CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Terça-feira, 2 de Março de 2010
Tão inimigos que eles foram...

 

            Foi preciso uma desgraça para que estes dois governantes se entendesem.

           Afinal, de um lado e do outro, não havia apenas razões de estado para se confrontarem no passado, o que nos deixa um tanto desconfortáveis. Governar é uma coisa muito séria e, quem nos governa, não tem o direito de se deixar conduzir por emoções de ocasião ou questões pessoais.

            Falta apenas ao Governo da República cumprir o prometido. Caso contrário, será de esperar que o verniz estale e este casamento dê em divórcio. Não pode sequer haver lugar para desconfianças.

             Resta-nos rezar para que o Presidente do GR da Madeira continue a ter boas razões para se manter confiante. Para isso, algo de muito importante terá de mudar na maneira de conduzir a governação. Porque de promessas de políticos está o inferno cheio.



publicado por Fernando Vouga às 14:57
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5 comentários:
De António Trancoso a 3 de Março de 2010 às 14:31
Caro Monteiro Vouga
Não haja qualquer ilusão. Por muitos zeros que o cheque contenha, serão sempre insuficientes para satisfazer a gula dos abutres do costume.
Assim, logo,logo...o verniz vai estalar.
Um abraço.


De isabel a 3 de Março de 2010 às 14:35
No meio da desgraça até tem sido divertido ve-los tão amiguinhos...vamos é ver até quando!!!

Isabel


De Luís Alves de Fraga a 4 de Março de 2010 às 16:03
Caro Vouga,
O verniz pode estalar por qualquer motivo, contudo acho que a razão para se ter gerado a "amizade" não reside nos euros a receber, mas no sentimento de culpa que a ambos corrói. Culpa, sim!
Ao "Governador" da Madeira corrói a culpa de ter deixado fazer as obras mais impensáveis que imaginar se pode, obrigando a Natureza a falar mais alto quando estava espartilhada entre betão e alcatrão.
Ao Primeiro-ministro corrói a culpa de não ter sido rigoroso na imposição de ordem ambiental, fazendo valer, desde o tempo de Guterres, as disposições da República na Região Autónoma da Madeira.
Enquanto a lembrança dos seus pecados comuns estiver viva em ambos a "amizade" vai durar...
Esta é uma opinião, se calhar, ingénua e "bondosa"... Não sei.
Um abraço


De Fernando Vouga a 4 de Março de 2010 às 17:37
Caro Alves de Fraga

Vá-se lá saber ao certo o que motivou este casamento! A sua análise é válida, Mas, como sempre, muitas análises poderão ser feitas. Talvez mais ingénua que a sua (caso o seja verdadeiramente...), será supor que foi o velho espírito lusitano em que só se dá o litro, digamos assim, quando chega a desgraça.
Mas há ainda outra hipótese, aventada ontem pelo Dr. Jardim. Parece-me um tanto parola mas lá vai: esta recuperação só é possível porque os madeirenses do PSD são um povo superior.


De Anónimo a 23 de Julho de 2010 às 22:07
Há quem gostasse de pertencer ao tal povo superior ! É só ir à Rua dos Netos e pedir um Boletim de Inscrição ou passar a escrever umas coisas no Jornal da Madeira para mostrar serviço e vassalagem !


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