CONTRA OS ABUSOS DO PODER VENHAM DONDE VIEREM
Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
Idioto

 Imagem retirada da NET

 

 

          Finalmente que temos uma senhora a presidir à Assembleia da República. Facto que saúdo com muito agrado. Estou certo de que a Drª Maria da Assunção Andrade Esteves desempenhará o seu cargo com competência e dignidade.

          Porém, a propósito do acontecimento, o ministro Miguel Relvas chamou-lhe Presidenta em vez de Presidente, como me parece ser (ainda) correcto.

          Não sei se esse senhor terá razão mas, pela sua lógica, teríamos, no mínimo, que chamar Presidento a Cavaco Silva. Nem mais nem menos! E o caso não ficaria por aqui: o nosso dicionário seria assim automaticamente enriquecido com residento/residenta, requerento/requerenta, indigento/indigenta, doento/doenta e por aí fora.

          Convenhamos que não me parece brilhante. Penso que o senhor ministro não estava, no momento, na posse de todas as suas faculdades. Caso contrário, teríamos de lhe chamar… idioto.



publicado por Fernando Vouga às 19:56
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7 comentários:
De Jacaré Tem Dente a 28 de Junho de 2011 às 23:15
Curiosamente a palavra “idioto” existe no vocabulário Castelhano e mantém o mesmo significado que a língua Lusa lhe atribui.
Para “presidenta” pois a idiotia é mais do que confirmada e só poderá provir de quem sofre de profunda crise de machismo “ignorantíssimo” ou de um apurado cinismo, o que eu não acredito tendo saído da boca de quem saiu.
Miguel Relvas não tem "a pinta que tinta" nem " tinta que pinta"!


De Fernando Vouga a 29 de Junho de 2011 às 13:17
Caro Jacaré

Este Governo, apesar de ainda ter direito ao benefício da dúvida, parece perito em se meter em alhadas desnecessárias e contraproducentes. O caso Fernando Nobre foi um grande tiro no pé e a eleição da actual Presidente da AR ficou manchada com esta autêntica cretinice que, vinda de onde vem, acaba por se revestir de uma certa gravidade.


De Jacaré Tem Dente a 29 de Junho de 2011 às 14:14
Caro Senhor Fernando Vouga.
A tolerância de quem é sério é sempre o benefício da dúvida, não é de hoje nem de ontem que a cretinice bate o “seu pleno” e da forma mais eufórica en terras Lusas.
Portugal não é um problema, Portugal é “O” problema e batemos sempre no aspecto que não tem por enquanto resolução: - A cultura dessa nação!
Professores mal pagos, assistentes com a cagança de serem professores, universidades privadas que formam (comercialmente) maus Quadros e alunos que quando chegam a casa ainda batem na família depois de terem batido nos professores, saúde pública precária, insegurança que prolifera...
Acho que para quem gastou dinheiro mal gasto, Portugal tem mesmo aquilo por que lutou:
- Instabilidade!


