Maceió - I parte
Este texto não será exactamente uma carta. É talvez uma espécie de telegrama ou, melhor dizendo, uma pequena nota.
A imagem que se segue, captada em Maceió (de que falarei nas cartas que se seguirão), é a prova de que o Brasil é também um país de contrastes. Se na Amazónia se sacrifica a floresta para salvar a economia, aqui sacrificou-se um telhado para salvar... um coqueiro.

De antonio.trancoso@netmadeira.com a 22 de Maio de 2007 às 02:14
Meu caro Monteiro Vouga
Não lhe conhecia essa tão bondosa costela ecologista!
Olhe que haverá muito "boa" gente que se interrogará se aquela inusitada solução não se destinou...a salvar o arquitecto, ou, se o proprietário da vivenda não terá interesses pulicitários numa fábrica de "telhas à prova de ventanias"...
Mas que tem graça, tem.
Um abraço.
Caro António Trancoso. Não era minha intenção enganar ninguém. A casa em causanão não é uma vivenda. Faz parte de um hotel que aconselho. E é lá que funciona o cabeleireiro.
O hotel encontra-se espalhado por uma área muito vasta, junto ao mar. Até há uma lagoa (lagoa da Anta)da qual, dentro em breve, apresentarei imagens
De antonio.trancoso@netmadeira.com a 23 de Maio de 2007 às 23:35
Caro Monteiro Vouga
Longe de mim a ideia de qualquer outra intenção que não fosse "apimentar" o comentário, brincando com a espantosa, engraçada e pedagógica originalidade.
Posto isto creio que me desculpará o inapropriado "mau gosto" da minha intervenção.
Um abraço, do
António Trancoso
Ó meu amigo!
Não habia nexexidade.
Não tem nada que pedir desculpa. Eu é que aproveitei para dar mais um esclarecimento e assim encurtar o texto seguinte.
Um abração
De
Dulce a 23 de Maio de 2007 às 01:02
Que giro! :)
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