CONTRA OS ABUSOS DO PODER
VENHAM DONDE VIEREM
Sábado, 1 de Novembro de 2008
Se o ridículo matasse...

Quando um Primeiro-Ministro desrespeita a agenda dos trabalhos numa cimeira internacional, é porque tem a apresentar algo de muitíssima importância. Pelo menos para ele, o que já não é brilhante.
Ao fazê-lo, deu a entender que o melhor que os portugueses conseguem produzir é um computador minúsculo para crianças, com incorporação de tecnologia importada.
Se o ridículo matasse...
Caro Fernando Vouga,
Este homem começa a envergonhar-nos.
Depois de se haver desrespeitado, com a tal licenciatura manhosa da universidade independente - do rigor, certamente, do saber, uma legítima presunção - agora deu em vendedor ambulatório de artefactos da sua imaginada modernidade.
Quando terminará este verdadeiro pesadelo socrático... depois do do Lopes, do do Barroso, do do Guterres, etc., etc. Parece maldição !
Um abraço de solidariedade, neste contexto de sofrimento político, ainda que democrático.
Caro António Viriato
Plagiando o general Galvão de Melo, quando se referia à Força aérea portuguesa, eu diria que a criatura, após esta memorável e lamentável sessão da banha da cobra, "deixou de ser uma vergonha nacional para passar a ser uma vergonha internacional".
De António José Trancoso a 4 de Novembro de 2008 às 14:07
Caro Monteiro Vouga
Em Portugal o ridículo não mata; bem pelo contrário, reanima.
Quer melhor exemplo do que se passa nesta "pérola"?
E não é que tudo se conjuga para a perpetuação das actuais maiorias absolutas?
Cada vez mais "superiores"...até o monumental trambolhão.
Um abraço.
De
maremoto a 21 de Novembro de 2008 às 15:50
São as lições que recebemos que me enchem de vergonha: fé, descaramento e auto-confiança para tudo fazer em troca de euros (como se aprende em qualquer livro de auto-ajuda) e muito ridiculo.
(todos os meus assessores usam o Magalhães)
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