CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Sexta-feira, 24 de Abril de 2015
Presidenciais

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As estrelas femininas 

 

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publicado por Fernando Vouga às 09:56
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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015
Segurança nos aviões

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publicado por Fernando Vouga às 14:26
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Quinta-feira, 9 de Abril de 2015
Optimismo

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 DN - Madeira, 09 de Abril de 2015

 

      Há um problema que ainda precisamos de atacar e conseguir algum sucesso.

 

      Só um problema?

      Quanto a sucesso basta conseguir apenas algum?

 

      Enfim... Sua excelência o Presidente da República fala pouco... mas quando fala, nem sempre acerta.

 



publicado por Fernando Vouga às 18:36
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2015
Foje cão...

    "As sociedades necessitam de símbolos para representarem os seus valores. A arquitectura, a estatuária, a pintura, a arte em geral também cumprem esse papel de dar forma e local de culto ao que uma sociedade considera ser a sua essência, aquilo que pode ser designado pela sua alma.

    Em África, por exemplo, certas culturas têm as suas árvores sagradas. Na Guiné, na Senegâmbia, chamam-lhes Irã. É ali que repousam os espíritos dos antepassados e ali que eles podem ser chamados a pronunciar-se sobre o presente e a transmitir aos atuais a sabedoria que recolheram da vida, a aconselhar, a julgar.

    Os panteões começaram por ser os locais de reunião dos vários deuses de uma dada região e de uma dada cultura, ou civilização. Foram um primeiro passo para o monoteísmo. Ali se reuniam todos os veneráveis, num único lugar. Diferiam dos templos porque, ao contrário destes, não tinham altar, não eram lugar de sacrifício, nem de oferendas, apenas de veneração, de unanimidade sobre um certo modo de viver, que aqueles seres divinizados representavam.

    Os modernos panteões retomaram esse espirito numa vertente laica e republicana. Pretenderam reunir aqueles que uma dada nação considerava como os seus faróis, aqueles que foram orientando a sociedade e dotando-a de uma identidade. Aqueles que foram capazes de decantar a essência do seu povo.

    A ideia de reunir esses símbolos é em si mesmo louvável. Mas é necessário deixar que o tempo faça o seu trabalho, limpando o efémero. É necessário envelhecer bem para merecer o Panteão. Um panteão não é uma caderneta de cromos com os bonecos dos futebolistas que jogaram nesse anos na primeira divisão.

    Vem isto a propósito da nova moda dos panteonáveis. Tenho a minha opinião sobre os que lá estão, os da primeira vaga e os da segunda, mas não é sobre um referendo a propósito de inclusões ou exclusões que me parece saudável discutir, mas sobre o conceito de “ir para o panteão”. O ir para o panteão, já, como se ouviu após a morte de Eusébio e agora com a morte de Manuel de Oliveira é o correspondente ao sanctus súbitoda Igreja Católica, que deu por vezes péssimos exemplares de santos. O outro perigo é o de transformar o Panteão numa montra dos famosos da época, de amigos de um dado regime. Ou num local da moda. Num cemitério de personalidades – um PéreLachaise no Campo de Santa Clara, na antiga igreja de Santa Engrácia- em vez de ser uma fonte, uma árvore numa floresta sagrada.

