
Funchal, hoje às 13H45
Pergunta: se aparecer alguém com um carrinho de bebé ou, pior ainda, um deficiente em cadeira de rodas, como faz? Vai para a faixa de rodagem? Com a agravante de ter de descer e subir passeios, arriscando-se a ser atingido por um carro?
SARDINHAS MACHO À LAGARDÈRE

Ingredientes:
1 cálice de vinho do Porto branco seco
1 pedra de gelo (facultativo)
2 fatias de pão-de-forma integral (o pão e não a forma)
1 lata de sardinhas macho *
2 rodelas de cebola crua
Sal marinho qb
Preparação:
Acompanha-se com um tinto velho de Borba.
Para a sobremesa, duas bolachas After Eight em cama de casca de laranja cristalizada.
Como digestivo, um balão com dois dedos de Chivas Regal de 12 anos
Bom apetite
* Sardinhas com tomates, como se pode ver na imagem.

António Loja nasceu no Funchal, em 1934.
É licenciado em Ciências Históricas e Filosóficas, e em Ciências Pedagógicas, pela Universidade de Coimbra. Em 1966, é chamado pela terceira vez a prestar serviço militar obrigatório, tendo sido destacado para a então colónia da Guiné, no comando duma companhia de Infantaria, onde permaneceu dois anos. Após o seu regresso, participou na acção política, candidatando-se numa lista de Oposição Democrática pelo círculo do Funchal, nas “eleições” de 1969.
Foi nomeado Presidente da Comissão Administrativa da Junta Geral do Funchal, após o 25 de Abril de 1974, cargo do qual se demitiu em 1975, na perspectiva de uma nomeação baseada nos resultados eleitorais. Foi deputado à Assembleia da República, entre 1976 e 1979, e à Assembleia Regional da Madeira entre 1980 e 1984. Foi professor do ensino secundário entre 1972 e 2000, data em que se aposentou, com interrupções decorrentes do exercício de cargos políticos.
Editou e dirigiu a publicação de duas revistas: Atlântico e Arquipélago. Publicou duas obras de investigação histórica: A Luta do Poder contra a Maçonaria e Crónica de uma Revolução – A Madeira na Revolução Liberal (Colecção Funchal 500 anos). Relatando a sua experiência na guerra colonial, publicou As Ausências de Deus. Na ficção, tem publicado: Como um Rio Invisível; Regressos (2 volumes) e Às Cinco da Tarde.
Livros publicados na Âncora Editora:
Ilustração e texto: ÂNCORA EDITORA

Eu sei que é politicamente incorrecto o que vou dizer. Mas não me posso calar.
O maior perigo da Europa não é o avanço do Islão. São os índices catastróficos de natalidade.
Se a situação não for invertida, daqui a poucas décadas a Europa que conhecemos desaparecerá. Pura e simplesmentes porque não haverá europeus que cheguem para travar a ocupação por povos vindos do exterior.
Imagem retirada da NET

Imagem recolhida da NET
ASSIM… NÃO!
Por: Celso Neto
Dias Loureiro e Oliveira e Costa estão ilibados
Os processos foram arquivados!!!
O Ministério Público não identificou de forma conclusiva
Matéria crime para ser punida!
Tudo não passou de uma complexa engenharia financeira
Destinada a aliviar, dos contribuintes, a carteira!
Talvez devessem, até, ser elogiados
E ressarcidos do prejuízo de terem sido incomodados…
Penso que não terão usado o “manto” de Cavaco
Que é duplamente sério e sensato
Os mentideros falam numa casita e numas ações
Que deram lucro, isentas de cotações
Estamos a falar de homens impolutos, muito sérios
Que tal como Deus… têm os seus mistérios!
Aquilo era uma “família” unida
Onde cada um fazia pela vida!
As “desconfianças” não tinham fundamento
Porque o dinheiro voou com o vento
E obrigou ao “incumprimento”
Limpinho, limpinho, nada fraudulento!
Há quem diga que sabe onde ele está
Mas isso são acusa-cristos… gente má!
O elevado montante que foi concedido
Foi negociado a fundo perdido!
Burla, branqueamento e fraude fiscal
Nunca existiu em Portugal!
Podemos confiar no Ministério Público e nos Tribunais…
O problema é o Povinho querer saber demais
E calunia esta gente honrada e séria
E até chama a isto Porca miséria!
Há quem fale em “ares” terceiro-mundistas
E até há quem diga que a culpa… é dos comunistas!
Estes "pulhas" são uma “referência” para o País
Têm direito a escrever a giz
E apagar quando as coisas correm mal
Para não serem apresentadas em Tribunal!
Quem rouba são os pobres e os trabalhadores
Nunca esses nobres e doutos senhores!
Devia haver castigo para quem diz “ofensas”
E dinheiro para conceder avenças
A estes “patriotas, benfeitores de gema
Que, de tão puros, até metem pena!
Não sei se contrataram advogados
Ou se aproveitaram os que são nomeados…
Louvado seja Deus nas Alturas
E que me livre destas “caricaturas”!
Sinto raiva e tenho vergonha algumas vezes
Por haver tantos “casos” portugueses.
Os meus links