CONTRA OS ABUSOS DO PODER
VENHAM DONDE VIEREM
Quinta-feira, 8 de Março de 2012
O lado bom que todos temos...
O autor de "O PROCESSO 95385", o doutor Rui Verde, foi vice-reitor da extinta Universidade Independente, a tal que diplomou como engenheiro o cidadão Pinto de Sousa. Esta obra perturbante, que se recomenda, revela-nos com toda a crueza de que massa é feita a maioria dos homens que se servem dos corredores do poder para subir na vida.
Nos factos aqui apresentados, ninguém "fica bem na fotografia", como se costuma dizer. Mas há uma curiosa exepção...

De jorge figueira a 9 de Março de 2012 às 19:48
Todo o ser humano é um diamante. Ao longo da vida vai sendo trabalhado e apresenta-se, quando ela caminha para o ocaso, isto é, quando passamos a sentir que para a frente estarão menos anos do que aqueles que já estão vividos, encontramos belas faces ao diamante de que apenas conhecíamos as feias. É esse o caso em apreço. Estamos muito mais virados para encarar o Dr. Alberto João nas vertentes narradas por Ribeiro Cardoso em Jardim a Grande Fraude (faces feias) do que para a valorização desta que é também dele e deve ser realçada. Talvez resida aí uma falha do livro citado.
Caro Jorge
Chega a ser assustador verificar o mal que o poder faz às pessoas...
De Anónimo a 10 de Março de 2012 às 19:11
Creia que admiro a sua tolerância, acho que tem um olhar justo sbre os "homens" e que, quando leio o que escreve, pois creia que nem sei o que pensar !?
O "homem" na sua vida privada e´certamente diferente do que o mesmo "homem" é na sua vida pública.
Mas, como deveremos julga ?
Dir-me-á: - quem somos nós para julgar ?
Caro anónimo
Não se trata de tolerância porque ela só teria lugar se eu tivesse filiação partidária.
Vou revelar-lhe mais um segredo: da mesma forma que não tenho partido político, não tenho religião nem sou adepto de nenhum clube de futebol. Tenho apenas um compromisso com a minha própria consciência.
Dentro desse contexto, a meu ver, este elogio a Jardim é perfeitamente merecido.
Caro Fernando Vouga,
Deixe que acrescente mais um dado ao seu posicionamento.
O homem (refiro-me ao Alberto João Jardim) esteve há dias na Universidade Autónoma de Lisboa num seminário e lançamento de livro. Não estive presente, mas fui informado por pessoa insuspeita de que o seu trato em privado é muito agradável, muito urbano, muito cuidado e sem qualquer tipo de arrogâncias. Fiquei espantado com esta passagem de besta a bestial, mas é o que consta.
E mais não digo.
Um forte abraço
Caro amigo Alves de Fraga
Conheço bem essa faceta de Jardim. Estive com ele várias vezes e sei do que estou a falar.
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