
Aquilo que se escreve nos compêndios de História nem sempre retrata as realidades de antanho. Por vezes há que lhe dar uns retoques...
E foi assim que António Loja, conhecido escritor e historiador madeirense, deu à estampa uma pequena obra literária — os melhores perfumes guardam-se nos frascos mais pequenos — que nos leva aos tempos do Rei D. Duarte.
Numa prosa empolgante e bem humorada, que ombreia os melhores textos de Eça de Queiroz, Loja conta-nos uma bela história de amor que bem se poderia chamar "Duarte e Célia".
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