CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Terça-feira, 28 de Junho de 2016
Para quem gosta de ler

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    George Orwell combateu na guerra civil espanhola, integrado nas forças marxistas. Porém, a despeito das paixões violentas que essa guerra despertou, teve a lucidez suficiente para reconhecer que esse conflito não se destinava a libertar o povo espanhol mas apenas substituir um totalitarismo por outro, quiçá pior.

    A obra que aqui se apresenta, é um ataque cerrado a todas as formas de totalitarismo. Embora escrita em 1949, é de uma grande actualidade, quase profética, e lança um sério aviso sobre determinadas metodologias de quem nos governa (ou de quem manda nos governantes) que, a pouco e pouco, vão cerceando a nossa liberdade.

    Ao longo da História, houve muitas tentativas de dominar o mundo, que acabaram por fracassar. Átila, Gengis Khan, Napoleão, César, Hitler, Stalin tentaram-no pela força. Outros, mais inteligentes, preferiram entrar na “alma” das pessoas para as controlar e explorar. Assim foi nos tempos bíblicos em que os Hebreus, para justificarem o seu domínio sobre os “gentios” do mundo então conhecido, criaram um deus muito conveniente que os elegeu como executores da sua vontade. Um deus omnipotente, omnipresente e omnisciente. Tudo via e tudo sabia, passado, presente e futuro, inclusivamente, o que se passava na mente de todos. Não havia qualquer possibilidade de se esconder fosse o que fosse…

    Orwell, nesta sua obra, criou a figura do “Grande Irmão” (Big Brother) com as mesmas capacidades do deus dos Hebreus. Para tal, na falta do poder mágico dos deuses, serve-se dos avanços da tecnologia de forma a controlar tudo e todos. “O Grande Irmão está a ver-te” (The big brother is watching you), é o lema.

    Claro que se trata de uma alegoria, um tanto sarcástica, mas que nos alerta contra o perigo de sermos transformados em seres amorfos, acéfalos, sem espírito crítico, sem ideias próprias e submissos. Ou seja, carne para canhão e mão-de-obra ao preço da chuva.

    E o que está a acontecer hoje já é assustador. Paulatinamente, o Estado, a propósito de tudo e mais alguma coisa, vai instilando na mente das pessoas a sensação de que estamos ameaçados por perigos, reais ou fabricados, que justificam o corte sistemático das nossas liberdades mais elementares. Tudo em nome de uma segurança que, curiosamente e para nossa desgraça, nunca funcionou como deveria…

 



publicado por Fernando Vouga às 14:27
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Domingo, 26 de Junho de 2016
Vacina

 

Chouriço.jpg

 

Um estudo recente, realizado por uma conceituada universidade portuguesa, concluiu que a ingestão moderada de vinho tinto, linguiça, chouriço, paio e o panito alentejano reduz, em quase 100%, o risco de poder vir a tornar-se um terrorista islâmico!

 

Recebido por correio electrónico 

 

 



publicado por Fernando Vouga às 23:08
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Sábado, 25 de Junho de 2016
Os novos escravos

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 Imagem recebida por correio electrónico



publicado por Fernando Vouga às 13:47
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Sexta-feira, 24 de Junho de 2016
BREXIT

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 Imagem retirada da NET

 

      Os ingleses  sempre foram bons a roer as cordas. Os seus interesses, por mais mesquinhos que sejam, falam sempre mais alto. O que seria de estranhar é que tivesse sido ao contrário.

      É mais um desafio para a Europa e não vale a pena chorar sobre o leite derramado. Só não há solução para a morte. 

      Esperamos, no entanto, que esta saída seja definitiva, não vá o diabo tecê-las, como diz o povo...



publicado por Fernando Vouga às 13:52
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Quinta-feira, 23 de Junho de 2016
Política

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 Imagem recebida por correio electrónico



publicado por Fernando Vouga às 01:20
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Quinta-feira, 9 de Junho de 2016
Ecos do "FALA SÓ"

 

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 Imagem recolhida na NET

 

 

O CNIM VISTO POR UM CANUDO

 

      Mais uma peça no "Fala só". Desta vez, esclarece a verdade sobre o Centro de Negócos Internacionais da Madeira (CNIM). Afinal, aquilo apenas serve, e serviu, para encher os bolsos de alguns. 

      O mais curioso é a origem desta notícia. Se há alguém que sabe... 

