CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Quarta-feira, 23 de Maio de 2007
Cartas do Brasil

Maceió - II parte 

 

Maceió - Lagoa da Anta

 

            Maceió é uma pequena cidade do nordeste brasileiro, situada à beira-mar, a meio caminho entre Recife e Salvador. “Apenas” com cerca de um milhão de habitantes, é porém a capital do Estado de Alagoas.
            Trata-se de um lugar privilegiado pena natureza com perto de quarenta quilómetros de praias paradisíacas. As águas são quase sempre mornas e calmas, graças à existência de grandes extensões de recifes paralelos à costa.
            A cidade em si tem o encanto de uma beleza acolhedora e tipicamente tropical. Como qualquer cidade que se preza, podemos dividi-la em duas partes: o centro histórico e a cidade moderna.
 
Maceió - Praia da Pajuçara
 
            A parte antiga, muito movimentada e típica, oferece ao visitante uma extensa área pedonal com imensas casas comerciais e até tendas de vendedores ambulantes. Aí se vende quase tudo o que se possa imaginar, incluindo o inevitável artesanato. Como a cidade só foi fundada no início do Século XIX, é por conseguinte bastante diferente de Salvador. As ruas já foram traçadas, dentro do possível, à régua e esquadro e os edifícios mais antigos têm pouco mais de duzentos anos. Mas nem por isso deixa de ter interesse, porque continua a sentir-se a combinação do estilo Português da época, temperado com um forte sabor colonial.
            No que respeita à cidade moderna, digamos assim, surpreende pelo traçado das ruas e avenidas e, sobretudo, pelos edifícios, que são modernos e com belíssimo aspecto. Salienta-se uma vasta marginal, muito bem urbanizada, limpa e bem tratada. O trânsito é ordeiro e não oferece dificuldades a quem esteja habituado a conduzir na Europa. Por todo o lado se encontram polícias e mais polícias e a criminalidade não se faz sentir.
 
Praia do Francês
 
            Quanto ao turismo, há muito por onde escolher. Há hotéis para todos os gostos e bolsas e, mesmo nos de maior categoria, os preços são convidativos. E o mesmo se passa com os restaurantes. No que respeita às praias, também não faltam. Começando de Norte para Sul, refiro apenas as mais concorridas: Jatiúca, Ponta Verde e Pajuçara. Fora da cidade existem praias magníficas, com especial menção para a Praia do Francês, Barra de S. Miguel e Gunga. Nestas, a frequência é sensivelmente menor aos dias da semana, o que quer dizer que temos mar quase só para nós.
 
  Barra de S. Miguel
 
 
Praia da Barra de S. Miguel em dia de semana...


publicado por Fernando Vouga às 21:19
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9 comentários:
De Dulce a 24 de Maio de 2007 às 00:57
Adoro estas descrições de viagens, mas deixam-me na alma um gosto amargo de me quedar sempre por cá, com tanto mundo para ver...
Em Setembro vou a Barcelona. Primeira viagem ao estrangeiro.


De Fernando Vouga a 24 de Maio de 2007 às 16:51
Barcelona é uma óptima escolha para começar. Vai adorar.


De tron a 27 de Maio de 2007 às 01:05
estas melhor que eu


De A. João Soares a 27 de Maio de 2007 às 20:00
Este relato do melhor de uma viagem é uma generosidade para os amigos e um atractivo para que outro imitem o viajante. Um chamariz qu merece ser compensado pelo turismo local!!!
Muito bom trabalho.
Agradeço a visita e o comentário no Do Mirante.
Cá vamos estando atentos ao que se passa, por vezes com um sabor amargo que leva a desejar estar longe do mundo.

Um abraço


De A. João Soares a 27 de Maio de 2007 às 20:00
Este relato do melhor de uma viagem é uma generosidade para os amigos e um atractivo para que outro imitem o viajante. Um chamariz qu merece ser compensado pelo turismo local!!!
Muito bom trabalho.
Agradeço a visita e o comentário no Do Mirante.
Cá vamos estando atentos ao que se passa, por vezes com um sabor amargo que leva a desejar estar longe do mundo.

Um abraço


De A. João Soares a 27 de Maio de 2007 às 20:01
Este relato do melhor de uma viagem é uma generosidade para os amigos e um atractivo para que outro imitem o viajante. Um chamariz qu merece ser compensado pelo turismo local!!!
Muito bom trabalho.
Agradeço a visita e o comentário no Do Mirante.
Cá vamos estando atentos ao que se passa, por vezes com um sabor amargo que leva a desejar estar longe do mundo.

Um abraço


De António Viriato a 28 de Maio de 2007 às 01:40
Caro Fernando Vouga,

Não sei se hei-de agradecer-lhe, se hei-de criticá-lo, pela instigação, porventura involuntária, que por aqui nos faz a que nos desloquemos para estas paragens, que também já fizeram as delícias dos nossos antepassados. Alguns, seguramente, por aqui se perderam, com tanta beleza encontrada...

Um abraço.


De A. João Soares a 30 de Maio de 2007 às 09:41
Multibanco. Uma batalha ganha!

Em 24 de Maio lançámos em http://domirante.blogspot.com/2007/05/carto-multibanco-explora-o-cidado.html o
alerta contra a ameaça, já tida como certa, de que em 2008 passaríamos a pagar uma taxa por cada utilização do cartão de débito multibanco, falando-se em 1,50 €, a apontámos a forma de reagir a esta exploração. Temos o dever e o direito de defendermos os nossos interesses de clientes e, dispomos de poder para adoptarmos as alternativas que iriam fazer reverter essa exploração em prejuízo dos bancos. Ter poder e não o utilizar legitimamente seria pura inépcia.

Este alerta teve eco e gerou-se um movimento de repulsa por mais esta exploração pelos serviços bancários aos cidadãos indefesos. As pessoas começam a abrir os olhos para o mundo hostil que as rodeia e procura sacar a suas poupanças, mesmo que sejam muito
Magras e insuficientes para uma sobrevivência difícil.

Agora, notícia do Jornal de Notícias diz que «a entrada em vigor da Área Única de Pagamentos em euros (SEPA) em 2008 não vai conduzir à cobrança de serviços que, actualmente, são gratuitos nas operações com multibanco, garantiu ontem o coordenador do gabinete de relações internacionais da Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS).» «serão feitos acertos de operações, mas apenas entre a SIBS e os bancos. Entre os acertos está, por exemplo, a decomposição de taxas cobradas à Banca. Para os consumidores, afirmou, a SEPA ‘não terá impacto’ sobre as taxas em vigor.»

Está ganha uma batalha, mas não tenhamos ilusões, haverá muitas outras e cada vez mais subtis para aumentarem os seus já elevados lucros à nossa custa. Temos de estar cada vez mais atentos e prontos a fazer valer os nossos direito e usar os poderes de que dispomos como clientes e cidadãos. Uma guerra depende de muitas batalhas e ganhar uma destas não corresponde à vitória final. Da mesma forma um campeonato depende de muitos jogos e cada um é importante, embora não seja decisivo.

Cumprimentos


De Dulce a 5 de Junho de 2007 às 23:14
Então?
Quando é que posta mais posts?!
:)


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