Piada que circula na Alemanha
Refugiados aceites sem pestanejar pela Alemanha.
Um deles encontra uma fada que lhe oferece a realização de três desejos.
"OK", diz o sírio que recém escapou de ser degolado pelo Estado Islâmico.
"Desejo uma bonita casa..."
Plufft..., no mesmo momento uma bela mansão aparece na frente do flagelado.
"É sua", diz a loura fada.
"Uauh, agora e para preencher a garagem, quero um daqueles carrões que só tem na Alemanha...
"Plufft... e um encorpado BMW da série 8 aparece estacionado dentro da garagem.
"Por Allah..., e agora o meu terceiro desejo: quero que você me transforme num alemão...!"
Plufft..., a casa e o carrão desaparecem.
O refugiado:
"Ei fada, pelas barbas do profeta..., o que é feito da minha casa e do meu carrão, hein, hein?"
"Você agora é alemão...precisa de trabalhar!..."
Recebido por correio electrónico
Beja Santos, ex combatente da guerra colonial, lançou ontem um novo livro. Trata-se de um levantamento do muito que foi escrito sobre essa longa e dolorosa guerra.
A não perder.
Imagem retirada da NET
VERGONHA é um Cidadão ter que descontar 40 ou mais anos para receber Reforma e aos Deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme o caso e que aos membros do Governo para cobrar a Pensão Máxima só precisam do Juramento de Posse.
VERGONHA é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que estão Isentos de 1/3 do seu salário em IRS…e reformarem-se com 100% enquanto os trabalhadores se reformam na base de 80%...
VERGONHA é pôr na Administração milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários que desejariam os Técnicos Mais Qualificados.
VERGONHA é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, aprovados pelos mesmos Políticos que vivem deles.
VERGONHA é que a um Político não se exija a mínima prova de Capacidade para exercer o Cargo (e não falamos em Intelectual ou Cultural).
VERGONHA é o custo que representa para os Contribuintes a sua Comida, Carros Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª Classe), Cartões de Crédito.
VERGONHA é que s. exas. tenham quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa mesmo que muitos se declarem não religiosos, e uns 82 dias no Verão).
VERGONHA é s. exas. quando cessam um Cargo manterem 80% do Salário durante 18 meses.
VERGONHA é que ex-Ministros, ex-Secretários de Estado e Altos Cargos da Política quando cessam são os únicos Cidadãos deste País que podem legalmente acumular 2 Salários do Erário Público.
VERGONHA é que se utilizem os Meios de Comunicação Social para transmitir à Sociedade que os Funcionários só representam encargos para os Bolsos dos Contribuintes.
VERGONHA é ter Residência em Sintra e Cobrar Ajudas de Custo pela deslocação à Capital porque dizem viver em outra Cidade.
Adriano Moreira
Dois ladrões entraram num banco numa pequena cidade. Um deles gritou: "Não se mexam! O dinheiro pertence ao banco mas as vidas são vossas".
Imediatamente todas as pessoas se deitaram no chão em silêncio e sem pânico.
LIÇÃO 1: Este é um exemplo de como uma frase dita correctamente e na altura certa pode fazer toda a gente mudar a sua visão do mundo.
Uma das mulheres estava deitada no chão de uma maneira provocante. Um dos assaltantes aproximou-se e disse-lhe: - "Minha senhora, isto é um roubo e não uma violação. Por favor, procure agir em conformidade. "
LIÇÃO 2: Este é um exemplo de como comportar-se de uma maneira profissional e concentrar-se apenas no objectivo.
No decorrer do assalto, o ladrão mais jovem (que tinha um curso superior) disse para o assaltante mais velho (que tinha apenas o ensino secundário): - "Olha lá, se calhar devíamos contar quanto é que vai render o assalto, não achas?". O homem mais velho respondeu: - "Não sejas estúpido! É muito dinheiro para o estar a contar agora. Vamos esperar pelo Telejornal para descobrir exactamente quanto dinheiro conseguimos roubar".
LIÇÃO 3: Este é um exemplo de como a experiência de vida é mais importante do que uma educação superior.
Após o assalto, o gerente do banco disse ao caixa: - "Vamos chamar a polícia e dizer-lhes o montante que foi roubado". - "Espere", disse o caixa "porque não acrescentamos os 800 mil euros que tirámos há alguns meses e dizemos que também esse valor foi roubado no assalto de hoje?”.
LIÇÃO 4: Este é um exemplo de como se deve tirar proveito de uma oportunidade que surja.
No dia seguinte foi relatado nas notícias que o banco tinha sido roubado em 3 Milhões de Euros. Os ladrões contaram o dinheiro mas encontraram apenas 1 Milhão. Um deles começou a resmungar: - "Nós arriscamos as nossas vidas por 1 Milhão enquanto a administração do banco rouba 2 Milhões sem pestanejar e sem correr riscos? Talvez o melhor seja aprender a trabalhar dentro do sistema bancário em vez de ser um simples ladrão".
LIÇÃO 5: Este é um exemplo de como o conhecimento pode ser mais útil do que o poder.
Moral da história:
Dá uma arma a alguém e ele pode roubar um banco.
Dá um banco a alguém e ele pode roubar toda a gente...
Autor desconhecido
Um homem caminhava por uma estrada, quando se apercebe de um balão a voar baixo.
O balonista acena-lhe desesperadamente. Consegue fazer o balão baixar
ao máximo possível e grita:
- Pode ajudar-me? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às 2 horas da tarde, mas, já são quatro horas e nem sei onde estou. Pode dizer-me onde me encontro?
O homem da estrada responde:
- Sim! Você está a flutuar a uns cinco metros acima da estrada, e está a 38º 46' de latitude Norte e a 09º 08' de longitude oeste.
