Imagem retirada da NET
Com a muito conveniente democratização dos transportes aéreos, viajar de avião há muito que deixou de ser "chic" e, muito menos, agradavel. Ao natural receio inerente aos perigos do voo e ao desconforto de se passar horas num espaço muito acanhado, juntam-se todas aquelas sevícias da segurança em que somos, pura e simplesmente, tratados como suspeitos de terrorismo.
Porém, como se tal não chegasse, há dias, já na porta de embarque no aeroporto de Lisboa, fui mandado para o fim da bicha, porque os passageiros das filas da retaguarda deveriam ser atendidos primeiro. Até aqui, nada de anormal, porque tal medida, se aplicada correctamente, agiliza o embarque.
Qual não é o mesmo espanto quando, ao entrar no autocarro que nos esperava, já de si cheio, verifiquei que esses passageiros estavam lá dentro e, claro, toda a gente ficou misturada como bebidas num shaker.
Escusado será dizer que a entrada no aparelho foi, como era de esperar, uma grande confusão.
Pergunto: Não será conveniente haver mais respeito por quem tem de utilizar esse meio de transporte e que, em última análise, é quem paga os salários daquela gente toda?
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