    É evidente que todas as personalidades ultimamente panteonadas são ilustres, a questão não é essa, é a de a sociedade portuguesa entender que o Panteão passou a ser o jazigo dos ilustres. Isto é, se o Panteão português passou a ter outra finalidade. É que, se o Panteão passou a ser o cemitério do PéreLachaise de Portugal convém desimpedir o campo à volta de modo a albergar a vaga de famosos que mais cedo ou mais tarde falecerão e que terão tanto direito como outros a ali figurar, lembro, sem nenhum desejo de lhes apressar o fim, longe vá o agoiro, atletas como Carlos Lopes, Rosa Mota, Joaquim Agostinho, atores e actrizes como Rui de Carvalho, ou Eunice Munõz, ou Maria de Medeiros, filósofos como Eduardo Lourenço, músicos como Chaínho, pintores como Pomar, escritores como Agustina e pergunto onde estarão, entre outros, o Zeca Afonso, ou Agostinho da Silva, ou Saramago, ou Eugénio de Andrade, ou Natália Correia, ou Amadeo de Souza Cardoso, administradores como Azeredo Perdição, ou engenheiros de grandes obras como Edgar Cardoso, enfim a lista podia continuar com os acrescentos e exclusões de cada um, se a ideia for panteonar os nossos ilustres concidadãos e não aqueles que dirão aos nossos descendentes onde devem lançar a âncora, aqui e não ali, as boas épocas para viajar, ou de ficar em casa, as de correr ou as de andar, as de lutar ou as de negociar…

    No romance Para Sempre, Vergílio Ferreira (aí está outro panteonável) coloca vários escritores de várias épocas a comentarem as vicissitudes de história numa imaginária biblioteca. Eu vejo o Panteão como a biblioteca do Para Sempre, com os ilustres que lá se encontram a reflectirem sobre Portugal, sobre os portugueses, sobre o que somos, sobre o nosso futuro e a deixarem-nos ouvi-los. Eu, por exemplo, de todos os ilustres lá imortalizados, o que me parece ter dado a melhor resposta às perguntas que eu lhe faria sobre o que de mais importante devíamos fazer para vivermos melhor e sermos melhores, sobre a causa da nossa pobre situação foi João de Deus: aprendam a ler! E deixou-nos uma cartilha! Inteligente e eficaz. Um caso raro.

    Para já, o que oiço dos que andam cá por fora é: coitado, lá vai mais um para o panteão. Ou a nova versão da frase de Almeida Garrett: Foge cão que te mandam para o panteão! O que não honra o Panteão, nem quem lá está, nem quem lá deverá estar…

    O populismo é sempre mau conselheiro e, como diz o povo, cadelas apressadas parem cães cegos. Ainda corremos o risco de lá irem parar o Alves dos Reis e o Ricardo Espírito Santo, os maiores fazedores de dinheiro falso…"

 

Carlos Matos Gomes

 

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publicado por Fernando Vouga às 23:17
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Terça-feira, 7 de Abril de 2015
Comparando...

Deputados --- Portugueses,  230 -----Australianos,

 

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publicado por Fernando Vouga às 00:05
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2015
A credibilidade do PSD-M

JMadeira.jpg

    Enquanto o novo governo saído das últimas eleições para a ALR mantiver os subsídios a esta espécie de jornal, que mais não é do que um folheto de propaganda do PSD-M, toda a sua credibilidade  está em causa.

    Urge resolver impiedosamente esta situação anómala e escandalosa, que desclassifica todo aquele que a mantiver. E é bom não esquecer que os encargos para manter esta vergonha são retirados dos nossos bolsos.

 

Esclarecimento:

 

    Para quem não vive na Madeira, é bom que saiba que esta publicação é propriedade de Diocese do Funchal, terá neste momento um passivo da ordem de dezenas de milhões de Euros, é inteiramente pago por dinheiros públicos e, para cúmulo do descaramento, é distribuído gratuitamente.

    Existe na Região outro jornal, o Diário de Notícias da Madeira. Este jornal, que custa 0,70 €, é, como acontece em todo o lado, privado, não recebe subsídios do Governo da Madeira e, como se tal não chegasse, tem sido perseguido ferozmente pelo anterior Presidente do Governo Regional. De tal forma, que para lá de outras patifarias, estava tacitamente proibido aos empresários simpatizantes (e beneficiados por) do PSD-M anunciarem no DN, como forma de lhe aplicar um garrote financeiro.



publicado por Fernando Vouga às 10:34
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gse_multipart60608.jpg Tomates.jpg Santana Lamego
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