
José Teixeira dos Santos (Zé do Telhado)
Bancos, Seguros, PT, EDP, Galp, e outros serviços essenciais para os cidadãos, gabam-se de lucros avantajados e de pagarem ordenados milionários aos seus quadros superiores, à custa do cliente que, na maior parte dos casos, não tem alternativas para poder escolher.
Nuno Brederode dos Santos, DN de 5 de Agosto de 2007
Análise lapidar que espelha a situação que se vive hoje em Portugal. E vem a propósito lembrar o espartilho do fisco e de outras desgraças como o mau funcionamento do Ensino, da Cultura, da Justiça e do Serviço Nacional de Saúde, onde quase nada resta em benefício dos mais desfavorecidos. Neste último, chega-se ao exagero de ter de se pagar e, como se tal não fosse suficiente, há que esperar até ao desespero ou morte (a menos que se vá fazer um aborto).
Funciona assim o nosso (des)Governo, como se fosse uma espécie de Zé do Telhado ao contrário. Em vez de tirar aos ricos para dar aos pobres, como fazia o famoso bandoleiro dos meados do Século XIX, tira aos pobres para dar aos ricos.
Pelo andar da carruagem, talvez o actual Primeiro-ministro venha a restaurar a Monarquia e coroar-se como El Rei D. José II, o primeiro monarca de uma nova dinastia. E, claro, passará à História com o cognome de “O Zé da Cave”
e tem tendência para piorar......
Caro Vouga,
Desde a fotografia até ao "Zé da Cave" está muito bem apanhada esta ideia!
O pior é que os "ricos" somos nós a quem o Zé da Cave se encarrega de assaltar... Apre! É que estou farto de ser "rico" na perspectiva do senhor Zé!!!!
Vá-nos continuando a brindar com estes apontamento bem "caçados".
Um abraço
Parece-me faltar um X à data, ou o Zé nem português seria (mouro, caselhano, um desses). Sim, El Rei D. José II: é motivo para gritar bem alto e rir (para não chorar) «O Rei vai nu!»
Obrigado Mauro pelo reparo. Já está corrigido o erro, como pode ver.
Um abraço amigo
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