CONTRA OS ABUSOS DO PODER
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Domingo, 13 de Março de 2016
Religião e política

DN-Madeira, 13 de Março de 2016
Um dirigente partidário tem todo o direito a ter convicções religiosas. Mas não me parace que tenha direito a manifestá-las enquanto faz política.
Haja decência! A caça ao voto deve ter limites.
De Sugar Candy a 13 de Março de 2016 às 18:25
Existe sempre a caça ao voto, uns fazem melhor que outros
Beijinhos,
http://sugarcandy.blogs.sapo.pt/
A pior combinação do mundo é a da política com religião. Veja-se o que está a acontecer no mundo islâmico.
De Sugar Candy a 14 de Março de 2016 às 21:54
Têm toda a razão. Se bem que eu acho que o mundo islâmico, existe grandes interesses, não é à toa, que o pessoal converte-se...
Interesses há-os em todo o lado. E essa gente também os tem. Não será por acaso que estão a invadir a Europa...
Mas, por mais males que efectivamente lhe tenham feito, essa gente não têm o direito de matar pessoas inocentes da forma mais hipócrita e mais cruel. Nunca haverá justificação para tal.
De Sugar Candy a 15 de Março de 2016 às 16:03
Concordo plenamente! Eles matam os inocentes para chegar aos de topo, mas discordo com essa maneira de pensar deles. Porque não é a matar pessoas inocentes que os de topo vão ser atingidos, alias para as televisões, podem se sentir muito tristes e não sei que, mas estão a borrificar, porque não foi com eles e muito menos com familiares deles. É tão simples como isso.
Eu acho que se eles se queriam vingar, deveriam o fazer com pessoas de topo, a quem eles juraram vingança. Agora matar famílias inteiras, ou deixar crianças órfãs, é que não!
Estás coisas, deixam-me tão revoltada
De Jorge Figueira a 13 de Março de 2016 às 21:13
A mistura por estas bandas já foi muito mais pacífica e melhor aceite pelos destinatários.
Estou pensando no texto abaixo publicado no DN local hoje
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/574285-o-silencio-ensurdecedor-da-igreja-do-funchal
O caso do "padre" Frederic, que refere, mostra a força que a igreja católica ainda em neste país e em especial na Madeira.
Resquícios da Idade Média que teimam em não desaparecer.
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