      Aí vai a dita cuja:

 

O ''novo chefe'' passa a vida a divulgar e a promover o CNIM.

 O que será que o leva a ter tanta trabalheira?

 Emprego não dá!  (A verdade é que são muito poucos os que trabalham no Centro Internacional de Negócios)

 O IRC é residual (quase nada).

O IVA agora é per capita , e sendo assim, o seu interesse é cada vez mais relativo.

 A grande verdade é que os grandes beneficiários são o Pestana e os Sousas, e não vale tapar o sol com uma peneira.

 A pergunta que se faz é muito simples...

 Para quê tanto trabalho?



publicado por Fernando Vouga às 15:37
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Síntese da polémica do ensino privado

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 Recebido por correio electrónico



publicado por Fernando Vouga às 10:04
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2016
Ecos do "FALA SÓ"

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      Hoje, o "Renovadinhos" (pseudónimo do "Fala Só") — uma das minhas musas inspiradoras —  apresenta a seguinte pérola:

 

Há por aí um engenheiro químico que se revelou um grande artista!

Chama-se Caldeira mas é também conhecido por ''caldeirinha''.
Fala pelos cotovelos e veio agora dizer que o desenvolvimento da Madeira se deve ao Banif.
Na sua pseudo sabedoria disse mesmo que a região não se teria desenvolvido sem o Banif.

Continua a ser um ''vilãozinho'' do Seixal, que andou pela Caixa Geral.
E como é que ele enriqueceu?
Pela engenharia só se compreenderá se descobriu alguma fórmula mágica e o segredo está bem escondido.

O certo é que a Caixa está em tudo o mexe no PS e nos negócios que ele mantém com o conhecido espertalhão Trindade.

 

COMENTÁRIO

Enfim, para um engenheiro químico, um ressabiado cómico.



publicado por Fernando Vouga às 13:42
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Terça-feira, 7 de Junho de 2016
Religião e futebol...

....Uma combinação perigosa!

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Imagem recebida por correio electrónico 



publicado por Fernando Vouga às 15:35
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Sábado, 4 de Junho de 2016
Quem semeia ventos...

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Imagem retirada da NET

 

    Existe um blogue intitulado "Renovadinhos" (que se deveria chamar "O fala só" por não admitir comentários) cujo autor, embora não identificado, toda a gente sabe quem é. Basta ler meia dúzia de linhas e as dúvidas ficam desvanecidas...

    Acontece que hoje publicou a peça que se segue:

 

O tal Marques sente-se cada vez com mais corda (até um dia) e então é vê-lo a deitar para fora toda a sua má personalidade.

Insiste em dizer mal dos tempos de Jardim, mas é bom relembrar o seu percurso;

  • Funcionário do governo do dito Jardim sem concurso.
  • Deputado por indicação do mesmíssimo Jardim.
  • Anos e anos na comissão política presidida por quem? Claro pelo nome do costume.
  • Feito deputado europeu por escolha pessoal do ''velho'' Jardim.
  • Técnico superior, após a saída do parlamento de Estrasburgo (com gabinete próprio e todas as mordomias), até que se reformou da Função Pública.

Resultado;
Reforma vistosa antes dos 60 anos.

Mas há mais... como avençado do Grupo Sousa engendrou o monopólio dos portos que muito mal tem causado ao nosso povo e à economia da Madeira.

Com a ''brincadeira'' só lá para 2019, o governo (se quiser) poderá acabar com a vergonha.

 

 

    Temos aqui presente um documento esclarecedor, que nos mostra como  funcionava a máquina jardinista: à base do quero posso e mando. Se no âmbito interno do partido essa prática não se pode considerar muito democrática, no plano governamental é escandalosa e inaceitával. Pior ainda, o autor acaba por revelar a prática de tráfico de influências, ao esclarecer que o visado foi nomeado para um cargo público sem concurso.

    Pena é que não fale aqui nos enxovalhos a que não poupava todos os que tivessem a ousadia de o contrariar ou de tentar pensar pelas suas cabeças. Esquece-se que, ao humilhar, tantas e tantas vezes, aqueles que lhe lamberam as botas, criou inimigos e agora, 

... colhe tempestades.

 



publicado por Fernando Vouga às 19:14
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gse_multipart60608.jpg Tomates.jpg Santana Lamego
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