
AMAR OU ODIAR
Amar ou odiar: ou tudo ou nada!
O meio termo é que não pode ser
A alma tem d’estar sobressaltada
P’ra o nosso barro se sentir viver.
Não é uma cruz a que não for pesada,
Metade dum prazer não é um prazer;
E quem quiser a alma sossegada
Fuja do mundo e deixe-se morrer.
Vive-se tanto mais quanto se sente;
Todo o valor está no que sofremos…
Que nenhum homem seja indiferente!
Amemos muito, como odiamos já:
A verdade está sempre nos extremos,
Porque é no sentimento que ela está.

Aquilo que se escreve nos compêndios de História nem sempre retrata as realidades de antanho. Por vezes há que lhe dar uns retoques...
E foi assim que António Loja, conhecido escritor e historiador madeirense, deu à estampa uma pequena obra literária — os melhores perfumes guardam-se nos frascos mais pequenos — que nos leva aos tempos do Rei D. Duarte.
Numa prosa empolgante e bem humorada, que ombreia os melhores textos de Eça de Queiroz, Loja conta-nos uma bela história de amor que bem se poderia chamar "Duarte e Célia".


Memórias da Guerra Colonial apresentadas por António Loja, conhecido escritor madeirense que, como miliciano, cumpriu quatro anos de Serviço Militar Obrigatório. Os dois últimos anos foram passados na Guiné onde, como capitão, comandou uma Companhia de Infantaria.
A não perder.

ORA VEJAM LÁ SE É INCORRECTO:
Quando um tipo de direita não gosta de armas, não as compra.
Quando um tipo de esquerda não gosta de armas, quer proibi-las.
Quando um tipo de direita é vegetariano, não come carne.
Quando um tipo de esquerda é vegetariano, quer fazer campanha contra os produtos à base de proteínas animais.
Quando um tipo de direita é homossexual, vive tranquilamente a sua vida como tal.
Quando um tipo de esquerda é homossexual, faz um chinfrim para que todos o respeitem.
Quando um tipo de direita é ateu, não vai à igreja, nem à sinagoga, nem à mesquita.
Quando um tipo de esquerda é ateu, quer que nenhuma alusão a Deus ou a uma religião seja feita na esfera pública, excepto para o Islão.
Quando a economia vai mal, o tipo de direita diz-se que é necessário arregaçar as mangas e trabalhar mais.
Quando a economia vai mal, o tipo de esquerda diz que os sacanas dos patrões são os responsáveis e param o país.
NOTA:
O original deste texto é em Francês.
Foi traduzido e adaptado para português, para que os de esquerda também o possam perceber ...
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