
Hoje, pelas 18 horas e 10 minutos, no programa "Portugal em directo" do canal 1 da RTP, um inventor explicou que o seu invento, um detector de incêndios, se destinava a evitar falsos enganos. Nem mais nem menos.
Mais uma preocupação para os portugueses, já que se ficou a saber que, afinal, até os enganos podem ser falsificados.
Chamem a ASAE. Já!
De António José Trancoso a 31 de Janeiro de 2008 às 20:36
Caro Monteiro Vouga
Já e bem depressa!
Mas, afinal, não será que andamos todos, ou quase todos, falsamente, enganados?!
Caro António Trancoso
Isto dos enganos é como os "hole in one" do golfe. Não os há feitos. Temos que ser nós a fazê-los,,,
Mas daí até os falsificar, vai uma grande distância.
E o que é mais estranho é o silêncio ensurdecedor do novo bastonário da OA. Já agora, deveria falar do assunto. Não acha?
De António José Trancoso a 2 de Fevereiro de 2008 às 00:58
Meu caro Amigo
Tem toda a razão.
Mas, tal como o macaquinho, a brincar, a brincar... vamos dizendo umas coisas pretensamente sérias.
O Bastonário da Ordem dos Advogados, por algum lado teria de começar...e a ponta, por onde principiou a puxar, tem muito que se lhe diga...
O "politicamente correcto" já deu o que tinha a dar e, afinal, nunca passou de uma larguíssima capa encobridora de muito pouca, ou nenhuma, vergonha. Será que ele quase fez um hole in one "?!
Este País precisa, urgentemente, de "golfistas" deste gabarito. Talvez, assim, se consiga, num desejado futuro, jogarmos a "par" das outras Nações Europeias.
Isto dito por quem, de golf , sabe o que não sabe... Aceite um abraço.
"enganos falcificados"....até os "enganos" sofrem do problema do "vinho do Porto"....Ok! Chamem...então à ASAE e tragam jornalistas, tá?
Bom carnaval
Enganei-me....rissssssss: onde se lê "falcificados" deve ler-se "falsificados".
Sorry
Meu Caro,
Eu sei que a ASAE exagera, mas olhe que num país cheio de expedientes para ganhar dinheiro à custa do alheio fazia falta um exagero de fiscalização. Em todo o lado para onde nos voltamos vemos mixordeiros que praticam verdadeiros atentados à saúde pública. Que se acabe com essas práticas do biscate (a senhora que faz pastelinhos em casa, a outra que faz bolos para fora e mais o outro que fabrica não sei que tipo de comida caseira) não me parece de todo errado, até porque alimentamos uma economia paralela que obtém bons rendimentos e não é obrigada a pagar impostos, pagando-os nós, em dobrado, por eles.
Estando quase sempre contra as medidas do Governo de José Sócrates, não estou contra esta «utilização intensiva» da ASAE.
Vou-me preparar para os protestos...
Um abraço
Caro Alves de Fraga
Fazendo desvio para o lado sério da questão, estou de acordo consigo. Há muito que tento evitar determinados "restaurantes" com pretensões a típicos, onde uns jeitosos fazem as vezes de cozinheiros. Quanto mais não seja, porque normalmente metem a unha na conta. E quase sempre sai mais barato ir a um bom restaurante. Quanto mais não seja, pelo que se poupa horas mais tarde em papel higiénico...
Contudo, há que reconhecer que os exageros podem ajudar a matar muito do que temos de bom na nossa cozinha. Vai decerto haver muita gente séria e com talento que vai fechar as portas.
A ASAE parece-me demasiado preocupada com aspectos formais sem curar de averiguar se as omissões observadas se traduzem em real falta de higiene e qualidade. Porque quem é porco e vigarista, não o deixa de ser apenas por cumprir as formalidades. E o contrário também é verdade.
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