DN-Madeira, 10 de Outubro de 2009
Tudo leva a crer que a campanha de vacinação que se avizinha não vai ser pacífica. Por um lado, a famigerada pandemia de gripe H1N1 tarda em mostrar as suas garras e, por outro, a confiança no fármaco a injectar anda pelas ruas da amargura, especialmente nos profissionais de saúde.
Neste particular, não vale a pena listar os inúmeros casos de medicamentos retirados do mercado por serem perigosos para a saúde pública. Lembro apenas a Talidomida, que na década de 50 do século passado causou danos físicos avassaladores em milhares de crianças cujas mães, durante a gravidez, a tomaram.
Por coincidência, a prioridade da vacinação vai para as grávidas e para os jovens, vá-se lá saber quais os factores comuns que têm esses dois grupos. Por mais que dê voltas ao miolo, apenas consigo concluir que, se a vacina tiver graves efeitos secundários a longo prazo, as consequências para o equilíbrio da pirâmide etária, já de si tão fragilizada, serão catastróficas.
Mas uma coisa é certa. Se o Governo conseguir aplicar os milhões de vacinas já adquiridas (e que todos nós pagámos), vai cantar vitória. O número de mortes resultantes da gripe será, sem dúvida, considerado reduzidíssimo.
É uma vitória assegurada porque, aconteça o que acontecer, ninguém saberá como seria se a vacina não fosse aplicada.

Malformações em vítimas da talidomida
ADITAMENTO - 14 de Novembro de 2009
Sobre este assunto, talvez seja boa ideia consultar o site:
------ooo------
De geovana a 28 de Outubro de 2009 às 10:31
bolas, avassalador essas malformações, esquecidas. Será que ainda se mantém esses perigos? se sim, porque não se alerta em massa e se propõem os Estados a dar-nos esse medicamento maldito? Será que nos querem aniquilar, nos deformar????????
geovana
De
tron a 16 de Novembro de 2009 às 23:54
não tenho medo da gripe , não tomo a vacina porque cada vez há mais casos de maus resultados pos toma
Caro amigo
Obrigado pela sua visita.
Vivemos num país onde ninguém acredita em ninguém. Por outro lado, começa a tornar-se público que o Estado não passa de uma associação de malfeitores, que se aproveitam do poder para assaltarem os dinheiros públicos.
Neste particular uma coisa é certa: a indústria farmacêutica está a fazer um negócio de China. E tem dinheiro para comprar tudo e todos. Será legítimo acreditar que, de repente, nas vacinas, todos passaram a ser sérios?
Um abraço
De
tron a 18 de Novembro de 2009 às 14:18
vacina para seriadade, duvido, deveria era de haver uma vacina contra a corrupção
É mesmo o que se pretende, dizem algumas pessoas, como a ex-ministra da saúde da Finlândia (ver entrevista no Youtube - http://www.youtube.com/watch?v=VqBaUKwE4qY): trata-se de um conluio de elites poderosas para reduzir a população mundial e enriquecer os donos das grandes farmaeuticas. As massas são cada vez mais estúpidas e não querem ver mais nada senão o que os governos lhes impingem. É a nova Idade das Trevas, segundo os mais esclarecidos...
Não temos grandes razões para confiar no sistema.
Estou a lembrar-me do livro "O Fiel Jardineiro" de John Le carré. É uma obra inquietante, quanto mais não seja porque tem muito de verdade. As conspirações nem sempre fazem parte da ficção. Existem mesmo.
Comentar post