No blogue tipicamente madeirense que dá pelo nome de "Renovadinhos", apareceu hoje esta graciosa peça, quiçá escrita por quem pode apresentar um passado político irrepreensivel:
A coisa chegou ao ponto do ''vígaro'' vir a terreiro puxar da arrogância (até para isso falta-lhe categoria) para defender a pouca vergonha.
Então ele acha bem que se utilizem fundos públicos, para fazer propaganda pura e dura às autarquias e ao governo sem seguir as regras que devem nortear a utilização dos dinheiros dos nossos impostos?
Ele diz que a vergonha da qual beneficia escandalosamente, a folha onde escreve é uma forma de prestação de contas, seguir estratégias de comunicação e mostrar o que se anda a fazer. Chega a ter o desplante de assumir que tudo isto tem servido a promoção de agentes e projectos políticos
Meus senhores da Comissão da Carteira de jornalistas, leiam , leiam que vale a pena esta confissão da promiscuidade que existe na comunicação social da Madeira.
O estilo, embora um tanto disfarçado, faz-me lembrar os textos de um conhecido ex-governante. Mas, o meu dedo que adivinha, parece indicar-me que se trata de uma das personagens abaixo mencionadas:
Aníbal Cavaco Silva;
Pedro Santana Lopes;
Alberto João Jardim.
O leitor que se deite a adivinhar, porque eu não consigo...
Imagem recebida por correio electrónico
Não sei o que leva as pessoas a optarem por certos comportamentos como sejam comprar calças já rotas, a espetar no corpo os mais variados e surpreendentes ferros e arames ou, pior ainda, a pagar um balúrdio por um prato cheio de nada.
Neste caso, trata-se de um "cozido à portuguesa" servido num dos mais prestigiados restaurantes da Capital...
Pasme-se!
Imagem retirada da NET
Já vem de longe o costume de premiar aqueles que, por obras meritórias, se distinguiram dos demais (tais como ter conquistado uma praça aos mouros ou metido a mulher na cama do rei...). Entenda-se por meritório tudo o que convém aos poderes estabelecidos e por maldoso o contrário. Assim, os detentores do poder distribuíam dinheiro, terras, prebendas, títulos de fidalguia e por aí fora. Mais tarde, Napoleão descobriu que lhe saía muito mais barato galardoar os seus heróis com condecorações (que apelidava de frioleiras), nomeadamente a Legiãode Honra. Procedimento que se espalhou por esse mundo até aos dias de hoje.
Porém, como de boas intenções está o inferno cheio, com os tempos, a situação foi-se degradando, dentro do espírito dominante de quem não chora não mama. De tal forma que, nos dias que correm, ser condecorado é quase um vexame. Daí, alguns anos atrás, os Beatlles terem devolvido à Raínha de Inglaterra as condecorações com que foram agraciados pela monarca britânica. Foge cão, que levas com uma condecoração...
E, como se esse mal não fosse suficiente, o vírus da desgraça já chegou ao muito cobiçado prémio Nobel. Nos bastidores conspira-se descaradamente, traficam-se influências e nem sempre o galardão é dado a quem mais mereceria.
Foi decerto neste contexto que Bob Dylan aliás, Robert Allen Zimmerman, de 75 anos, uma das figuras mais proeminentes da música contemporânea — para lá de ser pintor, escritor e actor —, preferiu ser distinguido pela recusa desse tão cobiçado prémio. Desta forma brilhante, com o seu corajoso gesto, acabou de dar ao mundo um grande exemplo de dignidade.
Imagem retirada da NET
Colocar os nossos idosos nas cadeias, e os delinquentes fechados nas casas dos velhos .
Desta maneira, os idosos teriam todos os dias acesso a um duche,lazer, passeios.
Não teriam necessidade de fazer comida, fazer compras, lavar a loiça, arrumar a casa, lavar roupa etc.
Teriam medicamentos e assistência médica regular e gratuita.
Estariam permanentemente acompanhados.
Teriam refeições quentes, e a horas.
Não teriam que pagar renda pelo seu alojamento.
Teriam direito a vigilância permanente por vídeo, pelo que receberiam assistência imediata em caso de acidente ou emergência, totalmente gratuita.
As suas camas seriam mudadas duas vezes por semana, e a roupa lavada e passada com regularidade.
Um guarda visitá-los-ia a cada 20 minutos e levar-lhes-ia o correio directamente em mão.
Teriam um local para receberem a família ou outras visitas.
Teriam acesso a uma biblioteca, sala de exercícios e terapia física/espiritual.
Seriam encorajados a arranjar terapias ocupacionais adequadas, com formador instalações e equipamento gratuitos.
Ser-lhes-ia fornecido gratuitamente roupa e produtos de higiene pessoal.
Teriam assistência jurídica gratuita.
Viveriam numa habitação privada e segura, com um pátio para convívio e exercícios.
Acesso a leitura, computador, televisão, rádio e chamadas telefónicas na rede fixa.
Teriam um secretariado de apoio, e ainda Psicólogos, Assistentes Sociais, Políticos, Televisões, Amnistia Internacional, etc., disponíveis para escutarem as suas queixas.
O secretariado e os guardas seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados.
Ser-lhes-iam reconhecidos todos os direitos humanos internacionalmente convencionados e subscritos pelo país
Por outro lado, nas casas dos idosos:
Os delinquentes viveriam com 200 €, fechados, numa pequena habitação com obras feitas há mais de 50 anos.
Teriam que confeccionar a sua comida e comê-la muitas vezes fria e fora de horas.
Teriam que tratar da sua roupa.
Viveriam sós e sem vigilância.
Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.
De vez em quando seriam vigarizados, assaltados ou até violados.
Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.
As instituições e os políticos não lhes ligariam qualquer importância.
Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.
Não teriam ninguém a quem se queixar.
Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha,
Passariam frio no Inverno porque a pensão de 200 € não chegaria para o aquecimento.
O entretenimento diário consistiria em ver telenovelas, a Fátima, o Goucha, a Júlia Pinheiro e afins na televisão.
Digam lá se desta forma não haveria mais justiça para todos.
E oscontribuintes agradeceriam.
Recbido por correio electrónico
Autor desconhecido
Ao verem uma fila enorme para entrar na Casa de Serralves, dois miúdos decidem também ir ver o que se passava. Mal entram, dão de caras com um quadro de Miró. Após uns segundos em silêncio, diz um deles:
"Oh pá, vamos embora... ainda dizem que fomos nós".
Recebido por correio electrónico
Autor desconhecido
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