Imagem retirada da NET
A maioria das pessoas que consomem café diariamente desconhece as substâncias saudáveis e os seus efeitos terapêuticos:
Melhora a taxa de oxigenação do sangue.
Texto retirado da Wikipedia
De uma forma geral, a História que se ministra nas escolas mais não será do que um reportório de glórias passadas para fazer crer aos alunos que se vive numa terra única e santificada, de “guerreiros, heróis e santos”, e pela qual poderão ser mais tarde chamados a dar alegremente o seu sangue. Tudo com “fé em Deus e a Pátria no coração”, como se dizia nos tempos da ditadura.
Mas não é só em Portugal que tal acontece. Em boa verdade, por esse mundo fora, mutatis mutandis, todos fazem o mesmo.
Porém, como em tudo na vida, tal forma de ministrar a disciplina de História, tendo as suas vantagens, tem fatalmente os seus inconvenientes. Quanto mais não seja porque, se não reconhecermos os erros do passado, estaremos eternamente condenados a repeti-los.
E é neste contexto que José Brandão nos presenteou com mais uma das suas notáveis obras de divulgação histórica. Escrita numa linguagem escorreita e acessível, é estruturada à semelhança dos antigos compêndios de História de Portugal. É tratada cronologicamente por reinados até à implantação da República.
Através da sua leitura empolgante, vamos percebendo a razão pela qual os mais fracos (a esmagadora maioria dos portugueses) continua a viver na miséria e num obscurantismo mal disfarçado, cada vez mais afastada dos níveis de vida dos restantes países europeus.
DN-Madeira, 9 de Agosto de 2014
Acontece que, por tortuosidade da Lei e incúria do comprador que não efectuou o devido registo, há vários anos que vou pagando IUC (Imposto Único de Circulação) de uma viatura que não me pertence desde o século passado, mas que continua em meu nome (*).
Acontece ainda que, este ano, talvez por ter mais com que me preocupar, atrasei o pagamento desse imposto (pouco mais de 19,00€). No entanto, mal dei pela falta, corri à Repartição de Finanças para fazer o pagamento, o que consegui sem dificuldade, como é de esperar. Todavia, fui informado de que, dentro de algum tempo, serei notificado para pagar a respectiva multa. Mais ainda, recebi ontem, das Finanças, uma carta ameaçadora de "Liquidação Oficiosa de IUC - Notificação para Audição prévia" por causa desses míseros 19,00€, embora essa importância já estivesse liquidada.
Hoje de manhã, ao ler o DN-Madeira, qual não é o meu espanto, verifiquei que, ao contrário com o que acontece ao cidadão comum, há quem seja tratado com toda a meiguice pelo Estado, apesar de estar em incumprimento há vários anos e com somas astronómicas.
Assim sendo, teremos que concluir que os "patas-rapadas" (para usar a linguagem requintada de Sua Excelência o Senhor Presidente do GR), são tratados à cacetada, quiçá para aprenderem. Porém, se a dívida for da ordem dos milhões, o caso muda de figura, como se pode ver nas imagens.
(*) Ao fim de vários anos (e várias multas), consegui há dias, finalmente, abater a viatura em causa. Se alguém estiver interessado, terei muito gosto em informar como se deve proceder.
"A Porta dos Limites" (*)
São Vicente, Madeira, Julho de 2014
(*) Título de um romance de Urbano Tavares Rodrigues
A 2 de Fevereiro de 1905 nasceu em S. Petersburgo a filósofa e escritora americana Alissa Zinovievna Rosenbaum, mais conhecida como Ayn Rand, falecida em Março de 1982 em Nova York.
Cabe-lhe autoria do texto seguinte:
"Quando te deres conta de que para produzir necessitas obter a autorização de quem nada produz;
quando te deres conta de que o dinheiro flui para o bolso daqueles que traficam não com bens, mas com favores;
quando te deres conta de que muitos na tua sociedade enriquecem graças ao suborno e influências, e não ao seu trabalho, e que as leis do teu país não te protegem a ti, mas protegem-nos a eles contra ti;
quando enfim descubras ainda que a corrupção é recompensada e a honradez se converte num auto-sacrificio, poderás afirmar, taxativamente, sem temor a equivocar-te, que a tua sociedade está condenada. “
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