CONTRA OS ABUSOS DO PODER
VENHAM DONDE VIEREM
Terça-feira, 4 de Setembro de 2007
Descubra as diferenças

(imagem retirada da Wilkipedia)
Terminou hoje às 12 horas em ponto o prazo do concurso "Descubra as diferenças".
Só houve um concorrente que, por sinal, acertou em cheio. Foi o nosso companheiro da Blogosfera António Viriato do "Alma Lusíada". Para lá da perspicácia que demonstrou em não encontrar diferença nenhuma, descobriu o frasquinho de veneno que se escondia por detrás do concurso...
Para ele, uma estrondosa salva de palmas... virtual, claro.
Caro Amigo Fernando Vouga,
Muito me sensibilizam as suas palavras, mas julgo não ser merecedor delas. Limitei-me a comprovar o óbvio: a igual irrelevância das figuras e a sua idêntica inoperância, na missão que lhes caberia, como de resto já acontecia com os dois últimos antecessores na chamada liderança, termo algo deslocado, na situação em apreço.
Por isso, estamos nós, a Nação que já foi valente ainda que não imortal, mergulhados em tão funda crise de confiança no futuro. De tal forma que até o nosso nobelizado autor já não vê outra solução para nós, senão a rendição a Castela. Que ele, pessoalmente, o tenha feito, podemos compreendê-lo, perante a força da «frechada de Cupido» a que foi sujeito, a qual o terá deixado completamente desvanecido, numa altura em que a sua capacidade de recrutamento, no género, começava drasticamente a declinar… Porém, nem a todos poderia ser dada tal sorte, para não trazer para aqui o negregado provérbio «nem bom vento, nem … »
Enfim, aonde nos pode levar o desespero da crise…
Um abraço.
Caro António Viriato
O PSD, como o maior partido da oposição, tem uma enorme responsabilidade política. Para lá de ser obrigado a garantir uma alternância eficaz e responsável, não pode descurar a fiscalização e a crítica credível deste desgraçado Governo.
O actual líder, cujo nome nem me apetece mencionar, não passa de uma figura de opereta, caricata e desprezível, em que ninguém minimamente inteligente acredita. E sobre quem o quer substituir, nem falar. Uma desgraça!
Porém estes meus dois artigos, que mereceram a sua amável atenção, não despertaram a atenção de mais ninguém.
Por apatia, por conformismo? Ou será que haja ainda quem pense que criticar um péssimo chefe é criticar o partido?
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