
Nos meios diplomáticos há quase sempre o cuidado de evitar linguagem redutora para que, mais tarde, as portas da diplomacia se encontrem abertas. Palavra fora da boca é como pedra fora da mão. Uma vez dita, não há meio airoso de voltar atrás.
Para melhor entendimento, há uma espécie de anedota muito esclarecedora. Aí vai:
Quando uma senhora diz não, quer dizer talvez. Quando diz talvez, quer dizer sim. E quando diz sim, não é uma senhora...
Vem esta espécie de introdução a propósito da nega levada há dias pelo nosso PR da parte do PR do Brasil. Em termos diplomáticos, uma recusa "por motivos de agenda" é um rotundo NÃO. Ou seja, uma inqualificável desfeita, sem tirar nem pôr...
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