CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Terça-feira, 30 de Setembro de 2014
Madeirices

 

      Há bem poucos anos, ainda nos tempos em que o GR esbanjava dinheiro à fartazana, foi construída uma nova igreja nas Feiteiras, concelho de S. Vicente.

      A igreja é moderna e, no mínimo, original. Faz lembrar, vagamente, um elegante armazém de secos e molhados. Mas não deixa de ser curiosa a "escultura" que remata a sua torre sineira. Coincidência ou não, é de cor alaranjada e até tem uma espécie de seta virada para cima...



publicado por Fernando Vouga às 15:45
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Domingo, 28 de Setembro de 2014
Por uma questão de respeito

 Imagem recebida por correio electrónico

 

Tradução (um quanto livre):

 

      Que tal ter o telemóvel afastado (melhor dizendo, desligado) e dar atenção a quem estiver a falar consigo?

      É que existe uma APP que se chama "RESPEITO"

 

 

      Para quem me conhece, e quantas vezes se queixa, eis a razão pela qual tenho quase sempre o meu telemóvel desligado.



publicado por Fernando Vouga às 10:16
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2014
Madeira velha

 Imagem retirada do Blogue "Fénix do Atlântico"

 

 Imagem do autor deste blogue

 

      Antigamente, não há muitos anos, o Funchal visto do mar era assim. Sem iates, sem balões, sem aterros, sem tralha que nunca mais acaba. Enfim, uma beleza que enchia a vista.

      Não sou saudosista do passado, mas parece-me que há que fazer a distinção entre o que é progresso e o que é bandalheira de mau gosto.



publicado por Fernando Vouga às 22:15
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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014
Haja respeito!

 

      Recebi ontem, por correio electrónico, esta imagem. No texto que a acompanhava, dizia-se que era o governo a passar férias no Algarve.

      Embora não especificasse de onde era o governo, acho que se trata de uma grande falta de respeito pelos animais. Irra!



publicado por Fernando Vouga às 11:20
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Terça-feira, 9 de Setembro de 2014
Divulgação

Opinião

Vírus Ébola: o embuste

Por Manuel Pinto Coelho

04/09/2014 - 01:34 - Jornal Público

 

      Ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial. Como de caricata a histeria que vai por esse mundo por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola.

      A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”.

      As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau filme de ficção científica.

      É importante saber-se que o vírus Ébola não se transmite com facilidade. Para haver transmissão do vírus, tal como acontece com o vírus da SIDA - o VIH - é necessário um contacto direto com um líquido biológico do doente, como o sangue, as fezes ou o vómito.

      O vírus Ébola é sobretudo perigoso quando mal acompanhado. Como os doentes infetados morrem de desidratação ou de hemorragias, então o tratamento consiste logicamente na hidratação e/ou transfusão sanguínea, e não na administração de uma qualquer vacina ou hipotético medicamento.

      Como a solução contra a epidemia consiste essencialmente em respeitar medidas simples usando o bom senso - higiene, boa nutrição, vitaminas C e D nas doses adequadas -, a verdadeira prioridade nos países tocados pelo flagelo, deveria ser criar infra-estruturas médicas de forma a fornecer aos doentes os cuidados médicos de base.

      Seria bom que se soubesse que não há qualquer transmissão por via aérea, ou seja, quando uma pessoa fala ou tosse, não vai espalhar o vírus pelo espaço aéreo circundante.

      Assim sendo, ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial.

      Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar. Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia eminente” da “gripe das aves”. Através da sábia manipulação da opinião pública, a consequência foi uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros em vacinas usadas e… não usadas, por outro. O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir a duração dos sintomas em menos de um dia, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações.

      Os títulos sensacionalistas martelados por alguma imprensa nas últimas semanas não fazem qualquer sentido. Importa que não nos deixemos submergir pela informação viciada e pela mentira. A reação totalmente excessiva face a este problema corre o risco de provocar uma catástrofe humanitária de dimensões bem superiores à provocada pelo próprio vírus Ébola. A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o albergue e os cuidados dados a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável. O mito dum passageiro africano infetado pela doença, no avião, que poderia infetar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola. À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” importa não enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos.

     A psicose informativa vigente, reprimindo as populações e isolando dezenas de milhares de infelizes criaturas, homens, mulheres e crianças, postos em quarentena na Libéria com medo dum contágio que nunca acontecerá se não houver contacto direto com os líquidos orgânicos do portador da doença, tem de ser urgentemente desmontado e desmascarado.

      Não podemos aceitar a reedição dum negócio das arábias à custa da boa fé ingénua e da desinformação do incauto cidadão.

 

Médico, doutorado em Ciências da Educação

 

 

Comentário do deprofundis

 

      Não deixa de ser estranho o facto de os Estados gastarem fortunas para que os seus cidadãos não morram de certas doenças e não se preocuparem com aqueles (muitos mais) que morrem à fome. Será porque a solução deste flagelo não reside na indústria farmacêutica?

 

 

 

 

  

Imagens retiradas da NET

 

 



publicado por Fernando Vouga às 10:02
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
Festa em Lamego

 

Hoje é o dia grande das festas da cidade de Lamego, em honra da sua Padroeira, a Nossa Senhora dos Remédios.



publicado por Fernando Vouga às 17:17
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Domingo, 7 de Setembro de 2014
As maravilhas do Photoshop

 

"As Oposições na Madeira"

 

Gratz, Áustria, 1990



publicado por Fernando Vouga às 16:14
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2014
As maravilhas do Photoshop

 

"O Futuro do PSD-M" 

 

 

Funchal, 2014



publicado por Fernando Vouga às 15:05
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014
As maravilhas do Photoshop

 

"Enfeite Natural"

 

Funchal, Julho de 2014



publicado por Fernando Vouga às 20:49
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gse_multipart60608.jpg Tomates.jpg Santana Lamego
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