A ser verdade esta notícia — e não vejo razão para duvidar —, iremos ver Jardim sentado na bancada de S. Bento, lado a lado com os restantes duzentos e vinte e nove deputados, quiçá sujeito a ouvir, cara-a-cara, interpelações menos agradáveis por parte dos colegas da oposição.
Para quem se considerava a si próprio como “único importante”, para quem, como Presidente do GR da Madeira, espezinhou e achincalhou a Assembleia da qual dependia, para quem insultou, difamou, ameaçou tudo e todos que não lhe eram afectos, esta decisão não faz qualquer sentido.
A menos que, não encontrando em Bruxelas ou noutro lugar fora do país nada melhor para continuar a fugir à Justiça, esteja disposto à humilhação de sair da Madeira pela “porta do cavalo”, como se costuma dizer.
O marechal Deodoro da Fonseca foi o primeiro Presidente da República do Brasil, tendo tomado posse do cargo em 1889. Nasceu em Santa Maria Madalena da Lagoa Azul, povoação que foi a primeira capital do estado de Alagoas e que, 100 anos após a sua morte, mudou o nome para Marechal Deodoro. É hoje uma pequena mas próspera cidade e estima-se que a sua população ronde os 50.000 habitantes.
Tem como ponto de grande interesse turístico o centro histórico, que mantém ainda hoje a mesma traça que tinha desde os primórdios do Sec. XVII. De uma forma geral, todo o casario, arruamentos e edifícios importantes são os originais. De notar, a influência portuguesa que está patente por todo o lado. As ruas fazem lembrar as nossas povoações do centro e sul do país. Se não fosse o calor e os fios eléctricos, até se poderia pensar que se está em Almeirim ou Golegâ, só para dar dois exemplos.
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