De Luís Alves de Fraga a 1 de Julho de 2011 às 09:20
Meu Caro Amigo,
A presidente da AR ainda é "produto da caixinha de cosmética" do actual Governo. Mas a "caixinha" tem pouco "produto"! Dentro de dias, meses, vamos cair na real e lá se vai a cosmética e o verniz. Portugal paga muito dinheiro a muita gente. Paga de formas directas e indirectas. Enquanto houve dinheiro da Europa nós julgámos que éramos um país rico e demos tudo o que se tinha e o que não se tinha. Há anos, descobriu-se que era necessário cortar na despesa e, então começaram a funcionar os grupos de pressão.
Olhe, dou-lhe um exemplo: o nosso caso. Segundo os meus cálculos deveríamos ser pagos num ano pelo que recebemos em cerca de 10 meses. Dividíamos por 14 esse valor e teríamos o valor da nossa pensão. Os juízes, segundo a mesma lógica, teriam de vir para a ordem dos 8 a 7 meses, tal como os professores catedráticos e, depois, era acertar tudo por esta bitola, acabando-se com os impostos para os funcionários do Estado que vivessem exclusivamente desse rendimento.
Está claro que isto iria (irá) ter reflexos em todos os sectores de actividade, desde a banca até aos trabalhadores não qualificados.
A missão deste Governo é, quanto à despesa do Estado, fazer o mesmo que o PCP faria se fosse Governo, com a diferença que o PCP não vendia património que pudesse nacionalizar e nacionalizaria o que pudesse nacionalizar. Intenção? Repor a realidade e a verdade da economia portuguesa. Somos pobres, não podemos viver como ricos!
Vamos chegar lá seja por via da direita ou por via da esquerda. Diferença: a direita vai permitir que os ricos fiquem cada vez mais ricos (pois se os remediados ficam mais pobres, eles ficarão mais ricos!) e os pobres, cada vez mais pobres. É a lógica financeira da moeda forte. Foi a lógica de Salazar: um escudo valorizado no mercado externo corresponde a uma vida miserável no mercado interno, quando se não tem recursos naturais (não é o caso da Alemanha).
Se a Alemanha saísse do euro, o resto da Europa poderia praticar uma política keynesiana, isto é, estar-se nas tintas para o valor do euro, desde que dificultasse as importações de fora da Europa e facilitasse a exportações da Europa. Teria de desvalorizar o euro e praticar uma política de apoio social ao trabalho e ao consumo. O mal é a Alemanha não voltar ao marco! Não somos nós quem tem de sair do euro. Quem tem de sair é a Alemanha e a França, se necessário.
Pense nisto, meu Amigo.
Um grande abraço


De Fernando Vouga a 1 de Julho de 2011 às 14:06
Caro Alves de Fraga

Tem carradas de razão, como de costume, diga-se em abono da verdade.
Nesta minha nota, algo humorística, tive como objectivo focar a idiotice de alguém que faz parte da máquina. governativa. Por essa razão, não justifiquei o móbil do meu agrado pela eleição da senhora. Tal diligência desviaria a meu ver a atenção do leitor para um factor mais sério e que merece melhor tratamento.
Gostei da nomeação por duas razões:
Em primeiro lugar, a senhora foi eleita, não pela sua condição feminina, mas pelo processo normal da eleição, no qual não entraram as famigeradas percentagens de homens/mulheres;
Em segundo lugar, por não ter sido eleito Fernando Nobre. Parece-me que aqui nem vale a pena justificar...


De A 0€27 no Lidl a 1 de Julho de 2011 às 22:01
Quantos vernizes e quantas cosméticas é que Portugal já não teve?
Então mas não foi sempre o país “do faz de conta”?
Estamos agora admirados se sempre foi assim (?); só visto!
O alastramento de teorias, que não passa do possível grau de probabilidades, poderá valorizar o “orador”, no entanto, é na prática do exercício que iremos ver.
A Alemanha ou a França saírem do espaço Euro ?
Isso é só o sonho de uma noite de Verão, será mais fácil Portugal sair-se vendido, penhorado e de rastos do que vermos os criadores da Europa afastados do seu próprio sistema.
Lentes embaciadas limpam-se!
Pode alguém fechar o vento en suas mãos?


De Jacaré Tem Dente a 8 de Julho de 2011 às 12:24
Se adicionarmos 4 Mangas mais 4 Mamões, o resultado que se obtém é de 8; mas de 8 o quê?
Esclareço que Manga e Mamão são frutos oriundos dos Trópicos.
Aritmeticamente só poderemos operar com elementos da mesma Natureza, porém, se procedermos à tradução, verifica-se que esta operação é fácil, simples, concisa e POSSÍVEL.
Manga vamos traduzir para “manguelas” e Mamão quer dizer “chulo”; então se adicionarmos 4 manguelas a 4 chulos obtemos 8 deputados eleitos pelos portugueses…por exemplo.


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