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A OMS fez agora uma grande descoberta: a carne processada é cancerígena.
Mas duvido que, tal como acontece com os fumadores, muita gente dê importância ao caso e acabe com hábitos profundamente arreigados há séculos. Será que alguém acredita que vamos acabar com o delicioso e tão tradicional cozido à portuguesa? E com outras iguarias que, sem as tais carnes porcessadas, não sabem a nada?
E não nos esqueçamos que viver também é cancerígeno (nunca ninguém viu aparecer um cancro num morto...).
Vai um copo de tinto acompanhado de um bom chouriço assado com bagaceira?
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Já só faltava este para compor o ramalhete.
Mas uma coisa é certa: se for eleito, como espero, vai ser muito melhor do que o antecessor.
Conforme se pode ver no convite que se segue, este livro intitulado "Pares Difíceis" foi lançado no passado dia 7 de Outubro e já está à venda nas livrarias.
Trata-se de um importante contributo para uma melhor utilização da língua portuguesa.
A não perder
Na imagem que se segue, pode ver-se o apresentador do livro, o conhecido humorista Nilton e, como não poderia deixar de ser, as autoras: Sara de Almeida Leite e Sandra Duarte Tavares
Imagem recebida por correio electrónico
Não sou contra o progresso. Mas perece-me que andam por aí sonhadores a mais.
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Notícia posta a correr na comunicação social:
A empresa responsável por importar veículos do grupo Volkswagen para Portugal, a SIVA, disponibilizou um ferramenta online onde as pessoas podem verificar se os seus veículos fazem parte da ‘lista negra’.
De acordo com a notícia, fui fazer uma verificação. Introduzi o nº do quadro de uma viatura VW com motor diesel e fabricada num dos anos afectados pela anomalia. Num abrir e fechar de olhos, recebi a comunicação de que essa viatura não tinha instalado o tal "kit fraudulento".
Porém, não vá o diabo tecê-las, introduzi outros números ao acaso, incluindo um constituídos apenas pela letra "M". Instantaneamente, recebi a mesma informação.
Não quero ser pessimista mas, parece-me que estamos confrontados com mais uma vigarice da SIVA que, como é evidente, nem sequer verifica se o nº do quadro fornecido pelo cliente é válido. Nem seria preciso, porque a resposta é sempre a mesma.
Eis o texto da resposta:
Caro cliente Volkswagen,
Confirmamos que o seu veículo com o Número de Chassis MMMMMMMMMMMMMMMMM que submeteu não está afetado pelo software que causa discrepâncias nos valores de óxidos de azoto (NOx) durante os ensaios no dinamómetro.
Manteremos todos os nossos clientes informados de forma contínua e transparente. Se tiver questões adicionais, por favor contacte-nos através da funcionalidade de contacto neste site.
Respeitosamente,
Volkswagen.
Confirmam um número inexistente? Como é possível?
A resposta deveria ser do género "a viatura não consta dos nossos arquivos" ou então "nº de chassis inválido, tente de novo"
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Afinal, todos os partidos ganharam as eleições... menos aquele que ficou em primeiro.
Curioso!
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