CONTRA OS ABUSOS DO PODER
VENHAM DONDE VIEREM
Segunda-feira, 14 de Junho de 2010
Para quem gosta de ler

Caminhos Perdidos na Madrugada é um romance cuja acção decorre em Moçambique no termo da Guerra Colonial. Na plantação de “Chá Molungo” os acontecimentos precipitam-se à medida que no Portugal metropolitano o processo de descolonização se começa a desenhar. Os colonos sentem-se traídos e temem ser abandonados. Começa-se a sentir por todo o lado a influência crescente dos movimentos de libertação, com especial incidência da Frelimo. A acção muda-se para outros cenários: a Academia Militar na Amadora, um cemitério em Castelo Branco, as matas perigosas da região dos Dembos em Angola, a Guiné no tempo de Spínola, a guerrilha maconde no planalto de Mueda. O desfecho são dois nascimentos: de uma criança e de uma Nação.
Este livro encontra-se à venda nas seguintes livrarias do Funchal:
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Livraria ESPERANÇA - Rua dos Ferreiros, 119
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Livraria NOBEL - R. Vale da Ajuda, 11 (Junto ao Rest. Grand Brasa)
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Livraria BERTRAND - Centros Comerciais Dolce Vita e Forum Madeira
Podem também ser adquiridos através do seguinte E-Mail:
fcmvouga@sapo.pt
De António Trancoso a 17 de Junho de 2010 às 00:13
A minha experiência africana, embora muito menor que a do Autor, permite-me, após a leitura desta sua última publicação, afirmar o seguinte:
A ficção parece realidade e a realidade... é mesmo real.
Um trabalho sério de um Homem sério!
Parabéns, meu Caro Amigo.
De
Paulo a 22 de Junho de 2010 às 23:22
Um blogue interessante! Obrigado.
>Paulo
De José Brandão a 20 de Julho de 2010 às 19:57
Contar a história da Guerra Colonial em romance é tarefa que não está ao alcance da maioria dos que se dedicam a escrever – e descrever – sobre os factos que viveram em determinada altura da sua vida.
Fernando da Costa Monteiro Vouga é uma excepção, conseguindo através da ficção trazer o leitor para um interessante empenhamento de leitura fazendo da sua escrita algo de agradável e atraente com o desenrolar da sua prosa.
Com os seus Caminhos Perdidos na Madrugada, cuja acção decorre em Moçambique no termo da Guerra Colonial, Fernando Vouga fala do que sabe e conheceu como poucos.
Ler o que expõe nos seus livros (e são vários) é um prazer mesmo para os que não fazem do romance a sua leitura de opção.
José Brandão
Caro José Brandão
Nada pior do que ser louvado por quem não percebe nada do assunto. É grotesco e incomodativo.
Mas não há mais doce prémio do que receber um elogio, mesmo que nascido da beneviolência de alguém com os creditos firmados na literatura de pendor histórico e com uma vasta obra publicada.
Sem falsas modéstias, este meu livro é apenas a minha verdade sobre o período mais dramático da nossa História contemporânea.
Bem haja pelo seu comentário.
Um abraço amigo
De Henrique Alves a 29 de Julho de 2010 às 22:39
Já li este livro ! Gostei muito ! A leitura desliza facilmente e o autor consegue que o leitor se sinta perfeitamente integrado no palco onde as acções descritas acontecem ! Para quem não viveu o ambiente da guerra em África, este romance constitui uma excelente aproximação a episódios e vivências diárias dum Portugal Colonial que era distante e desconhecido para uma grande parte dos portugueses. Este livro constitui seguramente um testemunho que nos enriquece o conhecimento sobre aquilo que foi a nossa presença ultramarina.
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