura do Dr Miguel Relvas!
E esta hein????
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Comentário: Juro que eu nunca tinha ouvisto tal coisa!
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Está arreigada na nossa cultura a ideia de que, se muita gente desejar algo, esse desejo se concretiza. Assim, nas épocas festivas, nos aniversários, por tudo e por nada, as pessoas desejam aos seus amigos e conhecidos isto, aquilo e aqueloutro. É o “bom fim-de-semana”, é o “bom dia” é o “boas festas, é o “feliz aniversário”, expressões vulgarizadas que, bem vistas as coisas, não resultam em absolutamente nada.
Voltando à vaca fria da minha nota anterior, lembro que há dias, o senhor Fernando Ulrich proferiu afirmações, quiçá bem intencionadas, mas que na conjuntura actual considero infelizes, inoportunas e desnessárias. Muito provavelmente, causaram em milhares e milhares de portugueses a mais viva indignação. Tremo só de imaginar o que essas pessoas todas desejam agora a tão ilustre senhor. Não será decerto o que de melhor haverá por esse mundo fora.
De qualquer forma, deste insólito incidente resultou algo de aproveitável: é que ficou provado por A+B e de uma vez por todas que, por melhores ou piores que sejam os desejos, mesmo que formulados por multidões, nada acontece. Caso contrário, o senhor Ulrich...
Imagem retirada do DN-Madeira de 3 de fevereiro de 2013
A pensão de reforma, tal como o salário dos trabalhadores, não pode ser de forma nenhuma equiparado aos propalados e demagógicos “direitos adquiridos” de que agora falam certas pessoas ligadas ao poder, na intenção de deitar poeira para os olhos dos portugueses. Não é. É o resultado de um contrato entre a entidade empregadora e o assalariado. A este, foi retirada uma parte da sua remuneração para que, uma vez chegada a idade da reforma, pudesse manter uma vida digna e dentro do estrato social a que pertence.
De uma forma resumida, podemos dizer que, para tal, o Estado chamou a si a responsabilidade de gerir os dinheiros envolvidos, de forma a garantir por um lado os contributos dos utentes e por outro, o pagamento das pensões contratadas. De tal medida, decorre que o Estado passou a ter a obrigação de honrar os compromissos que assumiu, pagando integralmente o que é devido.
Contudo, como todos sabemos, o quadro em que foram criados os mecanismos do sistema de pensões foi profundamente alterado. A pirâmide etária foi invertida e hoje há menos contribuintes do que pensionistas ou seja, o sistema montado deixou de funcionar devidamente. Situação que há muito foi identificada mas que os sucessivos governos, quiçá na ânsia de se manterem no poder, e na mais abjecta das irresponsabilidades, ignoraram olimpicamente. Na prática, nada foi feito para lá de uns tantos truques de engenharia financeira, só para “inglês ver”.
Claro que, mais tarde ou mais cedo, a castanha teria de rebentar, o que veio a acontecer no governo do “engenheiro” Pinto de Sousa. E agora não há dinheiro para nada, a não ser para a classe política e para uns quantos cidadãos que continuam inexplicavelmente a viver à tripa forra e à custa da desgraça alheia.
Entretanto, as camadas mais jovens da população produtiva, com o exemplo deste triste cenário, já percebeu que o Estado não é pessoa de bem e que muito pouco ou mesmo nada nada irão receber quando deixarem de trabalhar. Muito naturalmente, não querem pagar os erros da governação e recusam-se a contribuír de boa vontade para o sistema. Conscientes de que no futuro os espera a miséria, não se importam com a desgraça dos mais velhos.
Perante esta situação, os governantes, em vez de reconhecerem o falhanço, dizerem que não há dinheiro, moralizarem o Estado, pedirem desculpas e tentarem minimizar a todo o custo os efeitos dos seus erros, parece que enveredaram por um caminho tortuoso, que faz lembrar os velhos tempos de Adolfo Hitler. Este, lembro, para roubar os teres e haveres dos judeus, tratou de os diabolizar, culpando-os de todos os males. E decretou, pura e simplesmente, o seu extermínio da forma mais cruel, sistemática e cínica. Não esquecendo contudo a apropriação de todos os seus bens....
Talvez eu esteja a exagerar um pouco, mas os sintomas são inquietantes: há dias o próprio Primeiro Ministro, no seu costumeiro discurso desastrado, afirmou despudoradamente que os pensionistas estão a receber dinheiro que não pagaram. Depois, tomando parte na orquestração, um deputado da maioria classificou-os de “peste grisalha”. Doença que, como se sabe, tem de ser combatida sem tréguas, com tenacidade e determinação ou seja, matar o mal pela raiz. E, dessa forma, o ambiente entre a geração dos que trabalham e a geração dos reformados está visivelmente a azedar, o que muito facilitará a aplicação dos garrotes nas vítimas.
E como se tudo isto não bastasse, para ajudar a festa, um banqueiro tem ainda a distinta lata de sugerir, ainda que disfarçadamente, o caminho a seguir: vegetarmos (nós, os reformados) na rua e na indigência.
Para finalizar esta nota que já vai longa, apraz-me dizer que tenho a certeza de que a geração dos actuais reformados, como gente de bem, aceita, mais uma vez, os sacrifícios que têm pela frente. Porque percebe que não há outro caminho para reparar os erros do passado e continua, apesar de tudo, preocupada com o futuro dos seus filhos. O que os pensionistas nunca aceitarão é a que lei não seja igual para todos e, muito menos, aceitarão a ignóbil utilização desses expedientes propagandísticos para os fragilizarem ainda mais.
Os reformados são patriotas. Porém, é bom não esquecer que, embora sejam velhos, não são parvos.
ADITAMENTO:
Nem de propósito, acabei de receber por correio electrónico (são 19H39) a seguinte informação:
Nota: talvez seja boa ideia esclarecer que a senhora D. Isabel Diana é casada com o senhor Fernando Ulrich.
E esta hein?
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Acabaram de ser divulgados os resultados das inspecções de segurança (conhecidas por "scan") feitas aos passageiros que embarcaram no aeroporto da Madeira durante o mês de Janeiro de 2013. Assim, de acordo com o relatório, os dados são os segintes:
Também se detectou que apenas um deputado à ARL tem os testículos no sítio.
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