O balonista escuta e pergunta com sorriso irónico:
- Você é engenheiro?
- Sim, senhor! Como descobriu?
- Simples! O que você me disse está tecnicamente correto, porém, a sua
informação não me é útil e continuo perdido. Será que consegue dar uma
resposta mais satisfatória?
O engenheiro raciocina por segundos e depois pergunta ao balonista:
- E você é da equipa do António Costa!
- Sim, sou filiado no PS! Como é que descobriu?
- Fácil! Se for capaz siga o meu raciocínio: você subiu sem se preparar e sem ter a mínima noção de orientação! Não sabe o que fazer, onde está, e tampouco para onde ir! Fez uma promessa e não tem a menor ideia de como conseguirá cumpri-la! Espera que outra pessoa resolva o seu problema, continua perdido e acha que a culpa do seu problema passou a ser minha!.............
Autor desconhecido
Se não acabarem com ele, qualquer dia teremos de falar assim:
"terá van reformada de surpresa"
Tradução:
terá, como surpresa, a carrinha renovada.
Quando os EUA nasceram, no final do séc. XVIII, havia uma grave crise com os muçulmanos do norte da África. Eram povos oficialmente muçulmanos, que viviam sob as leis do Corão.
Estes islâmicos atacavam os navios que passavam pelo Mediterrâneo, incluindo os americanos, sequestrando, escravizando e matando ocupantes, além de saquear a carga. Os navios americanos eram normalmente protegidos pela marinha inglesa antes da independência dos EUA, mas depois de 1776, era cada um por si.
Os piratas muçulmanos cobravam fortunas para resgate dos reféns e os preços subiam sempre a cada sequestro bem sucedido. Thomas Jefferson opôs-se veementemente aos pagamentos, mas foi vencido pelo voto. Os EUA e as outras nações com navios sequestrados, aceitavam pagar os resgates e subornar os piratas. O Presidente americano era George Washington.
Por volta de 1783, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e John Adams vão para a Europa como Embaixadores, para negociar tratados de paz e cooperação. Os EUA nasceram em 1776 e desde então, estavam mergulhados na Guerra de Independência. Assim que a situação acalmou, essas três grandes figuras saem em missão diplomática para representar o país.
Em 1786, depois de dois anos de conversações diplomáticas com os islâmicos, Thomas Jefferson e John Adams encontraram-se com o embaixador dos povos que ficavam na região de Trípoli, actual Líbia, chamado Sidi Haji Abdul Rahman Adja. Jefferson estava incomodado devido aos ataques que não acabavam, mesmo com todos os esforços de paz. Quis saber por isso, com que direito os muçulmanos continuavam a sequestrar e a matar os americanos.
A resposta que ouviu, marcou Jefferson para sempre: "o Islão foi fundado nas Leis do Profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras, que é direito e dever declarar guerra contra os seus cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos; e que todo o muçulmano que for morto na batalha irá de certeza para o Paraíso."
Jefferson ficou chocado. Ele não queria acreditar que uma religião literalmente mandava matar todos os que considerava infiéis e que quem morresse na batalha iria para o paraíso.
Durante 15 anos, o governo americano pagou os subornos para poder passar com seus navios na região. Foram milhões de dólares, uma quantia que representava 16% de todo orçamento do governo federal. O primeiro presidente do país, George Washington, não queria ter forças armadas permanentes, por não ver riscos de ataques ao país, mas os muçulmanos fizeram mudar esta ideia. Os subornos serviriam para evitar a necessidade de ter forças militares permanentes, mas não estavam a funcionar porque os ataques continuavam. Quando John Adams assume a Presidência dos EUA, as despesas sobem para 20% do orçamento federal.
Em 1801, Jefferson torna-se no terceiro presidente americano e, mal tinha esquentado a cadeira, recebe uma carta dos piratas aumentando o preço da autorização para navegar naquela área. Jefferson fica louco e, agora como presidente, diz que não vai pagar nada.
Com a recusa de Jefferson, os muçulmanos de Trípoli tomaram conta da embaixada americana e declararam guerra aos EUA. Foi a primeira guerra da América após a independência. A marinha de guerra americana foi criada exactamente para esse conflito. As actuais regiões da Tunísia, Marrocos e Argélia juntaram-se aos líbios na guerra contra os americanos, o que representava praticamente todo norte da África com excepção do Egipto.
Jefferson não estava para brincadeiras. Mandou os seus navios para a região e o conflito durou até 1805, com a vitória americana. O presidente americano ainda colocou tropas ocupando o norte de África, para manter a situação sob controle.
Thomas Jefferson ficou realmente impressionado com o que aconteceu. Ele era contra as guerras e escreveu pessoalmente as leis de liberdade e tolerância religiosa que estão na origem da Constituição americana, mas entendeu que o Islão é totalmente diferente, era uma religião imperialista, expansionista e violenta.
Jefferson mandou publicar o Corão em inglês em 1806, lançando a primeira edição americana. Ele queria que o povo americano conhecesse o Corão e entendesse aqueles povos do norte da África que roubava, saqueava e matava, cobrava resgates e que declarou guerra quando os pagamentos cessaram.
Durante 15 anos, um diplomata de Jefferson chegou a dizer, que os americanos eram atacados porque não atacavam de volta, sendo vistos como fracos. A fraqueza americana foi um convite para os muçulmanos daquela época, como é hoje para o ISIS.
Só houve paz na região quando Jefferson atacou e venceu a guerra, ocupando depois o território. Só assim foi conseguida a paz.
Barack Obama quer saber hoje como os muçulmanos estão na história americana?
Eles estão como os motivadores da primeira guerra; foram eles que forçaram a criação das forças armadas que nem existiam, e fazem parte até do hino dos marines que começa com "From the Hills of Montezuma / To the shores of Tripoli".
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