CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Sexta-feira, 28 de Março de 2014
Parlamento Europeu

Dizem para aí que as eleições para o parlamento europeu são muito importantes.

Porém...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens recebidas por correio electrónico


publicado por Fernando Vouga às 21:37
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

Segunda-feira, 24 de Março de 2014
O mistério do voo MH-370
Imagem retirada da NET

A cada dia que passa, adensa-se o mistério do desparecimento do avião malaio que efectuava o voo MH-370.  E, como acontece nestas situações, à falta de dados concretos, vão surgindo as mais variadas hipóteses que, por vezes, atingem o absurdo e o caricato. Mas não será por isso que vou deixar de expor aqui a minha opinião.

 

Vamos aos factos:

  1. No dia 8 de Março, um avião Boeing 777 da Malaysia Airlines levantou do aeroporto de Kuala Lumpur, rumo a Beijing, com um total de 238 pessoas a bordo, a maioria das quais de nacionalidade chinesa.
  2. Menos de uma hora após a descolagem foi feito o último contacto com o controlo de trafico aéreo. O avião, de seguida, abandonou o plano de voo, interrompeu todas as comunicações com o exterior e seguiu outra rota.
  3. Tanto o desvio da rota inicial como todas as medidas tomadas para ocultar a aeronave dos sistemas de controlo de tráfego aéreo foram tomadas deliberadamente, não havendo já dúvidas de que, tal atitude, foi cuidadosamente planeada e com antecedência. Muito provavelmente, foi o comandante do avião a fazê-lo.

 

Hipóteses:

  1. O avião despenhou-se, por acidente, em parte incerta. Esta hipótese implicaria uma coincidência muito grande, dada a percentagem muitíssimo baixa desse tipo de acidentes em aviões comerciais. Seria azar a mais.
  2. Terrorismo. A ser verdade, seria a primeira vez que os terroristas não deram “espectáculo”. Basta lembrar o 11 de Setembro de 2001, em que o acto terrorista foi quase todo visto em directo em todo o mundo. Atiraram um avião contra uma torre e, só depois de darem tempo a que fossem instaladas as câmaras de TV, é que ocorreu o segundo ataque.
  3. Tomada de reféns. Parece ser a hipótese mais credível, embora pressuponha uma aterragem em condições difíceis. Apesar de ser sempre desejável que sejam executadas com suavidade, os aviões comerciais estão preparados para aguentar contactos muito duros com o solo, sem danos de maior, mesmo em piso irregular de terra batida. E, neste estranho episódio, não será de estranhar a colaboração em terra de pessoal equipado com meios rádio e luminosos para facilitar a manobra.

 

Conclusões:

Só de pensar, causa arrepio o que possa vir a acontecer a tantos reféns.  A verificar-se esta modalidade, enquanto o mundo se vai esgotando em buscas inúteis, os sequestradores têm todo o tempo para esconder as vítimas em locais secretos, escolhidos a dedo e, como se pode imaginar, nada confortáveis. Depois, terminada esta fase, apresentarão as suas condições.

Reivindicações há muitas, gente a reclamar contra o “Ocidente” não falta. De Guantanamo ao Afeganistão, do Egipto ao Iraque da Líbia à Palestina, enfim, por esse mundo fora, há multidões que reclamam justiça e vingança.

 

Temo que, neste tristíssimo e estranho caso, o pior ainda esteja por acontecer.

 

Imagem retirada da NET
......................
São 14H17 e acabei de ouvir nna CNN que, em princípio, o avião se despenhou no mar. Lamentando a perda de tantas vidas inocentes, reconheço, no entanto que o mistério se adensou. Não acredito que esta tragédia tenha acontecido apenas por capricho.


publicado por Fernando Vouga às 12:09
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Sexta-feira, 21 de Março de 2014
Os militares e a política

 DN-Madeira de 18Mar 2014

 

      O general Amadeu Garcia dos Santos era oriundo da Arma de Engenharia e tornou-se notado pela sua colaboração, desde a primeira hora, no golpe militar de 25 de Abril de 1974. Na sua carreira militar exerceu vários cargos, dos quais se salienta o de Chefe de Estado-Maior do Exército. O último cargo público que desempenhou foi o de presidente da Junta Autónoma das Estradas, no tempo em que o engenheiro João Cravinho era ministro do Equipamento, Planeamento e Administração do Território.

      No exercício desse cargo, denunciou a existência de um gravíssimo problema de corrupção na Junta Autónoma, que culminava na passagem de dinheiro para o Partido Socialiata. Por essa razão, exigiu a expulsão de vários funcionários. O ministro a princípio aceitou, mas acabou por dar o dito por não dito. Como não poderia deixar de ser, Garcia dos Santos viu-se obrigado a pedir a demissão, que foi aceite, desta vez sem hesitações.

