A ser verdade esta notícia — e não vejo razão para duvidar —, iremos ver Jardim sentado na bancada de S. Bento, lado a lado com os restantes duzentos e vinte e nove deputados, quiçá sujeito a ouvir, cara-a-cara, interpelações menos agradáveis por parte dos colegas da oposição.
Para quem se considerava a si próprio como “único importante”, para quem, como Presidente do GR da Madeira, espezinhou e achincalhou a Assembleia da qual dependia, para quem insultou, difamou, ameaçou tudo e todos que não lhe eram afectos, esta decisão não faz qualquer sentido.
A menos que, não encontrando em Bruxelas ou noutro lugar fora do país nada melhor para continuar a fugir à Justiça, esteja disposto à humilhação de sair da Madeira pela “porta do cavalo”, como se costuma dizer.
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