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Alberto João Jardim diz ainda que não contem consigo «para pactuar com o que se passa quer na Europa quer em Portugal, mais a mais que Portugal vive no paradoxo de querer resolver os seus problemas num sistema capitalista selvagem mas ao abrigo de uma constituição que é ideologicamente socialista». «Isto é estar a brincar com coisas sérias», alerta.
«É de facto algo que não se entende, porque podem fazer as contas todas, mas se o Estado não for reformado de alto a baixo Portugal não consegue resolver os seus problemas»; reitera.
Jornal da Madeira, 2 de Outubro de 2011
Como é que o único governante português que conseguiu ultrapassar Sócrates em incompetência e irresponsabilidade, vem agora perorar sobre a salvação da Pátria?
Com que lata, um governante de uma pequena ilha perdida no meio do Atlântico, depois dos erros grosseiros que cometeu, de ter mentido descaradamente, de ter comprometido o nosso futuro, se arvora em único sabichão e se permite dar conselhos professorais ao mundo todo?
Como é que um homem que não respeita nada nem ninguém, incluindo a Constituição, se preocupa com ela? Que diferença lhe faz que a Lei Fundamental seja socialista ou outra coisa qualquer, se para ele sempre foi letra morta?
Jardim não está louco, como poderá parecer à primeira vista. Ele fala assim, porque sabe que aqueles que estão à sua gamela têm uns antolhos que lhes tapam a realidade, o que já de si não é brilhante. Porém, o pior e o mais grave, é ele saber que o seu discurso disparatado, inconsequente, mas sempre arrogante, cai bem nas cabecinhas do seu tão querido povo superior, quiçá toldadas pelos copos de um jantar à borla. Cabeças estupidificadas ao longo de mais de três décadas, mas que o aplaudem freneticamente, embora sem perceber nada do que lhes é dito e da desgraça que as espera. Mas são votos garantidos e é isso, e só isso, que lhe interessa.
Enfim, Sócrates já foi castigado. Espero que aqui se faça justiça. Finalmente.
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