 

      Este e outros casos em que são envolvidos militares acontecem, a meu ver, com demasiada frequência. Em regra, os militares queixam-se de não conseguirem pactuar com aquilo que consideram desonesto, ou pior. Pelo menos, foi o que aconteceu com aqueles que me confidenciaram as razões por que se sentiram obrigados a abandonar cargos fora do âmbito militar.

      Partindo do princípio de que esses militares, por passarem a trabalhar no meio civil, continuaram a ser as pessoas honestas que sempre conheci, será então de pensar qua algo de diferente caracteriza os meios castrenses.

      Em meu entender a esse comportamento não será alheio o facto de, ao invés do que acontece no meio civil, na sua formação (académica ou nos quartéis), os jovens que entram para o serviço militar serem constantemente metralhados com os valores da Pátria, códigos de honra, princípios de obediência, respeito pelas hierarquias, camaradagem, amor à verdade, regulamentos de disciplina, e por aí fora.

      Embora a tropa, como se sabe, não transforme facínoras em santos, parece-me evidente que algo fica nas cabeças dos militares, por efeito de tanta mentalização. Em regra, perdem maleabilidade na coluna vertebral algo que, não os impedindo de chafurdar na porcaria, não os deixa ir tão fundo como muito boa gente desejaria. E caem em desgraça.

 



publicado por Fernando Vouga às 16:24
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

Sexta-feira, 14 de Março de 2014
Aqui há gato!

DN-Madeira, 14 de Março de 2014

 

      Passos Coelho, conhecendo muito bem a personalidade líder madeirense, sabia à partida que ele nunca aceitaria ser o número dois de coisa nenhuma. Fazer um convite nessas condições a quem se declara único importante, equivale a uma afronta ou até a um insulto grave. Mais ainda, o simples facto de falar na sua saída, mesmo levando a sério as ameaças de Jardim o fazer, é no mínimo deselegante. É como estar a contar com sapatos de defunto.

      Porém, o lider Madeirense limitou-se a recusar a oferta sem grandes alaridos. Não vociferou, não ameaçou, não insultou, não difamou. O que, à primeira vista, parece estranho.

      Há até quem diga (acho que foi Marques Mendes) que se tratou de um presente envenenado. Mas tal não deixaria de ser uma jogada demasiado grosseira, mesmo para a política à portuguesa.

      O que parece mais lógico — e mais subtil —, é concluir que tudo estava combinado com Jardim. Aparentemente, Passos fechou-lhe a porta de Bruxelas, mas deixou-a aberta para que, sem a tal "saída digna", mas armado em vítima, justifique mais uma recandidatura ao GR-Madeira.

 



publicado por Fernando Vouga às 16:49
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Quarta-feira, 5 de Março de 2014
Optimismo brasileiro

DN-Madeira, 5 de Março de 2014


Sonhar é muito mais prático que viver

Fernando Pessoa

     

      Agora a sério. O meu desejo é que a Presidente do Brasil esteja cheia de razão. Porém...



publicado por Fernando Vouga às 10:51
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito

Domingo, 2 de Março de 2014
Presente envenenado

      O meu particular amigo Jorge Figueira, na peça anterior, falou-me dos incentivos ao pedido de factura. Pois, nem de propósito, acabei de receber por correio electrónico a imagem que se segue. Ou seja, a de um presente envenenado.

      De qualquer forma, parece-me oportuno tecer duas considerações: a primeira tem a ver com o facto de a maior probabilidade de ganhar o almejado prémio ser para os ricos já que, quantas mais facturas forem apresentadas, mais talões do sorteio serem atribuídos; a segunda é não podermos descartar a possibilidade de haver trafulhice (algo muito vulgar nos assuntos de Estado) e os carros serem "ganhos" pelos galifões do costume. Os tais que, no dizer de Zeca Afonso, comem tudo e não deixam nada.

 

AGORA VAI EMPENHAR A PARRA PARA COMPRAR COMBUSTÍVEL


publicado por Fernando Vouga às 16:11
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

gse_multipart60608.jpg Tomates.jpg Santana Lamego
pesquisar
 
Dezembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


Notas recentes

Para quem gosta de ler

O PUM militar

Para quem gosta de ler

A greve dos camionistas

Para quem gosta de ler

Carlos Matos Gomes

Presépio dos dias de hoje

O Rei vai Nu

Um país de pacóvios

Para quem gosta de ler

Favoritos

O dedo na ferida

Deixem os amigos em paz

Para onde vais, América?

Arquivos
Tags

todas as tags

Blogs amigos
Mais sobre mim
GALERIA FOTOGRÁFICA
Xangai
Nepal
Brasil
Praga
Visitas
free web counter
blogs SAPO
subscrever feeds